Assunto: Congresso Democrático das Alternativas |
ENCONTRO DE SUBSCRITORES EM LISBOA
Nuno David, José Maria Castro Caldas e Isabel Tadeu |
Mais de 150 subscritores da convocatória do Congresso Democrático das Alternativas reuniram-se em Lisboa, no dia 13 de setembro.
O debate, moderado por José Maria Castro Caldas, Isabel Tadeu e Nuno David, permitiu esclarecer dúvidas e aprofundar o debate sobre os propósitos do Congresso, sobre as iniciativas que terão lugar até 5 de Outubro e sobre as formas possíveis de envolvimento de todos os subscritores na construção e divulgação deste projeto.
Fotografias: Congresso Democrático das Alternativas |
Publicada por Congresso Democrático das Alternativas em 14.9.12
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Etiquetas: Iniciativas
20120913
Com vista a discutir os objetivos do Congresso e as alternativas que dele deverão surgir, realizar-se-ão por todo o país diversos encontros de subscritores nos próximos dias do mês de setembro.
Lisboa: quinta-feira, dia 13, às 18.30 horas, na sede do SPGL (Rua Fialho de Almeida, 3; junto ao El Corte Inglès e ao metro de S. Sebastião).
Porto: quinta-feira, dia 13, às 21.30 horas, na sede do Sindicato dos Professores do Norte, Rua D. Manuel II, 50, 2ª (edifício Cristal Park, em frente ao Museu Soares dos Reis).
Barcelos: sexta-feira, dia 14, às 21.00 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos (sessão aberta a não subscritores)
Coimbra: sexta-feira, dia 14, às 21.00 horas, na Casa da Esquina (Rua Aires de Campos, nº6; acima da Penitenciária, perto do Penedo da Saudade)
Faro: sexta-feira, dia 14, às 21.00 horas, na Junta de Freguesia da Sé.
Viana do Castelo: sábado, dia 15, às 9H45, no auditório da sede do Grupo Desportivo dos ENVC (Praça Frei Gonçalo Velho, 23; nas Traseiras do prédio do Coutinho, frente à capela das Almas).
Aveiro: (em preparação)
Publicada por Congresso Democrático das Alternativas em 13.9.12
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Etiquetas: Iniciativas
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Congresso Democrático das Alternativas
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Data: 16-09-2012 03:20:56
Bcc: joaoernt@gmail.com
Assunto: Um Congresso cada vez mais oportuno e necessário
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Caro/a subscritor/a do Congresso Democrático das Alternativas,
Ontem, 15 de Setembro, centenas de milhares de pessoas saíram à rua por todo o país para manifestar a sua indignação com o reforço das medidas de austeridade anunciadas nas últimas semanas. Cada vez mais portugueses e portuguesas concluem que a estratégia inscrita no Memorando de Entendimento, cuja implementação ultrapassou todos os limites do tolerável, é um caminho sem saída.
Manifestar a nossa indignação é uma obrigação democrática. Mas é preciso mais. É preciso ajudar a construir o futuro!
O Congresso Democrático das Alternativas, nos termos do texto que o convoca (que enviamos em anexo), propõe-se mobilizar as energias e identificar os denominadores comuns entre todos os que estão disponíveis para juntar forças e assumir a responsabilidade de resgatar o País.
Contribua para o sucesso do Congresso. Divulgue, colabore, participe (veja como pode fazê-lo no final desta mensagem).
Saudações democráticas,
A Comissão Organizadora
Como pode contribuir para o sucesso do Congresso
1. Envie um email ou contacte pessoalmente aqueles que possam rever-se nos propósitos da iniciativa, convidando-os à subscrição da Convocatória (o que pode ser feito em http://subscrever.congressoalternativas.org) e à participação no processo de construção do Congresso.
2. Divulgue o Congresso, o seu sítio web (http://www.congressoalternativas.org/) e a página do facebook (http://www.facebook.com/pages/Congresso-Democratico-das-Alternativas/320693794685218) junto dos teus contactos e redes sociais (via email, blogs, Facebook, Twitter, etc.).
