Terça-feira, 16 de Outubro de 2012

UMA CRIANÇA DE 5 ANOS FICA AO LADO ...

 

 
Criança de 5 anos ficou sem almoço por atraso na mensalidade
Publicado hoje, 16-10-12 às 18:25
 
 
 
Numa escola básica em Loulé, no Algarve, uma criança de 5 anos ficou sem comer vendo os colegas a almoçar, tudo porque a família tinha em atraso a mensalidade de 30 euros.
 
Na Internet, há já uma petição a exigir o afastamento da diretora do agrupamento de escolas Dr.ª Laura Ayres, em Loulé.

Os signatários da petição querem que Conceição Bernardes, a directora do agrupamento Dr.ª Laura Ayres seja despedida por justa causa por maus tratos a crianças. Para os signatários do documento proibir crianças de almoçar na escola por falta de pagamento da mensalidade de alimentação é «um ato de violência psicológica», podendo mesmo ser encarado como tortura às crianças em causa.

Na petição pode ler-se ainda que qualquer outra solução, inclusive a de impedir as crianças de entrar na escola, teria sido melhor do que impedi-las de almoçar e obrigando-as a ficarem sentadas ao lado dos colegas enquanto comem. Um dos casos ocorreu na escola EB número 2 dois de Quarteira e foi denunciado pelo jornal Correio da Manhã.

A mãe de uma menina de cinco anos, que foi impedida de almoçar conta que a criança ficou sentada sem refeição ao lado dos colegas enquanto almoçavam. Sob anonimato outros pais, citados pelo jornal, dizem mesmo que uma das funcionárias foi impedida pela direção da escola de pagar do seu próprio bolso a refeição da criança.

Os pais ouvidos pelo jornal acusam a escola de ter agido de má-fé e de ter exercido violência psicológica sobre a criança. Mas a diretora do agrupamento de escolas de Loulé justifica a decisão dizendo que todos os encarregados de educação tinham sido informados das medidas que seriam aplicadas caso não regularizassem as dívidas até dia 9 de outubro.

Conceição Bernardes acrescenta que, os pais dos alunos «podiam ter pedido a renegociação dos valores e até dos escalões». Alguns, acusa a diretora, «foram negligentes e não o fizeram».

O Correio da Manhã adianta na edição online que além do caso desta menina de cinco anos, mais alunos foram impedidos de almoçar nesse dia em outras escolas do agrupamento e pelo mesmo motivo.

publicado por blogdaportugalidade às 23:27
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CARTA AO MINISTRO DAS FINÇAS DO GOVÊRNO PORTUGUÊS...

 

É BOM LER PARA VEREM A CORJA DA CLASSE POLITICA;DESTA DITADURA DE PARTIDOS;EM QUE OS PORTUGUESES ESTÃO METIDOS....

 

 

 

 

CARTA AO MIN. DAS FINANÇAS


Alguém teve acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das Finanças, e é verídica. Se todos tivéssemos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nossos governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram.
Passem a todos este acto de coragem.



«Exmo. Senhor Ministro das Finanças


Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País,
com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa,
contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V. Exa. para lhe fazer
uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, vítima de
CANCRO DE MAMA em 2008, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da
mesma.

Por esta 'coisinha' sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que
confirmam que para si o CANCRO é uma questão de somenos importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano sejam retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

A devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Exa. que, com os meus
cumprimentos, o dará à sua Esposa ou Filha.

Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa
ou Filha ainda:

a) Os seis (6) tratamentos de quimioterapia.

b) Os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.

c) A angústia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.


d) Os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu   colega da saúde para acabar com este escândalo).

e) A ansiedade com que são acompanhados estes exames.

e) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha
Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V. Exa. que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo
fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras...

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender. E por isso peço a todos aqueles que receberem e lerem esta mensagem e se assim concordarem, que a enviem aos vossos amigos.
Obrigado.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Com os melhores cumprimentos,

Atentamente,
Victor Lopes da Gama Cerqueira»

CORDIALMENTE E A BEM DA NAÇÃO,


Obgdo.

publicado por blogdaportugalidade às 15:46
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

UM artigo de Brandão Ferreira

RADIOGRAFIA (POUCO EXAUSTIVA) DO PAÍS</p>

"O preço a pagar pela tua não participação na Política é seres governado por quem é inferior".

Platão (C. 428-347 A.C.

Com o fim do Conselho da Revolução, em 30/09/1982, o Poder Político ficou totalmente nas mãos das forças políticas – surgidas na sequência do 25 de Abril de 74 – que as sucessivas pugnas eleitorais colocavam nos órgãos de soberania, segundo o figurino constitucional entretanto aprovado.

Para trás ficavam anos conturbados que se iniciaram com a perda de controlo da situação originada no golpe de estado do MFA; numa transição político/social caótica e numa descolonização traumática e muito vergonhosa, cujas consequências estão a revelar-se piores das que se seguiram à entrada do Duque de Alba e do Marquês de Santa Cruz, em Lisboa, em 1580, e das Cortes de Tomar de 1581, que foram o seu epílogo.

Em poucos meses o melhor e mais poderoso aparelho militar que a Nação Portuguesa conseguiu montar desde Afonso Henriques, ruía como um baralho de cartas e ainda hoje – quase 40 anos volvidos – ainda está longe de ter recuperado.

A estabilização político/social/ económica levou cerca de 10 anos a estabilizar, passando-se por duas ameaças de banca rota, em 1977 e 1983 (que levaram a intervenção do FMI), apesar de a guerra ter acabado, do país estar a crescer 6,9% ao ano, em 1973 e o anterior regime ter deixado uma das moedas mais fortes do mundo e vastas reservas de ouro e divisas.

Os novos governantes – a maioria dos quais formados no estrangeiro ou lá emigrados – profundos desconhecedores do país, mas assumindo-se como opositores fundamentalistas das anteriores políticas (até da História), parece que tinham como elemento fundamental de actuação, fazerem tudo ao contrário do que era norma.

Podiam ter tido, ao menos, o bom senso de fazer uma leitura pragmática do que representava para a Nação Portuguesa ter sido despojada de um modo violento e dilacerante, de 95% do seu território e 60% da população, com as enormes consequências geopolíticas e geoestratégicas que tal implicou.

Mas não, ignorantes das coisas e dos homens decretaram o direito à felicidade de todos e dever a coisa nenhuma.

De todas as grandes decisões, político/estratégicas postas em prática, não se vislumbra uma única que se possa apelidar de correcta, senão pela mesma, pelo menos na sua execução. Para as analisar são necessários vários livros.

Interessa, todavia, reter duas: o sistema político e a adesão à CEE.

