Sexta-feira, 15 de Março de 2013

E DEPOIS ...É QUE SOMOS MESMO PARVOS....O PREÇO DO BARRIL....EMBARRILADOS ANDAMOS NÓS.....

por estas e por outras que há décadas os países árabes produtores de petróleo dizem aos governos ocidentais: "Nós pomos o preço do petróleo demasiado alto?! Vocês ganham muito mais do que nós, que o produzimos!"

Os preços dos combustíveis no planeta ...

Eles tomam-nos por idiotas! E,  NÓS SOMOS OS IDIOTAS

Bélgica diesel ? 1,222! 

 França diesel ? 1,294!

Azerbaijão - Diesel 0,31 euros 

 Egipto - Diesel 0,14 Euros

Etiópia - Super 0,24 EUR

 Bahamas - Diesel 0,25 EUR

Brasil - Diesel 0,54 EUR

China - Normal 0,45 EUR...........e depois os chineses é que têm culpa do excesso de consumo!!!!! ou nós é que também andamos a pagar para estes? Equador - Normal 0,24 EUR Gana - Normal 0,09 EUR!!!!!!!  Gronelândia - Super 0,50 Euros Guiana - Normal 0,67 EUR Hong Kong - Diesel 0,84 Euros Índia - Diesel 0,62 EUR Indonésia - Diesel 0,32 EUR Iraque - Super 0,60 EUR Cazaquistão - Diesel 0,44 EUR Qatar - Super 0,15 Euros Kuwait - Super 0,18 Euros Cuba - Normal 0,62 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO? Líbia - Diesel 0,08 Euros!!!!!!!  Malásia - Super 0,55 Euros México - Diesel 0,41 EUR

Moldávia - Normal 0,25 EUR 

SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO?

 Perú - Diesel 0,22 EUR

  SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO? Filipinas - Diesel 0,69 EUR Russia - Super 0,64 Euros Arábia Saudita - Diesel EUR 0,07 !!!!!!  África do Sul - Diesel 0,66 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO? Suazilândia - Super 0,10 ! Euros!!!!! SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO? Síria - Diesel 0,10 Euros!!!!!  Trinidad - Super 0,33 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO? Tailândia - Super 0,65 EUR Tunísia - Diesel0,49 EUR

EUA - Diesel 0,61 Euros

Portugal - Diesel ? 1,4899!     É inacreditável, não é? 
Os países da União Europeia, e os seus Ministros das Finanças, realmente tomam as pessoas por idiotas ... 
 + IVA TIPP + PIT + ISF + IVA + imposto de consumo sobre a extorsão de diversos e variados... Por favor encaminhe este e-mail, para que os cidadãos

saibam como são enganados pelos governos da Europa

(que vivem em grande estilo com o dinheiro dos contribuintes!)

 

 

publicado por blogdaportugalidade às 12:01
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MANIFESTO PELA DEMOCRATIZAÇÃO DO REGIME

·        Manifesto pela Democratização do Regime

 

A tragédia social, económica e financeira a que vários governos

conduziram Portugal interpela a consciência dos portugueses no sentido

de porem em causa os partidos políticos que, nos últimos vinte anos,

criaram uma classe que governa o País sem grandeza, sem ética e sem

sentido de Estado, dificultando a participação democrática dos

cidadãos e impedindo que o sistema político permita o aparecimento de

verdadeiras alternativas.

 

Neste quadro, a rotação no poder não tem servido os interesses do

Povo. Ela serve sobretudo para esconder a realidade, desperdiçando a

força anímica e a capacidade de trabalho dos portugueses, bem como as

diversas oportunidades de desenvolvimento que o País tem tido, como

aconteceu com muitos dos apoios recebidos da União Europeia.

A obsessão do poder pelo poder, a inexperiência governativa e a

impreparação das juventudes partidárias que, com inusitada facilidade

e sem experiência profissional ou percurso cívico, chegam ao topo do

poder político, servem essencialmente objectivos e interesses

restritos, nacionais e internacionais, daqueles que utilizam o Estado

para os seus próprios fins.

 

O factor trabalho e a prosperidade das pessoas e das famílias, base do

progresso da Nação, são constantemente postos em causa pela

austeridade sem desígnio e pelos sacrifícios impostos aos

trabalhadores, como se fossem eles, e não os dirigentes, os

responsáveis pelo desgoverno do Estado e pelo endividamento excessivo

a que sucessivos governos conduziram Portugal.