3. Imprima cópias da Convocatória (que enviamos em anexo), do cartaz e do folheto do Congresso (disponíveis aqui http://www.congressoalternativas.org/p/materiais.html), colocando-os nos seus locais de trabalho e convívio, e distribuindo-os em todas as situações que lhe pareçam adequadas.
4. Contribua para a elaboração do Projecto de Declaração do Congresso, enviando textos da tua autoria que contribuam para o debate temático nas várias áreas (ver http://www.congressoalternativas.org/p/debates-tematicos.html) ou convidando outros a participarem com as suas ideias e propostas.
5. Contribua, na medida das suas possibilidades, para o suporte financeiro do Congresso, cuja organização depende exclusivamente do trabalho voluntário e do contributo dos seus apoiantes. Os donativos individuais podem ser feitos por transferência para a conta bancária constituída para o efeito com o NIB 0035 0081 00103231 030 49. Toda a informação sobre receitas e despesas do Congresso estará disponível do site (em http://www.congressoalternativas.org/p/donativos.html).
6. Marque a sua presença e participe activamente no Congresso no dia 5 de Outubro, que terá lugar durante todo o dia na Aula Magna da Universidade de Lisboa. Por motivos logísticos, a participação no dia 5 de Outubro está sujeita a inscrição prévia através do site do Congresso. O início das inscrições será brevemente anunciado.
--Assunto: : Diário República...é agora!!
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É preciso, eu concordo com esta ideia democrática.
Alteração da Constituição de Portugal para 2012, já em marcha!
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Por julgar ser uma grande injustiça o que foi propalado nos meios da comunicação social,especialmente ,a escrita fazendo logo supôr o Sr major general um individuo fraudulento e capaz de fazer estas " aldrabices",torno público no meu BLOG o relato sucinto que o Sr General achou por
bem divulgar,pois a divulgação da sua honestidade e absolvição DEVERIA ser realçada nos mesmos moldes em que o " JULGARAM" sem ter ido a
julgamento...
O caso por exemplo do Paulo Portas ,em que num dia ,em roda pé ,acusava o Paulo Portas de ser conivente e ainda ter tomado posição no
depósito de 1 milhão de EUROS ,não foi tratado assim : NO DIA SEGUINTE VEIO DEPRESSA AQUELA JUIZA DIZER QUE O PP NÃO TEVE NADA A VER
COM O ASSUNTO"....
Enfim ,vá lá a gente acreditar...
Comparemos o que se passou...Leiam
RELATO SUCINTO DE SITUAÇÃO
ASSUNTO
: "Burla nos Serviços de Saúde do Exército ( ADME )."
" Militares julgados por burla em esquema de facturas falsas"
1.-"Ex.mo Sr.. Dr. Juiz, é com a mais profunda mágoa que eu, com 70 anos de idade, Oficial-General, com mais
de 40 anos de serviço prestado ao Exército e ao País, com uma folha de serviços onde constam dezenas
de louvores e condecorações ,conferidos pelas mais diversas entidades, conforme extracto da mesma, que
foi anexado a este processo, me vejo acusado e trazido a julgamento, apodado de burlão e de falsificador...".
Foi com estas palavras que comecei as minhas alegações iniciais, no julgamento a que estive a ser submetido na 2ªVara Criminal do TCIC, desde 14FEV12,depois de 9 (nove) anos dum desgastante, incoerente e absurdo processo, em que fui acusado de 4 (quatro) crimes.
2.-Explicitando, eu, Major-General (Ref.) AUGUSTO PIRES DE SOUSA NEVES, tendo exercido as funções
de Director da DASP no período de 01ABR01 a 31DEZ03,fui acusado pela Polícia Judiciária (" a civil" e não
a PJM ) e pelo Ministério Público , por:
a)
Ter autorizado, em MAI/JUN01,a título excepcional, a renovação (não a concessão) de 3 (três) cartões
da ADME a outras tantas Senhoras idosas, as quais na altura tinham mais de 80 anos, que nunca
conheci, que sempre haviam sido beneficiárias da ADME e que face a um controle informático mais
apurado das condições de beneficiário, viram os seus cartões caducados, pois as suas pensões de
Reforma (únicos rendimentos) ultrapassavam, em pouco, os limites de rendimentos estabelecidos.