Não havendo sistema político nenhum perfeito e sendo a melhor forma da sua legitimidade e representatividade, uma discussão sem fim, optou-se por um modelo semi - presidencialista que não é carne nem peixe, organizando-se todo o Estado num sistema de equilíbrios que não geram resultantes. Ou seja tudo está montado para não funcionar.

A piorar as coisas, a classe política organizou-se para defender ideologias e negócios e "esqueceu-se" dos interesses do país como um todo. Deixaram de se sentir portugueses e muitos escorregaram para as malhas de estruturas internacionalistas de poder.

A qualidade dos actores políticos tem, por outro lado, decaído a olhos vistos e não há o menor critério para os preparar e selecionar.

Abandonado o grande projecto nacional e humanista, de ser Portugal em todo o mundo que os portugueses criaram e se sentissem como tal, não restou à classe política emergente, mais do que se entregar nos braços da CEE, já que tinham desistido ou nunca acreditaram, de poderem ser uma CEE sozinhos…

Mandaram-se de cabeça, ponderando pouco…

Direi apenas isto (e podia ser outro livro): os órgãos de soberania consideraram a adesão como sendo um objectivo nacional permanente histórico – que jamais o será – em vez de considerarem essa adesão como um objectivo nacional importante, mas circunstancial – que devia ter sido a opção feita. A diferença é de substância e o modo de actuar idem.

Agora sim, o futuro iria ser luminoso e nem seria preciso trabalhar muito – conceito entretanto desaparecido do léxico público…

Num curto espaço de tempo chegou a Portugal uma soma de riqueza tal que, possivelmente, suplantou os proventos de todas as riquezas da India, dos Brasis e de África, juntas.

A voracidade e o deslumbramento foi tal e tanto que, apesar de toda a riqueza vertida (da qual nunca ninguém prestou contas), não foi "suficiente", tendo-se assistido a um endividamento, interno e externo, galopante e criminoso.

Com a poeira assente, restou um aumento do nível de vida (e do consumo) com riqueza que não produzíamos, restando agora muito cimento, quase nenhumas mais-valias para o futuro, e uma dívida a crescer exponencialmente. Dava vários compêndios.

A nível da sociedade passou a imperar a "ditadura" dos direitos, sem a menor noção que estes adquirem-se e devem derivar dos deveres cumpridos; fez-se tábua rasa da hierarquia social e instalou-se o facilitismo, o nivelar por baixo, a irresponsabilidade.

Em termos morais impera o "relativismo"…

Fiquemos por aqui, pois 24 horas de emissão televisiva não davam para enumerar os erros cometidos.

Pode-se argumentar que muito do que aconteceu foi feito com boa intenção e com a informação e crenças, que os protagonistas dispunham na altura. Poderá ser assim, mas os erros não deixam de ser erros (que tardam sempre a ser reconhecidos e emendados) nunca se fazendo um "mea culpa"; e de boas intenções está … o inferno cheio!

*****

E, deste modo, chegámos ao momento presente onde se pode constatar, sem grande margem para dúvidas, que:

O País está com soberania limitada, a caminho do estado exíguo e de ser um protectorado; a "Troika", que nunca deveria ter sido chamada, é pior do que ter a Duquesa de Mântua no Palácio Real, protegida pela "Guarda Alemã" aquartelada no Castelo de S. Jorge;

O actual sistema político está bloqueado e sem soluções;

O Governo está condenado pois não dá o exemplo, perdeu o rumo e a coligação está ferida de cancro; apenas se mantém por não haver alternativas credíveis e ser prejudicial desencadear uma crise política;

O País jamais conseguirá pagar a dívida, tão pouco os juros da mesma, se parte dela não for "perdoada", os juros deixarem de ser leoninos e os prazos não forem dilatados. E, claro, não passar a haver "superavit" nas contas públicas ao fim de cada ano;

Se o programa da "Troika" chegar ao fim, a única coisa que se conseguirá – além de estarmos todos mais pobres – será a de juntarmos mais dívida àquela que já tínhamos;

O País está a parar e a desintegrar-se e caminha, a passos largos, para que a taxa de desemprego chegue aos 98% (os restantes 2% pertencem à classe política);

As tensões sociais irão descontrolar o País e existe uma probabilidade muito elevada do Poder vir a cair na rua; em tal hipótese o PCP continua a ser a única força organizada capaz de tomar conta da coisa;

A criminalidade irá subir; os "esquemas" vão-se multiplicar e o contrabando vai passar a ser rotina;

As Forças de Segurança estão desmotivadas, divididas e "infiltradas";

Os Serviços de Informação não funcionam desde 1974;

A Justiça é um sofisma;

A Essência do Sistema Educativo (e seus resultados) é medíocre;

O Sistema Nacional de Saúde é incomportavelmente caro e o desperdício é enorme;

A Diplomacia limita-se ao exercício deletério das Relações Internacionais - não existe a menor ideia do que são os interesses nacionais a defender;

Não há Defesa Nacional, apenas existe um ministro para as FAs - para, eufemisticamente, colocar "a tropa na ordem";

As Forças Armadas estão reduzidas a quadros, crescentemente chateados como perús em véspera de Natal; tirando acorrer a catástrofes, a Constituição da República inibe qualquer outra intervenção interna;

O aparelho produtivo é uma manta de retalhos;

A Economia é vista como um fim em si mesma (erro) e não como tendo de derivar de uma Política e ser instrumento de uma Estratégia (certo);

As Finanças são encaradas como um meio de engordar banqueiros e "gestores financeiros" (erro) e não como um instrumento para financiar a economia e atender a preocupações sociais (certo);

Não existem meios eficazes de controlo – veja-se, por ex., o que se passa com a actuação do Banco de Portugal e com os relatórios do Tribunal de Contas;

Nem Governo, Parlamento ou PR tem mostrado ter estratégia seja para o que fôr – está demonstrado à evidência – sobra-lhes, contudo, receios;

O Governo não consegue pôr ordem em interesses instalados;

Toda a gente, todos os dias, fala demais; o ruído é enorme;

A Comunicação Social (que, como tudo virou negócio) carece de melhor regulação, exigência deontológica e de deixar de se comportar como combustível no meio de uma fogueira e em explorar os piores instintos humanos em vez de puxar pelos melhores;

Os Partidos (nome horrível), nem querem ouvir falar em medidas que possam prejudicar os seus apaniguados mais chegados, ou seja o que fôr que possa pôr em causa o financiamento dos seus cofres;

O património do país está a ser vendido ao desbarato, para se tentar aliviar os problemas de tesouraria, ao mesmo tempo que vai enriquecer os grandes "trusts" internacionais; por este andar vamos acabar sem anéis, sem dedos e sem alma…;