Como se isso não bastasse, o poder político enveredou pela afronta de

culpar os portugueses, procurando constantemente dividi-los: os mais

novos contra os mais velhos, os empregados contra os desempregados, os

funcionários públicos contra os trabalhadores do sector privado.

 

A Assembleia da República, sede da democracia, desacreditou-se, com os

deputados a serem escolhidos, não pelos eleitores, mas pelas direcções

partidárias, que colocam muitas vezes os seus próprios interesses

acima dos interesses da Nação. A Assembleia da República representa

hoje sobretudo – com honrosas excepções – um emprego garantido,

conseguido por anos de subserviência às direcções partidárias e de

onde desapareceu a vontade de ajuizar e de controlar os actos dos

governos.

 

A Nação portuguesa encontra-se em desespero e sob vigilância

internacional. Governos sem ideias, sem convicções, sem sabedoria nem

estratégia para o progresso do País, colocaram os portugueses numa

situação de falência, sem esperança, rumo ou confiança. O Estado

Social está a desmoronar-se, mais do que a racionalizar-se, deixando

em angústia crescente centenas de milhares de desempregados e de novos

pobres.

E não é apenas o presente que está em desagregação. É simultaneamente

o futuro de dezenas de milhares de jovens sem emprego ou com salários

que não permitem lançar um projecto de vida.

 

Só por incompetência partidária e governativa se pode afirmar que os

portugueses têm vivido acima das suas posses -como se as posses de

milhões de famílias que recebem menos de mil euros por mês fosse o

problema- ou que não existem alternativas aos sacrifícios exagerados

impostos aos mais pobres e à classe média.

É urgente mudar Portugal, dando conteúdo positivo à revolta e à

crescente indignação dos portugueses. As grandes manifestações já

realizadas mostraram de forma inequívoca o que milhões de portugueses

pensam do sistema político e da nomenclatura governativa.

 

Há uma diferença dramática entre os políticos que pensam na próxima

geração e os que pensam sobretudo na próxima eleição. A sociedade

portuguesa tem naturalmente respeito pelas figuras políticas e pelos

partidos que foram determinantes no regresso do País a um Estado de

Direito Democrático. E pelos políticos que, com visão, souberam

recolocar Portugal na Europa.

 

O que está hoje em causa já não é a opção pela democracia, mas

torná-la efectiva e participada. Já não está em causa aderir à Europa,

mas participar no relançamento do projecto europeu. Não está em causa

governar, mas corrigir um rumo que nos conduziu à actual crise e

realizar as mudanças que isso implica.

Todavia, nada será possível sem um processo de reformas profundas no

Estado e na economia, reformas cujos obstáculos estão, em primeiro

lugar, nos interesses de uma classe política instalada e na

promiscuidade entre o poder político e os interesses financeiros.

 

Impõe-se uma ruptura, que a nosso ver passa por três passos fundamentais:

- Em primeiro lugar, por leis eleitorais transparentes e democráticas

que viabilizem eleições primárias abertas aos cidadãos na escolha dos

candidatos a todos os cargos políticos;

- Em segundo lugar, pela abertura da possibilidade de apresentação de

listas nominais, de cidadãos, em eleições para a Assembleia da

República. Igualmente, tornando obrigatório o voto nominal nas listas

partidárias;

- Em terceiro lugar, é fundamental garantir a igualdade de condições

no financiamento das campanhas eleitorais. O actual sistema assegura,

através de fundos públicos, um financiamento das campanhas eleitorais

que contribui para a promoção de políticos incompetentes e a

consequente perpetuação do sistema.

 

Esta ruptura visa um objectivo nacional, que todos os sectores da

sociedade podem e devem apoiar. Alterar o sistema político elimina o

pior dos males que afecta a democracia portuguesa. Se há matéria que

justifica a união de todos os portugueses, dando conteúdo às

manifestações de indignação que têm reclamado a mudança, é

precisamente a democratização do sistema político.

 

É urgente reivindicar este objectivo nacional com firmeza, exigindo de

todos os partidos a legislação necessária. Queremos que eles assumam

este dever patriótico e tenham a coragem de –para o efeito– se

entenderem. Ou então que submetam a Referendo Nacional estas reformas

que propomos e que não queiram assumir. Os portugueses saberão

entender o desafio e pronunciar-se responsavelmente.