Por esta decisão, que foi objecto de meu despacho escrito, fui acusado de 3 crimes de burla.
b)
Como 4º crime, o de falsificação, por, relativamente á Ficha de Avaliação do Mérito ,do ano de 2000,
de um dos Sargentos, que se encontrava em julgamento, ter indicado e sugerido aos 1º e 2º
avaliadores que a avaliação negativa, dada num dos itens, deveria ser convenientemente
justificada e que da mesma o avaliado tivesse conhecimento ,assinando-a.
Como os avaliadores tivessem ponderado alterar a avaliação, reformularam a mesma e só então
a Ficha foi por mim homologada e enviada ao escalão superior.
A PJ formulou o seu juízo baseado, não no original, mas num "rascunho"( o da apreciação negativa )
encontrado nas buscas efectuadas e teorizou sem ter lido, sequer, a legislação aplicável.
3.-Ora, de todo o modo, todos estes "crimes" foram praticados no desempenho das minhas funções como
Director da DASP e dentro desse mesmo órgão militar, acrescendo que, de maneira nenhuma, têm a ver,
ou estariam, minimamente, relacionados com as propaladas e mediatizadas facturas falsas, tendo isso
ocorrido por manifesta má fé dos inquiridores.
4.-Realce-se que, nas suas alegações finais o Procurador do M. Público, o acusador, depois de declarar,
explicitamente, compreender a minha mágoa por ter sido envolvido neste processo ,que considerou de
exagerada abrangência ,pediu a minha absolvição ,bem como a dos dois Oficiais Superiores que haviam
sido meus Chefes de Repartição da ADME, durante o referido período de tempo, e que, exclusivamente,
por uns e outro daqueles mesmos factos também eram formalmente acusados e julgados.
5.-O Tribunal Colectivo de Juízes, por sentença de 26JUL12,considerou que a acusação não logrou fazer
prova de qualquer responsabilidade criminal declarando-me
inocente
e ilibando-me de todas as
acusações, o mesmo tendo sucedido aos outros dois Oficiais.
6.-Todo este processo teve grande repercussão mediática, desde 2003,mas, estranhamente ou não, esta
sentença foi subtil e intencionalmente nada esclarecedora nos "media", pois, referindo-se sempre a "burla
e esquema de facturas falsas "escamotearam e até não destrinçaram as acções nitidamente processuais e
administrativas em que eu e os dois oficiais fomos envolvidos e exacerbou , propositadamente, a parte do
processo respeitante ás facturas falsas, em que não éramos minimamente intervenientes, com certeza
numa intencional e confusa amálgama de situações que ,obviamente, eram totalmente diferenciadas.
7.-Perante esta distorcida repercussão mediática, de que aliás a Resenha da Imprensa diária do Exército se
fez eco durante todos estes anos(cerca de 10),e em que por vezes a minha identificação foi referenciada,
e face á minha óbvia dificuldade de acesso a qualquer órgão de comunicação social, solicito que da
presente situação seja:
a) Dado conhecimento a S Exª o General Chefe do EME;
b) Feita a divulgação, considerada adequada, mais que não seja no interior do Exército, para
elucidação de todos os camaradas, entre os quais a minha imagem poderá ,por ventura, ter sido
afectada.
8.-Acrescentar que lamento profundamente que, para mais sendo Oficial-General, e tendo sido considerado
arguido e levado a julgamento ,o Exército, desde o início, nunca se me ter dirigido a indagar quais eram as
acusações, o que efectivamente se passava ou se precisava de algum tipo de apoio de qualquer natureza ,
vendo-me eu forçado a constituir advogado, arcando com as inerentes despesas, apesar da circunstância
absurda, atrás descrita, reforçada com o referido em 3..
Parede,01 de Setembro de 2012
Augusto Pires de Sousa Neves
Major-General
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. REFLEXÕES SOBRE O SISTEMA...
. ...
. MOVIMENTO CONTRA O NAO : ...
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