Não é possível recuperar um país que se auto – destruiu e endividou durante mais de três décadas, em meia dúzia de anos… nem sequer é sensato pensá-lo; só a abjecta inclinação dos políticos de serviço, pela ditadura da caça ao voto, justifica a mentira do discurso;

No balanceamento da política de alianças estratégicas, está-se a cometer o gravíssimo erro de nos colocarmos ao lado da "continentalidade", contra a "maritimidade"; tal é sobretudo visível dentro da UE;

Tudo aquilo que se passar no Mundo, que nos possa vir a afectar, sobretudo naquele que nos é mais próximo, deve merecer a maior atenção, não o ambiente no balneário do Benfica;

Neste particular toma especial relevo a situação em Espanha que caminha a passos largos para uma situação insurrecional próxima da que antecedeu a guerra civil, em 1936;

Existem muitas "guerras" cruzadas, no mundo, que nos afectam ou podem vir a afectar e nós temos que procurar sobreviver no meio delas, e não persistirmos em destruir todo o Poder Nacional de que dispúnhamos.

Finalmente, quem pensar que os mesmos actores políticos que nos trouxeram a este ponto calamitoso, servidos pelo mesmo sistema político, são os mesmos que nos vão tirar da "crise", ou não percebem nada da vida ou não estão no seu juízo perfeito.

Vai ter que haver rupturas.

*****

Com a manifestação a nível nacional, de 15 de Setembro de 2012, quebrou-se a ténue fronteira de esperança e confiança entre a população (e não a Intersindical) e o Governo – diria as forças políticas; mais do que tudo quebrou-se um vínculo psicológico: daqui para a frente a revolta ficou latente;

O mesmo pode acontecer no seio das FAs e ninguém sabe prever se, e quando, se dará esse clique mas, a partir de agora, o caldo de cultura passou a existir, não só pelo que ficou dito, mas por muitas asneiras contumazes e especificas.

Há que ter juízo.

*****

De facto e lamentavelmente, os principais actores do Estado, que elegemos na 3ª República, têm -se comportado, maioritariamente, não como os fautores que nos conduzissem às aspirações utópicas da Segurança, da Justiça e do Bem-Estar, mas apenas com simples destruidores do Poder Nacional. E, ainda, – o que acontece pela primeira vez na nossa vetusta História – como agentes subversivos da Nação dos Portugueses.

Esta é, sem sombra de dúvida, o momento mais perigoso da História de Portugal e aquele em que dispomos de menos recursos para lhe fazer face.

Se teremos ou não saber e coragem para o ultrapassar é o que o futuro nos dirá.

 

 

João J. Brandão Ferreira

Oficial Piloto Aviador

publicado por blogdaportugalidade às 10:49
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TANTOS SACRIFICIOS DE UMA SÓ VEZ????A QUEM SERVE ISTO????

 

 

"Medidas do Governo são políticas e não cabe à Justiça a sua apreciação"

14.10.2012 - 14:13 Por Lusa

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, defendeu hoje que não cabe aos tribunais pronunciarem-se sobre medidas de austeridade do Governo, dada a sua natureza política, dentro do princípio da separação de poderes.

...... ..... .....

..... .... .....
Salvaguardada a natureza política da questão, Marinho Pinto não deixou de classificar o que o Governo está a fazer como “um crime de lesa pátria” por incrementar sacrifícios às famílias em vez de os procurar aliviar, devido a razões ideológicas que “omitiu” na campanha eleitoral.

“Se uma pessoa pode pagar uma dívida em dez anos porque é que vai pagar em um?

É muito mais sacrifício.

Porquê esta pressa?

Porque é que este Governo vai além da ‘troika’? Devia estar a reclamar mais prazo para pagar as dívidas, em vez de estar a concentrar o pagamento com sacrifícios insuportáveis para as famílias portuguesas e nem imagina a revolta que está instalada individualmente.

Percebe-se agora a violência de algumas revoluções de que a História nos dá exemplo:

é por medidas destas que humilham o povo e o sacrificam para além dos limites, sem sentido”, disse

publicado por blogdaportugalidade às 10:45
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COMEÇA A HAVER CERTO NERVOSISMO...

Passos demite secretária pessoal por alegado abuso de confiança
11 Outubro 2012 | 11:45
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt

O primeiro-ministro exonerou uma das 11 secretárias pessoais por ser suspeita de abuso de confiança.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, exonerou uma das suas 11 secretárias pessoais, Helena Belmar Costa, por, alegadamente, ter utilizado indevidamente bens do chefe do Executivo, noticia hoje o “Correio da Manhã”.

O despacho com a exoneração da secretária foi ontem publicado em Diário da República, com produção de efeitos a partir de 24 de Setembro. De acordo com o “CM”, citando fontes do PSD, o motivo que estará na origem da demissão é o uso abusivo de bens do primeiro-ministro. Questionado pelo jornal, o gabinete de Passos Coelho disse não ter “qualquer comentário a fazer”.

O nome de Helena Belmar surge hoje na notícia do “Público”, sobre o favorecimento de Relvas, durante o seu mandato como secretário de Estado da Administração Local, à empresa que era então administrada pelo actual primeiro-ministro, Passos Coelho. Helena Belmar era, na altura, secretária pessoal de Relvas. A secretária colaborou com o PSD durante vários anos.
publicado por blogdaportugalidade às 10:39
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CÁ ESTÁ ...O CLUB BILDERBERG ,a funcionar....LEIAM...


Recebi este email e reencaminho como o recebi.

 

 Há dois, três dias atrás, comentando entre amigos, esta última brutal intervenção do min.das finanças, acabando com doces palavras para o bondoso povo português, dizia exactamente isto no mais que me mandaram e que passo a difundir... Passos Coelho é a marionete de serviço. Quem manda de facto é António Borges...
Está eminente em Portugal um GOLPE DE ESTADO silencioso e imperceptível Admira-me que somente agora tenha surgido um texto desta natureza, mas...mais "vale" tarde que nunca!
O que faz falta é avisar a malta... porque de todos os lados vêm os vampiros!!!!

Caros concidadãos.
Acaba de acontecer em Portugal um GOLPE DE ESTADO silencioso e imperceptível. Apresento-vos o novo 1º MINISTRO DE PORTUGAL, NÃO ELEITO (tal como na Grécia e na Itália).
A PARTIR DE AGORA A FIGURA DE PASSOS COELHO SÓ SERVE PARA"LEGITIMAR" A
PRESENÇA DE ANTÓNIO BORGES NO GOVERNO.
O PAÍS ACABOU DE SER TOMADO PELA MÁFIA INTERNACIONAL COMO JÁ LHE
CHAMARAM, E QUE DEVERÁ TER IMPOSTO COMO CONDIÇÃO A PRESENÇA DESSE ILUSTRE DESCONHECIDO? PARA QUE A AJUDA? SE CONCRETIZASSE.