 

Entretanto, os signatários comprometem-se a lançar um movimento,

aberto a todas as correntes de opinião, que terá como objectivo fazer

aprovar no Parlamento novas leis eleitorais e do financiamento das

campanhas eleitorais.

 

A Pátria Portuguesa corre perigo. É urgente dar conteúdo político e

democrático ao sentimento de revolta dos portugueses. A solução passa

obrigatoriamente pelo fim da concentração de todo o poder político nos

partidos e na reconstrução de um regime verdadeiramente democrático.

 

 

 

A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis

de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.(Henry

Peter)
publicado por blogdaportugalidade às 11:58
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UM DESABAFO DE UMA PROFESSORA PARA DIVULGAR

Data: 15 de Março de 2013 à4 07:09

Bom dia, Após contacto telefónico para denunciar uma agressão numa escola, foi-me solicitado que vos contatasse por este meio. Assim, e enquanto professora e cidadã passo a relatar o acidente/agressão de que fui vítima. Sou professora numa escola, em Setúbal e, na passada segunda feira, dia 25 de fevereiro, um aluno de uma turma de 9º ano retirou, sem o menor ruído e sem que quase ninguém se apercebesse, de propósito, a porta da sala de aula dos encaixes, pelo que a mesma ficou encostada à parede, dando a noção de que estava aberta normalmente.  Quando me dirigi para a porta com o intuito de a fechar (convém salientar que é uma porta pesadíssima), a mesma caiu-me sobre o lado direito do corpo. Se não fosse um aluno estar junto a mim e tivesse sustentado a sua queda total, teria, certamente, ocorrido uma tragédia. Chamei funcionários e um elemento da Direção da escola para testemunharem a ocorrência e foram necessárias quatro pessoas para voltar a colocar a porta nos encaixes. Como no momento, e com o susto, nada parecia ter-me magoado, continuei a dar aulas até às 18:30h. Já no carro, durante o trajeto de Setúbal para Almada, comecei a sentir tonturas, dores no lado direito do corpo; um formigueiro e dores na cabeça, vista, ouvido e pescoço, pelo que me dirigi às urgências do Hospital Garcia de Orta, na área da minha residência. Permaneci durante seis horas nas urgências, onde me foram realizados exames, nomeadamente uma TAC e diversos RX que diagnosticaram um traumatismo craneano sem lesões internas graves e hematomas na cabeça. O resto do corpo apenas está dorido e com nódoas negras (face, braço e anca). Contudo, e sem "pieguices" (como diria o nosso Passos), eu poderia ter morrido, se a queda da porta não tivesse sido apaziguada. E se caísse em cima de um aluno e o matasse? A responsabilidade; negligência; leviandade; processo disciplinar e, quiça, despedimento por justa causa seriam imputados a quem? Ao professor. Todos lavariam as mãos qual Pilates... Quem me indeminiza pelos danos de saúde de que padeço há três anos por ter ido parar a esta escola por um engano, omissão, incompetência...? O que irá acontecer a estes alunos que já cometeram inúmeras infrações graves e continuam nas escolas como se nada fosse? Sim, é que o IFP que, supostamente, "acolhia" estes alunos não os aguentam e estão a enviá-los para as escolas novamente... Surreal; irónico; subversivo.... não acham?   Gostaria que o meu caso fosse divulgado, não por ser mais um, mas por ter podido ser mais um, isto é, daqueles que são omissos por medo de represálias de vária ordem e/ou proveniência. Para além disso, segundo o MEC, os alunos, agora, após o Novo Estatuto do Aluno, têm, na teoria, punições graves. Contudo, na prática, e se forem menores, cometem delitos que põem em risco a integridade física e moral dos seus pares, assobiando impunemente, como se nada se passasse, uma vez que não têm a mínima consciência da consequência dos atos que cometem, mas sabem, porém, que nada lhes acontece de efetivo. Nem os pais nem os alunos são responsabilizados pelos danos humanos e materiais que despoletam e as escolas e respetivas direções veem-se de mãos atadas, perante leis algo perversas. Como é que um Diretor pode penalizar um aluno como ele merece e de acordo com o delito que comete, sabendo que, muitas das vezes, a família sobrervive "à conta" do rendimento de inserção se o menino não prevaricar? O que pode fazer um professor perante um caso "banal" destes? O que pode fazer a Direção de uma escola? O que pode fazer o MEC? O que pode fazer a sociedade? O que (se) pode fazer (de) Portugal? Come-se e cala-se com medo? Enterra-se a cabeça na areia e assobia-se para o lado, enquanto não for connosco e é com o colega? Espera-se que morra alguém a quem se tecerá hipócritas elogios na hora da partida? Por que motivo oiço todos os professores a queixarem-se no fundo das suas olheiras, diariamente, de tudo e todos, que se arrastam literalmente por não aguentarem mais a exaustão, a (o)pressão e o medinho, mas no momento de dar a cara, de falar, de confrontar, de estender a mão a um colega, se encolhem, efiando a cabeça no seu umbigo cobarde e individualista, como quem pensa "não é nada comigo; o melhor é não me misturar...". Até, um dia, lhe tocar a si ou aos seus. A desunião e o medo não fazem a força. A cobardia não deverá ser o nosso lema. O país e a sua soberania dependem de um ensino e de uma educação, onde se estejae seja tratado com dignidade para que o brio e a motivação por dar/fazer mais e melhor venham ao de cima. É o lema de muitas empresas, até já em Portugal, note-se com estranheza...   Este é mais um desabafo de uma professora maltratada, que faz 80 quilómetros para ir trabalhar, gastando cerca de 250 euros/mês em gasóleo e portagens, sem quaisquer ajudas de custo, como tantos que tanto se queixam e, no entanto, as auferem; a quem retiraram cerca de 200 euros para acertos, no mês de fevereiro; que está congelada (a todos os níveis) há cerca de 8 anos; que vê contratados a serem colocados como efetivos, passando à frente dos seus 20 anos de serviço, porque o MEC decidiu oferecer mais um presente envenenado a 600 contratados, atirando areia para os olhos de todos, e passando, ou melhor, tentando passar, um atestado de debilidade mental aos professores e cidadãos portugueses, subestimado a sua inteligência. E os professores de quadro que estão há anos longe de casa e das suas famílias, gastando o que já não têm: saúde; esperança e dinheiro? Resta a frustração e ir trabalhar com dores; malas com rodinhas; com depressões ou cancros. Também, quantos mais morrerem melhor, certo?   Não vou cantar a Grândola Vila Morena, porque não estou em condições físicas para o fazer, mas conto com a divulgação deste texto ou caso (como melhor entenderem fazer), visto serem uma entidade respeitadora da liberdade de expressão dos portugueses e que, indubitavelmente, lhes servem um excelente serviço público.

publicado por blogdaportugalidade às 11:51
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Segunda-feira, 11 de Março de 2013

Julgo que não é só o Sr General....Para acabar com a polémica torna-se necessario EXONERAR O SR MINISTRO DA DEFESA...É DEMASIADO ARROGANTE para tratar com as FAs ...Apenas compereende os problemas do seu escritório de advogados




            












                                        


























Ex..º Sr. General Chefe do Gabinete de S. Ex.ª o Ministro da Defesa Nacional, Caro camarada:


Apresento a V. Ex.ª os meus cumprimentos.

Tomo a liberdade de me dirigir a V. Ex.ª para lhe solicitar que transmita a S. Ex.ª o Sr. Ministro a minha indignação relativamente à forma pouco respeitosa e mesmo insultuosa como se referiu às Forças Armadas, aos militares e às suas Associações representativas, no passado dia 1 de Fevereiro. De todos os governantes, o Ministro da tutela era o último que deveria proferir palavras dessa estirpe.

Sou Tenente-General Piloto-Aviador na situação de Reforma, cumpri 41 anos de serviço efectivo e possuo três medalhas de Serviços Distintos (uma delas com palma), duas medalhas de Mérito Militar (1.ª e 2.ª classe) e a medalha de ouro de Comportamento Exemplar. Servi o meu País o melhor que pude e soube, com lealdade e com vocação, sentimentos que S. Ex.ª não hesita em por levianamente em causa. Presentemente, faço parte com muito orgulho, do Conselho Deontológico da Associação de Oficiais das Forças Armadas.