A PASSOS COELHO RESTA AGORA APENAS SER O QUE DÁ A CARA.

Tal como eu previa e declaro-o há já alguns meses, ELE AÍ ESTÁ, a entrar
com pezinhos de lã e sem fazer grande barulho e não vai ficar por aqui. Esta
é só a entrada e a causa da sua demissão do FMI por "motivos pessoais". Isto
significa que afinal Passos Coelho já se vergou à máfia internacional e
vendeu-nos a todos e ao país também.
Acabámos de ser subjugados a esse governo invisível mundial, a essa máfia
internacional como já lhe chamaram, que gere, no escuro, o mundo inteiro
pela via financeira e a partir de agora amigos, é esperar o pior.
Aconselho a não se deixarem iludir por toda a informação televisiva, escrita
e falada, que vai intensificar a propaganda, a manipulação psicológica .
Agora se entende porque é que o Mr. SIC saiu do buraco, e agora se entende
porque é que continua por esclarecer o recentíssimo fim do programa de
opinião da RDP
  "Este Tempo" que era o único espaço de informação pública onde se falava
abertamente dessa máfia internacional. Esperemos que a demissão da direcção
de informação da RDP tenha a ver com pressões para limitar a liberdade de
expressão e que os que se demitiram cumpram o dever cívico de iniciar o
desmascaramento de toda esta conspiração. É HORA DE ACORDAR!!!!
Preparem-se para novo pacote de austeridade, quiçá mais grave do que os
anteriores porque o modus operandi desta gente é esse mesmo: fragilizar o
povo porque fragilizado torna-se apático e areactivo e como tal
facilmente manipulável.
Lançar o povo na miséria porque, na miséria, o povo aceitará reconhecido as
migalhas que lhes derem. Para esta gente a dignidade de vida humana alheia é
sacrilégio.
Relembro que António Borges (que já passou por todas essas instituições
transparentes, abertas e muito "bem intencionadas" que visam dominar o mundo
pela via financeira, subjugando os povos e levando-os à perda de soberania),
tal como Mário Monti na Itália e Papademos na Grécia (primeiros ministros
não eleitos e impostos através da chantagem "ou aceitam este 1º ministro
ou não há tranche..."), é membro do clube Bilderberg, da Comissão
Trilateral, da Hedge Funds, da Goldman Sachs, da OCDE, ex- FMI.
Os atributos coincidem nos 3.Que coincidência!!!!
Do seu currículo consta ainda a passagem pela Administração do Citibank, BNP
Paribas, Petrogal, Sonae, Jerónimo Martins (agora percebemos a corrida para
a Holanda; devem ter tido acesso a informações privilegiadas sobre o que
irá acontecer em Portugal), Cimpor e Vista Alegre. Sentado em cima dos seus
milhões e depois de ter tomado a nação sem o povo o ter convidado, este
senhor vem falar da imperiosa necessidade de miserabilizar a vida dos
cidadãos.
Tal como disse Henry Kissinger (colega de António Borges no Clube Bilderberg
e sabe-se lá em que mais sítios) quando se referia aos povos de África,
somos estômagos imprestáveis! Não temos direito à dignidade de vida, temos
de ser obrigados a alimentar-lhe os milhões, porque é à custa da nossa
miséria que esta gente enriquece. Que Deus lhes perdoe porque, cegos pelo
joguinho de monopólio com o qual se divertem, não têm escrúpulos nem pesos
na consciência.
Esta será porventura a notícia mais bombástica neste país desde o 25 de
Abril e no entanto não aparece com evidência na imprensa. Porquê?
O Mr. SIC não deixa , não é? Shhhhhhhhh! É preciso pouco alarido, pezinhos
de lã para o povo não perceber.....
  3 de Fevereiro de 2012
Resta-nos a consolação de ter a certeza que este povo está MUITO alerta,
já não se deixa enganar por chapelinhos de palha (imagino o sacrifício de se
misturar com a populaça), figurinhas tristes ou encenações de
porreirismo. Já não cai em manipulações de massas, e está finalmente a
perceber que, se todos juntos decidirmos cruzar os braços durante 15 dias,
estes impérios financeiros desmoronam-se como castelos de cartas. Afinal
eles não são nada sem nós! E esse dia está a chegar a grande velocidade.
  7 de Setembro de 2012  Jornal de Notícias

publicado por blogdaportugalidade às 10:36
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

O PÔVO É QUE PAGA...O PÔVO É QUE PAGA E GOSTA DISTO...ENTÃO???

 

A Associação dos ex-deputados do parlamento e o Grupo Desportivo receberam nos últimos cinco anos do orçamento da Assembleia da República cerca de 286 mil euros.

Segundo o jornal "i", este ano, a associação de ex-deputados recebeu 42,5 mil euros e o grupo desportivo 15,2 mil euros. De acordo com o parlamento, estas comparticipações são aprovadas com os seguintes objectivos: "A associação, para o seu funcionamento regular, estando previsto esse apoio nos termos do art. 28.º do Estatuto dos Deputados. E o GDP para apoio às actividades de índole cultural e desportiva desenvolvidas pelo grupo".

Um dos eventos organizados foi um torneio de golfe na Quinta da Marinha, onde a AR teve como custos directos "a oferta, como é tradicional em todos os parlamentos, do jantar de encerramento e de alguns prémios institucionais simbólicos".

publicado por blogdaportugalidade às 19:59
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AFINAL QUEM GOVERNA ???QUEM PAGA A CRISE???E a ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA A PAGAR JOGOS DE GOFE???A seguir...

QUE ESTE MAIL SEJA ENVIADO A TODOS ENDEREÇOS DE QUEM O RECEBER

 

Está eminente em Portugal um GOLPE DE ESTADO silencioso e imperceptível

 

 

Admira-me que somente agora tenha surgido um texto desta natureza,
mas... mais "vale" tarde que nunca!

 

 O que faz falta é avisar a malta... porque de todos os lados vêm os vampiros!!!!´~

                                                      

> Caros concidadãos. Acaba de acontecer em Portugal um GOLPE DE ESTADO
 silencioso e imperceptível. Apresento-vos o novo 1º MINISTRO DE PORTUGAL,
> NÃO ELEITO (tal como na Grécia e na Itália). A PARTIR DE AGORA A FIGURA DE
> PASSOS COELHO SÓ SERVE PARA
"LEGITIMAR" A PRESENÇA DE ANTÓNIO BORGES NO
> GOVERNO. O PAÍS ACABOU DE SER TOMADO PELA MÁFIA INTERNACIONAL COMO JÁ LHE
> CHAMARAM, E QUE DEVERÁ TER IMPOSTO COMO CONDIÇÃO A PRESENÇA DESSE “ILUSTRE
> DESCONHECIDO” PARA QUE A “AJUDA” SE CONCRETIZASSE. A PASSOS COELHO RESTA
> AGORA APENAS SER “O QUE DÁ A CARA”.

> Tal como eu previa e declaro-o há já alguns meses, ELE AÍ ESTÁ, a entrar com
> pezinhos de lã e sem fazer grande barulho e não vai ficar por aqui. Esta é
> só a entrada e a causa da sua demissão do FMI por "motivos pessoais". Isto
> significa que afinal Passos Coelho já se vergou à máfia internacional e
> vendeu-nos a todos e ao país também.
> Acabámos de ser subjugados a esse governo invisível mundial, a essa máfia
> internacional como já lhe chamaram, que gere, no escuro, o mundo inteiro
> pela via financeira e a partir de agora amigos, é esperar o pior. Aconselho
> a não se deixarem iludir por toda a informação televisiva, escrita e falada,
> que vai intensificar a propaganda, a manipulação psicológica . Agora se
> entende porque é que o Mr. SIC saiu do buraco, e agora se entende porque é
> que continua por esclarecer o recentíssimo fim do programa de opinião da RDP
> "Este Tempo" que era o único espaço de informação pública onde se falava
> abertamente dessa máfia internacional. Esperemos que a demissão da direção
> de informação da RDP tenha a ver com pressões para limitar a liberdade de
> expressão e que os que se demitiram cumpram o dever cívico de iniciar o
> desmascaramento de toda esta conspiração. É HORA DE ACORDAR!!!!
> Preparem-se para novo pacote de austeridade, quiçá mais grave do que os
> anteriores porque o modus operandi desta gente é esse mesmo
:
> fragilizar o povo porque fragilizado torna-se apático e “areactivo” e como
> tal facilmente manipulável. Lançar o povo na miséria porque, na miséria, o
> povo aceitará reconhecido as migalhas que lhes derem. Para esta gente a
> dignidade de vida humana alheia é sacrilégio. Relembro que António Borges
> (que já passou por todas essas instituições “transparentes, abertas e muito
> bem intencionadas” que visam dominar o mundo pela via financeira, subjugando
> os povos e levando-os à perda de soberania), tal como Mário Monti na Itália
> e Papademos na Grécia ( primeiros ministros não eleitos e impostos através
> da chantagem – “ou aceitam este 1º ministro ou não há tranche...”), é membro
> do clube Bilderberg, da Comissão Trilateral, da Hedge Funds, da Goldman
> Sachs, da OCDE, ex- FMI… Os atributos coincidem nos 3…..Que coincidência!!!!
> Do seu currículo consta ainda a passagem pela Administração do Citibank, BNP
> Paribas, Petrogal, Sonae, Jerónimo Martins (agora percebemos a corrida para
> a Holanda … devem ter tido acesso a informações privilegiadas sobre o que
> irá acontecer em Portugal), Cimpor e Vista Alegre…… Sentado em cima dos seus
> milhões e depois de ter tomado a nação sem o povo o ter convidado, este
> senhor vem falar da imperiosa necessidade de miserabilizar a vida dos
> cidadãos.
Tal como disse Henry Kissinger (colega de António Borges no Clube
> Bilderberg e sabe-se lá em que mais “sítios
) quando se referia aos povos de
> Africa, somos estômagos imprestáveis! Não temos direito à dignidade de vida,
> temos de ser obrigados a alimentar-lhe os milhões, porque é à custa da nossa


> miséria que esta gente enriquece. Que Deus lhes perdoe porque, cegos pelo
> joguinho de monopólio com o qual se divertem, não têm escrúpulos nem pesos
> na consciência.
> Esta será porventura a notícia mais bombástica neste país desde o 25 de
> abril e no entanto não aparece com evidência na imprensa. Porquê???
> O Mr. SIC não deixa , não é? Shhhhhhhhh! É preciso pouco alarido, pezinhos
> de lã para o povo não perceber.....
> 3 de Fevereiro de 2012
>
> Resta-nos a consolação de ter a certeza que este povo está MUITO alerta, já
> não se deixa enganar por chapelinhos de palha (imagino o sacrifício de se
> misturar com a populaça…), figurinhas tristes ou encenações de
> “porreirismo”. Já não cai em manipulações de massas, e está finalmente a
> perceber que, se todos juntos decidirmos cruzar os braços durante 15 dias,
> estes impérios financeiros desmoronam-se como castelos de cartas. Afinal
> eles não são nada sem nós! E esse dia está a chegar a grande velocidade…

> 7 de Setembro de 2012
> Jornal de Notícias

publicado por blogdaportugalidade às 19:56
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A VIDA TRÁGICA DE UMA MULHER QUE FOI UMA GRANDE JORNALISTA.É COM TRISTEZA QUE TRANSCREVO,mas espero que fique um ALERTA

 

A MORTE DA JORNALISTA MARGARIDA MARANTE E A HIPOCRISIA DESTA VIDA

Que história mais triste.

Antes tivesse optado por fazer uma carreira como jurista, talvez não lhe trouxesse a notoriedade que tanto procurava mas, quiçá, a serenidade para não se sujeitar a tanta vileza.

 

A morte hoje ocorrida da jornalista Margarida Marante, vitima de um ataque cardíaco fulminante, não deixa de suscitar interrogações sobre a hipocrisia desta vida. Traçam-se agora os maiores encómios à actividade passada de Marante, como entrevistadora corajosa desde que começou a carreira aos 20 anos no semanário o ‘Tempo’, e, mais tarde, na RTP, onde se distinguiu nos programas de grande entrevista política, tendo integrado a equipa fundadora da SIC, onde apresentou programas como ‘Sete à Sexta’, ‘Contra Corrente’, ‘Cross Fire’ e ‘Esta Semana’. Mas esquece-se o maior drama da sua vida, que, provavelmente, levou à sua morte precoce!

 

Fala-se dessa carreira emérita mas esquece-se que o esquecimento a que foi votada por muitos amigos e familiares (houve excepções!) a levou a rumar para os caminhos perigosos do consumo de drogas que arruinaram a sua vida profissional e pessoal. Nem a desintoxicação numa clínica em Navarra, paga pelo seu amigo do Opus Dei, Jardim Gonçalves, a levou a deixar esses caminhos tortuosos, ela que tinha tudo para ser feliz: apresentadora temida em programas de TV, presença habitual nas revistas «cor de rosa» onde surgia ao lado do marido, Emídio Rangel, com amigos influentes – entre os quais, o ex-marido, Henrique Granadeiro, pai dos seus três filhos, homem forte da PT que sempre a acarinhou, mesmo nas horas infelizes - passando por José Sócrates e a ex- namorada deste, Fernanda Câncio, habituais frequentadores de sua casa tendo Fernanda Câncio se tornado testemunha presencial de cenas dramáticas a que foi sujeita.