Diz o Sr. Ministro que “a solução está em todos nós. Em cada um de nós”. Não é verdade! A solução está única e exclusivamente na substituição da classe política incompetente que nos tem governado (?) nos últimos 25 anos, e que nos tem levado, de vitória em vitória, até à derrota final! Os comuns cidadãos deste País, nomeadamente os militares, não têm qualquer responsabilidade neste descalabro. Como disse o Sr. Coronel Vasco Lourenço no seu livro, “os militares de Abril fizeram uma coisa muito bonita, mas os políticos encarregaram-se de a estragar…”

Diz também S. Ex.ª que as Forças Armadas estão a ser repensadas e reorganizadas. Ora, se existe algo que num País não pode ser repensado nem modificado quando dá jeito ou à mercê de conjunturas desfavoráveis, são as Forças Armadas, porque serão elas, as mesmas que a classe política vem sistematicamente vilipendiando e ultrajando, a única e última Instituição que defenderá o Estado da desintegração.

Fala o Sr. Ministro de algum descontentamento protagonizado por parte de alguns movimentos associativos. Se S. Ex.ª está convencido que o descontentamento de que fala se limita a “alguns movimentos associativos”, está a cometer um erro de análise muito sério e perigoso, e demonstra o desconhecimento completo do sentir dos homens e mulheres de que é o responsável político. Este descontentamento, que é geral, não tenha dúvida, tem vindo a ser gerado pela incompetência, sobranceria, despudor e, até, ilegalidade com que sucessivos governos têm vindo a tratar as Forças Armadas. É a reacção mais que natural de décadas de desconsiderações e de desprezo por quem (é importante relembrar isto) vos deu de mão beijada a possibilidade de governar este País democraticamente!

As Forças Armadas não querem fazer política! Não queiram os políticos, principalmente os mais responsáveis, “ensinar” aos militares o que é vocação, lealdade, verticalidade e sentido do dever. Mesmo que queiram, não podem fazê-lo, porque não possuem, nem a estatura nem o exemplo necessários para tal.

Quem tem vindo a tentar sistematicamente destruir a vocação e os pilares das Forças Armadas, como o Regulamento de Disciplina Militar, destroçado e adulterado pelo governo anterior? Quem elaborou as leis do Associativismo Militar, para depois não hesitar em ir contra o que lá se estabelece? Quem tem vindo a fazer o “impossível” para transformar os militares em meros funcionários do Estado? Apesar disso, tem alguma missão, qualquer que ela seja, ficado por cumprir? Fala S. Ex.ª de falta de vocação baseado em que factos? Não aceita S. Ex.ª o “delito de opinião”?

Não são seguramente os militares que estão no sítio errado!

Por tudo o que atrás deixei escrito, sinto-me profundamente ofendido pelas palavras do Sr. Ministro.


Com respeitosos cumprimentos de camaradagem


EDUARDO EUGÉNIO SILVESTRE DOS SANTOS

Tenente-General Piloto-Aviador (Ref.) 000229-B


P.S. – Informo V. Ex.ª que tenho a intenção de tornar público este texto.

































publicado por blogdaportugalidade às 10:16
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Domingo, 10 de Março de 2013

REFUNDAR O ESTADO COMO O PÔVO QUER E NAO COMO OS POLITICOS QUEREM:::

REPASSA POR FAVOR

Pois… Haja coragem!!!
Esta cambada fica-nos cara.

PROPOSTAS DE ALTERNATIVA à austeridade, que tudo está a mirrar, isto no que toca a CORTE DE DESPESA nas ditas gorduras.