 

Inexplicavelmente, ligou-se a Fernando Farinha Simões, um cadastrado com ligações ao Caso Camarate ( que denunciou agora através de uma carta as várias implicações deste crime que continua impune) que dizia ter em seu poder vídeos comprometedores para personalidades influentes do meio social e político, a quem fornecia droga e apanhara em grandes orgias. Os alvos principais foram Margarida Marante e o marido, Emídio Rangel, o jornalista que conhecera quando ainda estava na prisão onde cumpria pena por tráfico agravado de droga e que o convidara a participar, como informador, num programa na forja da SIC sobre o Caso Camarate. Repudiado na sua relação amorosa com a jornalista, depois de se ter envolvido nove meses com ela, resolveu contactar o jornal «O Crime» para se vingar. O «tiro» havia de lhe sair pela «culatra»: antigo colega nos anos oitenta de Marante no semanário «Tempo», o jornalista que Simões contactara reatou o contacto com a antiga apresentadora. E foi ela quem acabou por lhe revelar todo o seu drama, recebendo-o em sua casa com lágrimas nos olhos, aliviada por saber que «o monstro que lhe atormentara a vida estava de novo preso».

 

Fernando Farinha Simões, que deverá sair muito em breve da prisão, era um cadastrado capaz de se dar bem com Deus e o Diabo. Antigo motorista de Sousa Cintra, foi considerado um «chibo» (informador) nas prisões por onde passou. A sua aparente simpatia e inteligência fizeram com que mantivesse relacionamentos surpreendentes, até junto dos mais altos quadros da PJ, onde gozava o «estatuto» de infiltrado junto do DCIT, o órgão de combate ao narcotráfico.

 

Nos finais dos anos noventa, a passagem pelo estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz tornar-se-ia penosa para este personagem: «Estava sempre a levar estaladas por se chibar», confidenciou um seu antigo companheiro de cárcere. Tony, o ex-namorado de Arlinda Mestre, a concorrente da «1ªCompanhia», um indivíduo que esteve ligado ao grupo de traficantes do colombiano Pablo Escobar, foi um dos que afogou as suas mágoas na cara de Simões. Aliás, esta faceta de denunciante e de «fura-vidas» também se revelou no decurso dos trabalhos da V Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso Camarate, quando Fernando Farinha Simões foi à Assembleia da República, conduzido sob escolta, fazer revelações surpreendentes. Sem pejo, FFS denunciou José Esteves, seu antigo companheiro nas redes bombistas do chamado «Verão Quente de 75», como tendo sido o homem que fabricou a bomba que fez cair o Cessna que transportava o então primeiro-ministro.

 

Mais tarde, numa entrevista à revista «Focus», Esteves confessou ter sido um dos autores do atentado, lançando as culpas da autoria moral para as chefias militares, sobressaltadas com a iminência da revelação de comprometedora documentação na posse Adelino Amaro da Costa envolvendo-as nos desvios dos dinheiros do Fundo de Defesa do Ultramar – uma espécie de «saco azul» destinado a financiar acções ilegais, entre as quais, soubemos, a compra de armas para a guerra Irão/Iraque. Foi com o intuito de procurar tirar dividendos desses seus conhecimentos sobre o mistério Camarate, pensando num atenuação da pena, que Fernando Farinha Simões testemunhou na Comissão de Inquérito na Assembleia da República. Ao mesmo tempo, ofereceu os seus préstimos a Artur Albarran e a Barata Feyo (então responsáveis do programa «Grande Reportagem» da SIC e que preparavam um trabalho sobre a morte de Sá Carneiro).

 

Foi desta forma que conheceu o director de informação daquele canal: «O Rangel soube que o Fernando Simões estava a par de muitas informações sobre o que aconteceu em Camarate. Resolveu contratá-lo como informador para um documentário com 12 episódios sobre o caso. Chegava a mandar o motorista da estação de TV buscá-lo num Mercedes a Pinheiro da Cruz quando ele saia nas precárias. E de informador passou a ser seu companheiro mais chegado, acompanhando-o nas noitadas», referiu Margarida Marante. O tal seriado sobre Camarate terá custado uma pequena fortuna a Pinto Balsemão – Margarida fala em 50 mil contos na moeda antiga (250 mil euros actuais) – mas a mini-série nunca foi para o ar e apenas um episódio terá sido produzido.

 

O relacionamento de FFS com a jornalista iria perdurar muito para além do seu divórcio atribulado com o ex-director da SIC. Marante explicou os motivos pelos quais acedeu relacionar-se intimamente com um indivíduo de passado mais que duvidoso: «Encontrava-me fragilizada depois de anos e anos de um casamento marcado pela violência com o Rangel. Por outro lado, a minha formação católica – sabe, sou do Opus Dei? – levava-me a acreditar na redenção humana. Todo o homem, por mais miserável que seja, deve ter uma segunda oportunidade. Apreciava a forma com ele amava a sua neta. E pus-me a pensar: será que eu devo duvidar de um homem que tem este comportamento tão humano, que me ampara a mim e aos meus filhos, que se mostra tão dedicado para connosco?».

 

A alma e a carne são frágeis. E Marante, vulnerável, assumiu esse relacionamento que acabou por se tornar demasiado íntimo. Havia também outros interesses em jogo. Atentemos no que escreveu um dos juízes relatores no acórdão da sentença da 2ª Vara Criminal que condenou Fernando Farinha Simões a seis anos e meio de prisão pelos crimes cometidos contra Marante, justificando os motivos pelos quais achava que o arguido deveria também ser penalizado por tráfico de droga: «Foi manifesto das suas declarações que a assistente sempre dependeu de outrem para obter cocaína (primeiro do seu então marido, depois do arguido) não sendo em meu entender liquido que tivesse recursos para procurar outra fonte de abastecimento, antes de deixando entregar às mãos do seu “fornecedor”, pelo menos enquanto o pudesse fazer, como fez, por ter recursos financeiros para tanto».

 

Fernando Farinha Simões acabou por ser condenado por três crimes de sequestro, dois por coacção grave, três por violação de domicílio, os quais praticou quando a apresentadora pretendeu acabar com a relação que se ia tornando cada vez mais obsessiva. E aí começou o terror:

«Queria mandar em tudo, até na minha conta bancária, nos cartões de crédito, na escolha dos meus amigos…Assumo que foi um erro ter ido para a cama com ele…talvez o tenha feito por me sentir revoltada. Os dias passavam e cada vez me sentia mais angustiada. Queria vê-lo fora de casa, longe dos meus filhos (que deixaram de a frequentar) e ele não me largava. Até que o proibi de ir a minha casa. Mas ele nem assim desarmou: introduzia-se no meu apartamento passando pela varanda de um andar ao lado, depois de ter subornado o porteiro do prédio. Comecei a viver dias e noites de autêntico terror. Por várias vezes, acordava durante a noite, com ele no meu quarto, aos pontapés à cama. Cheguei a barricar-me no meu quarto, mas ele partiu a porta aos pontapés», contou Margarida Marante.

 

Das «invasões» do domicílio às agressões e ameaças foi um pequeno passo. A antiga apresentadora chegou mesmo a ser intimidada com uma faca que FFS lhe encostou ao rosto, e, numa outra ocasião, como nos revelou a jornalista, o cadastrado introduziu-lhe o cano de uma arma «Glock» no sexo. Na 21ª Esquadra da PSP de Campolide choveram várias queixas de Margarida. Mas as suas súplicas não eram atendidas. «Provavelmente, pensavam que eu não estava boa da cabeça», sublinhou.

 

O rapto e sequestro para a Figueira da Foz, onde, durante o trajecto, Margarida, contou ela numa carta que enviou a amigos, alertando-os para o seu drama, chegou a ser a amarrada a uma árvore enquanto FFS lhe encostava uma arma à cabeça, poderá ter «sensibilizado», de forma definitiva, a Polícia a agir. As brigadas Anti-Crime da PSP e a DCCB da PJ entraram em campo e foi emitido um mandado de detenção contra o ex-presidiário. Este acabou por ser detido em Cascais, mas, aproveitando uma ida à consulta no Hospital de São José, acabou por se evadir.

 

Foi durante este interregno que Fernando Farinha Simões contactou «o Crime» para um encontro num café nas proximidades do jornal, dizendo estar na posse de provas comprometedoras para Margarida Marante e Emídio Rangel. Mas o único documento que acabou por exibir foi, precisamente, o mandado de detenção emitido por um juiz do TIC para ser conduzido sob custódia no âmbito de uma queixa apresentada pela jornalista.

 

Nos dias seguintes, FFS deixou de dar notícias. Havia uma explicação para o facto: é que fora detido na noite de 28 de Janeiro de 2006, à porta do prédio onde reside Margarida Marante, quando se aprestava, uma vez mais, para invadir o seu domicílio.

 

Mais tarde, Margarida Marante haveria confessar os motivos que a levaram a tornar públicos estes factos (que criaram muitos «estilhaços» nos meios onde se movimentam as nossas vedetas das TV, entre as quais, o consumo de droga era assunto sigiloso) uma atitude pouco comum nas figuras em destaque nos vários quadrantes da sociedade. «Foi por causa das chantagens que! o Farinha Simões me fez, ameaçando incriminar amigos próximos, alguns deles bastante influentes na sociedade portuguesa, ameaças que iam desde o fornecimento de droga, a suspeitas sobre a sexualidade. Por outro lado, quis expiar os meus pecados. Quero voltar à vida». Um propósito que está a ser difícil de concretizar: a jornalista nunca mais foi estrela nos ecrãs da TV. Morreu agora, triste e só, esquecida pelo grande público, longe dos holofotes da fama que ela tanto ansiava voltar a recuperar. Era de facto uma grande jornalista mas escolheu mal as suas companhias que arruinaram a sua vida.

Paz à sua alma!

Retirado, com a devida vénia, do blogue "CRIME, digo eu"

publicado por blogdaportugalidade às 19:50
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2012

O A ADAMASTOR

     

O Adamastor

 

Victor Gaspar

O Dr. Victor Gaspar não tem sido lá grande coisa a explicar as linhas mestras da política financeira do governo, tirando a “austeridade” que, aliás, não precisa ser explicitada pois a gente sente-a…


E como fala a 33 RPM, as pessoas mudam de canal antes de ele conseguir chegar ao fim.
 
Talvez por isso tenha resolvido dar uma entrevista ao jornal “Sol” (23/3), em que disse isto:
 
Salazar optou por uma estratégia de fecho do País sobre si próprio. Durante décadas prescindiu da possibilidade de se financiar nos mercados financeiros internacionais. A nossa opção é diametralmente oposta”.
 
Bom, aqui o caso fia mais fino.
 
E não parece arriscado afirmar, que o Sr. Ministro não tem a mais pequena noção do que andou a dizer.
 
Convém lembrar ao agora Ministro das Finanças (MF), que a situação em 1928 tem pouco a ver com a actual. Lembramos alguns pontos cruciais:
 
Nos finais da Monarquia Constitucional, Portugal era um País profundamente doente em termos políticos, sociais, económicos, financeiros, etc.; porém, os desatinos indescritíveis  da I República transformaram o corpo (e a alma) do doente, em moribundo.
 
Em 1926 havia dois problemas que estavam à cabeça de todos os existentes: o problema da bancarrota e o problema da ordem pública (ou falta dela) – talvez o Sr. Ministro não tenha ideia, mas Lisboa assemelhava-se à Bagdad dos últimos anos.
 
A Ditadura Militar foi tratando da Ordem Pública (sem o que não se consegue fazer nada), mas foi incompetente para resolver o problema financeiro. E quando se tentou obter mais um empréstimo com o aval da Sociedade das Nações (uma “troika” da época), as condições eram de tal modo pesadas que foram tidas como atentatórias da dignidade nacional e recusadas. Não sei se esta coisa da “dignidade nacional” lhe diz alguma coisa, Senhor Ministro, aos seus colegas ou a quem vos antecedeu. V. Exª o dirá, senão por palavras, certamente por actos.
 
Todavia, recusado o empréstimo, o problema financeiro mantinha-se e agravava-se. Por isso foram buscar, novamente, o tal professor de Coimbra. O filho do caseiro humilde do Vimieiro tinha fama de competente mas, também, de pessoa séria, que é um título que os homens públicos hodiernos têm dificuldade em ostentar.
 
É certo que Salazar colocou condições para aceitar o cargo e veio a impor uma “ditadura financeira”, que obteve um sucesso rápido e extraordinário, criando um "superavit" nas contas em menos de dois anos.
 
A mim, no entanto, parece-me que a ditadura dele foi mais benigna e lúcida do que a sua, já que no primeiro caso, tendo sido estabelecido um orçamento para cada ministério, os respectivos ministros tinham alguma autonomia para o gerirem no seu âmbito. O que já não acontece com o actual inquilino das Finanças que se arroga o direito, por ex., de autorizar ou não, a contratação ou promoção de pessoas, caso a caso ou a conta-gotas! Será que o seu ego anda a fazer concorrência ao “petit” Sarkozy?
 