Por isso:
- Reduzam 50% do Orçamento da Assembleia da República e vão poupar +- 43.000.000,00€
- Reduzam 50% do Orçamento da Presidência da República e vão poupar +- 7.600.000,00€
- Cortem as Subvenções Vitalícias aos Políticos deputados e vão poupar +- 8.000.000,00€
- Cortem 30% nos vencimentos e outras mordomias dos políticos, seus assessores, secretários e companhia e vão poupar +- 2.000.000.00€
- Cortem 50% das subvenções estatais aos partidos políticos e pouparão +- 40.000.000,00€.
- Cortem, com rigor, os apoios às Fundações e bem assim os benefícios fiscais às mesmas e irão poupar +- 500.000.000,00€.
- Reduzam, em média, 1,5 Vereador por cada Câmara e irão poupar +- 13.000.000,00€
- Renegociem, a sério, as famosas Parcerias Público Privadas e as Rendas Energéticas e pouparão + 1.500.000.000,00€.
Só aqui nestas “coisitas”, o país reduz a despesa em mais de 2 MIL e CEM MILHÕES de Euros.
Mas nas receitas também se pode melhorar e muito a sua cobrança.
- Combatam eficazmente a tão desenvolvida ECONOMIA PARALELA e as Receitas aumentarão mais de 10.000.000.000,00€
- Procurem e realizem o dinheiro que foi metido no BPN e encontrarão mais de 9.000.000.000,00€
- Vendam 200 das tais 238 viaturas de luxo do parque do Estado e as receitas aumentarão +- 5.000.000,00€
- Façam o mesmo a 308 automóveis das Câmaras, 1 por cada uma, e as receitas aumentarão +- 3.000.000,00€.
- Fundam a CP com a Refer e outras empresas do grupo e ainda com a Soflusa e pouparão em Administrações +- 7.000.000,00€
Nestas “coisitas” as receitas aumentarão cerca de VINTE MIL MILHÕES DE EUROS, sendo certo que não se fazem contas à redução das despesas com combustíveis, telemóveis e outras mordomias, por força da venda das viaturas, valores esses que não são desprezíveis. Sendo assim, é ou não possível, reduzir o défice, reduzir a dívida pública, injetar liquidez na economia, para que o país volte a funcionar?
Há, ou não HÁ, alternativas? Ao pé disto, os assustadores 4 mil milhões são umas migalhas....
Façam circular pelos vossos amigos.

publicado por blogdaportugalidade às 12:34
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Sábado, 9 de Março de 2013

A CONFISSÃO DE ANTÓNIO COSTA....na Quadratura do CIRCULO





"Tenho uma triste notícia para dar aos comentadores e analistas políticos: Podem todos passar a dedicar-se à agricultura, porque António Costa, em menos de 3 minutos, disse tudo, na "quadratura do círculo". E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente): “A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi tamb...ém na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir. E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer… podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar! A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável. Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos. Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos. Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."Ver mais







Foto: "Tenho uma triste notícia para dar aos comentadores e analistas políticos:Podem todos passar a dedicar-se à agricultura, porque António Costa, em menos de 3 minutos, disse tudo, na "quadratura do círculo".E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):“A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir. E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer… podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."





 




 




publicado por blogdaportugalidade às 22:45
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AS CONTINHAS DAS NOSSAS DIVIDAS ....,fora o que aparecerá

 

ESTAS SÃO AS NOSSAS DIVIDAS,FORA AS QUE IREMOS FAZENDO....
                                                                                23 Set 2013: valor 9.735M€ (António Guterres)  
                                                                                16 Jun 2014: valor 6.000M€ (Durão Barroso)  
                                                                                15 Out 2014: valor 7.810M€ (José Sócrates)
  
                                                                                15 Out 2015: valor 9.649M€ (José Sócrates)  
                                                                                15 Fev 2016: valor 3.500M€ (José Sócrates)  
                                                                                15 Out 2016: valor 6.185M€ (José Sócrates) 
 
                                                                                16 Out 2017: valor 6.083M€ (José Sócrates) 
 
                                                                                15 Jun 2018: valor 6.887M€ (José Sócrates)  
                                                                                14 Jun 2019: valor 7.665M€ (José Sócrates)
  
                                                                                15 Jun 2020: valor 8.551M€ (José Sócrates)  
                                                                                15 Abr 2021: valor 7.510M€ (Santana Lopes)  
                                                                                25 Oct 2023: valor 7.228M€ (José Sócrates) 
                                                                                15 Abr 2037: valor 6.973M€ (José Sócrates
 
Reparem que estas  são as nossas dividas escalonadas por mandatos de GOVÊRNOS,mas que serve para perguntar ,agora que vamos descobrindo toda  a marosca ,pergunto ONDE ESTÃO OS RESPONSÁVEIS DAS TUTELAS QUE PERMITIRAM QUE ESTES GOVERNOS DEIXASSEM CHEGAR A ESTE PONTO ;QUE PARA MIM É CATASTRÓFICO,POIS NÃO SERÁ EM 2037 QUE O PAÍS VAI ACABAR COM ESTAS DIVIDAS...
LEMBREM-SE QUE TODO O APARELHO PRODUTIVO FOI DESMANTELADO , E JÁ AGORA LEIAM NO OUTRO POSTE UM DEPOIMENTO QUE NUNCA NINGUEM EXPLICOU AOS PORTUGUESES...ESSE CAVACO SILVA É UM DOS RESPONSÁVEIS....
 