Vejamos agora o estado do País quando o jovem Gaspar foi para a ribalta.
 
A seguir à loucura do “PREC” dessincronizou-se todos os aspectos da vida em Portugal e os sucessivos governos foram-se aguentando graças à “pesada herança” em ouro e divisas (deixada por aquele que agora critica), e a duas intervenções do FMI (1977 e 1983).
 
Depois da nossa entrada na CEE, em 1986 – de cabeça e de qualquer maneira – começaram a jorrar rios de dinheiro (aparentemente) fácil, das diferentes “ajudas” comunitárias, que foram utilizados com pouca parcimónia, muita aldrabice e nenhuma preocupação com o futuro.
 
Puseram-se em marcha políticas e estratégias muito erradas e outras apenas erradas. Digamos que a única verdadeira mais - valia que se conseguiu foi a melhoria da qualidade do vinho que, por sinal, já era boa! (o que deve explicar o estado de bebedeira colectiva em que mergulhámos).
 
E fizemos tudo isto depois de termos renegado o Ultramar e toda a nossa História dos últimos cinco séculos (à excepção da proclamação da República), quando poderíamos ter sido uma “CEE” sozinhos, onde mandávamos tudo enquanto agora não mandamos … nada.
 
Ou seja o regime político pós 1974/5 e os órgãos do Estado que o serviram, nada conseguiram fazer com mais-valias por si geradas, apenas conseguiram fazer coisas com o dinheiro de outros e a mando de outros. E o recurso aos mercados, que o MF tanto gaba, apenas serviu para, agora, termos uma dívida … colossal!
 
Belo saldo.
 
Resta acrescentar que, sendo a dívida actual, muito superior à de 1926, o País não foi afectado por nenhuma guerra, nos últimos 37 anos e que, à excepção de greves, tem gozado de paz social.
 
Mesmo assim os órgãos de soberania não encontraram melhor solução do que se rebaixarem a terem uns estranhos a tentar por ordem na nossa casa, segundo uma política que de nacional não tem nada.
 
Os senhores não têm mesmo vergonha na cara, pois não?
 
Não foi assim no final dos já longínquos anos 20.
 
Portugal teve que atravessar o “crash” financeiro da Wall Street, de 29, seguido da crise da libra (a que nós estávamos ligados), que se prolongou pelos anos 30; depois apanhámos em cheio com a Guerra Civil de Espanha, logo seguida pela IIGM. E sabe Sr. Ministro o País não deixou de progredir, passou por tudo sem perder nada de seu, reganhou dignidade e o respeito das grandes potências e logo, a partir de 1935, conseguiu reunir os fundos suficientes – “mesmo estando fechado sobre si mesmo” – para investir na economia que nunca mais parou de se desenvolver até atingir um crescimento de 6,9% ao ano, em 1973 (no Ultramar era ainda superior).
 
E tal foi conseguido apesar de só raramente se ter pedido dinheiro emprestado, que logo era pago a pronto e a horas.
 
Mesmo o Plano Marshall foi declinado, apenas se aproveitando alguma ajuda tardia a qual foi devolvida (apesar de ser a fundo perdido), em 1962, como bofetada ao governo americano depois da funesta política que a Administração Kennedy passou a ter para com o nosso País.
 
Mas eu compreendo que o Sr. MF não entenda nada destas coisas, pois ele formou-se em conceitos muito mais modernaços e práfrentex.
 
Pois é, só que a política e opções seguidas que agora quer contrariar “diametralmente”, puseram Portugal a salvo de especulações dos mercados, garantiu uma das moedas mais fortes e respeitados do mundo e nunca deu azo a que o capital apátrida ou quem o movimenta, pudessem beliscar a soberania dos portugueses.
 
O mesmo se poderá dizer do muito criticado “condicionalismo industrial” que, certamente não foi perfeito, mas harmonizava as necessidades com as capacidades e impedia as negociatas entre empórios e a promiscuidade entre empresários, financeiros e políticos.
 
Por isso não há notícias de naquele tempo haver Parcerias Público-Privadas, contratos com Lusopontes, esquemas de "scuts", derrapagens e mais um sem número de poucas vergonhas que hoje nos sufocam e diminuem!
 
Mas o que é que isto pode interessar aos “adiantados mentais” que nos governam? Eles andam muito à frente…
 
Salazar mesmo “voltado para dentro” nunca teve portas fechadas e resolveu os problemas. Agora o Sr. MF, e outros, voltam-se muito para fora e só levam com portas na cara. E quando conseguem algo é com juros leoninos e usurários…
 
O Sr. Dr. Gaspar já sabe, por acaso, qual é o buraco financeiro do País? Tem alguma esperança – seja honesto – de poder vir a pagar, não direi a dívida, mas os juros da mesma, nos próximos 100 anos (mesmo acabando com os feriados todos e exterminando até, o último militar)?
 
Tem alguma expectativa de quando vai ter um mínimo para investir na Economia, ou de quando pode dispensar a Troika?
 
É claro que não sabe nem tem esperança de saber. A única coisa que se sabe é que vamos a caminho de ter 10 milhões de desempregados e que o país vai parar e desintegrar-se aos bocadinhos. E se “alguém” nos emprestar dinheiro é para ficarmos escravos, modernos, mas escravos.
 
Nessa altura o Senhor estará, possivelmente, a salvo com um bom emprego numa dessas organizações internacionalistas sem rosto que andam a destruir os Estados-Nação.
 
Finalmente, o mal-amado Salazar esteve 48 anos no poder (os actuais já vão em 35), mas sempre foi de uma integridade imaculada, deu o exemplo e não deixava que outros responsáveis pusessem o pé em ramo verde. Quando morreu viraram-lhe os bolsos do avesso e só descobriram cotão e meia dúzia de contos, que ele amealhara para os seus gastos pessoais.
 
Os senhores, agora, são ávidos de tudo e não dão o exemplo de nada. Por isso não conseguem por ordem seja no que for.
 
Um último alvitre: Salazar conseguiu colocar ao seu lado e ao lado das suas políticas a maior parte da Instituição Militar. Nas últimas décadas as FAs têm sido completamente alienadas pela classe política. Situação dificilmente reversível.
 
Por isso, Dr. Gaspar, quando balbuciar o nome do Estadista Salazar, comece por se por em sentido, depois ajoelhe e a seguir faça um acto de contrição. E fale só do que saiba.
 
Não se queira comportar como um rapazola. Um rapazola deslumbrado.

 Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer.

        Molière.


Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
                             
                                                             
             "António Aleixo"

publicado por blogdaportugalidade às 11:09
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