E POR QUE É QUE INJECTAMOS DINHEIRO NO BPN???? LEIAM AS COISAS IMPORTANTES DO NOSSO PAÍS...
 
TODOS OS PORTUGUESES,MAS TODOS ,OS QUE VIVEM NO CONTINENTE;ILHAS E NO ESTRANGEIRO  VAMOS PEDIR RESPONSABILIDADES CRIMINAIS;CIVIS E POLITICAS::::
publicado por blogdaportugalidade às 22:32
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Segunda-feira, 4 de Março de 2013

ENCHAM A CAIXA DO CORREIO COM CÓPIAS DESTAS NECESSIDADES DE ACABAR PARA SEMPRE NOS POLITICOS

O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!-

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Dias Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

 

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.
POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.

 

publicado por blogdaportugalidade às 19:20
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A DEGRADAÇÃO DAS FÔRÇAS ARMADAS E NINGUEM DIZ BASTA!!!


 


A DEGRADAÇÃO DAS FÔRÇAS ARMADAS E A FALTA DE RESPEITO PERANTE ELAS…. HOJE fui ao IASFA ( leia-se Instituto de Assistência Social das Fôrças Armadas) e verifiquei que agora quem “””MANDA””” é um civil que como VOGAL EXECUTIVO,foi colocado no referido Instituto,pela mão do Ministro da Defesa Nacional e a ganhar mais ,segundo fui informado,até do que o PRESIDENTE do IASFA,general do EXÉRCITO. Nãoo sei como é que o SR General recebeu esta noticia ,mas julgo que não é normal ficar-se indiferente a uma situação destas….Digo isto por que a parte de assistência médica está suspensa por estarem a “ FAZER OBRAS “,que ,julgo que não seriam necessárias, numa gestão de crises… Para além do mais ,o civil não é mais do que um submarino ,pior do que o amarelo do FB,e servirá para informar o Sr MDN…(SERÁ???) Por outro lado ,passamos a descontar toda a vida para os SERVIÇOS SOCIAIS DAS Faz( agora modernamente IASFA ) ,mas esqueceram-se de que tudo o que tem os SS ...Faz é produto das quotas dos militares e assim também se fez um COFRE DE PREVIDÊNCIA DAS FÔRÇAS ARMADAS que ( Não tem qualquer semelhança com o BPN) acudia a viúvas,e outros necessitados para compra de habitação etc… Não faço ideia como poderão ser as relações entre estes dois senhores,um que representa as Faz e o outro representa o Ministro…e mais este EXECUTIVO entrou logo a ganhar mais do que o GENERAL… Em RESUMO,relembro o ditado popular que as senhoras se lembram muito bem QUEM MUITO SE BAIXA  ( ou agacha) MUITO SE LHE VÊ… TENHO IMPRESSÃO QUE ISTO SÓ VAI de outra forma e por isso estão a desmantelar as FAs…


 
publicado por blogdaportugalidade às 19:01
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O ENVIO DE UM CHEQUE DE 8,91 EUROS AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Presidente Desempregada envia a Cavaco cheque de oito euros de RSI
 
Uma mulher desempregada de 49 anos, que sobrevive com a ajuda dos pais, enviou o seu cheque de Rendimento Social de Inserção (RSI) ao Presidente da República, Cavaco Silva, considerando um “insulto” e uma “vergonha” o valor que recebe, de 8,91 euros, noticia a SIC.
Desempregada envia a Cavaco cheque de oito euros de RSI
                DR           
                PAíS           

“Excelentíssimo senhor Presidente da República, junto à carta envio em anexo o meu cheque de RSI no valor de 8,91 euros, que considero um insulto”, indica a carta que uma mulher desempregada de 48 anos enviou a Cavaco Silva.

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De acordo com a SIC, a beneficiária do RSI tem um rendimento mensal de apenas 180 euros, vivendo, aos 49 anos, com a ajuda dos pais, que lhe pagam nomeadamente os medicamentos para a depressão nervosa de que padece.

Em meados de 2012, a mulher começou por receber 50 euros de RSI, mas o valor tem vindo a descer até aos actuais 8,91 euros. 

“Espero que este vale seja útil para os portugueses. Para mim não passa de uma grande vergonha”, diz a carta enviada ao Presidente. A beneficiária do RSI teve mesmo de pedir quatro euros à irmã para registar a carta, conta a SIC.

publicado por blogdaportugalidade às 17:33
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