Domingo, 3 de Abril de 2011

Apenas...PAROLES,PAROLES;PAROLES...,julgo que é apenas o que pode fazer...em conformidade com a CONSTITUIÇÃO POLITICA DA NAÇÃO

 

 Por F. Moita Flores.

Uma coisa própria dos homens da política que sentiram a sua alma pueril, cândida e, reconheçamos, cínica incomodada com os últimos discursos de Cavaco Silva.

O limite dessa chantagem, não conheço outro termo para classificar o discurso sobre a eventual impotência do governo, teve como protagonista o ministro das Finanças, procurando atirar com a decisão de chamar o Fundo Monetário Internacional para as mãos do Presidente da República.

Isto é a política no seu pior. Amoral, fugindo à responsabilidade, levianamente sacudindo a água do capote, usando a táctica eleitoralista do quanto pior, melhor. A culpa é sempre dos outros.

O Presidente Cavaco é, seguramente, o mais previsível dos políticos portugueses, e quem acompanha os seus discursos, e não tem memória curta, conhece as suas preocupações, nas sucessivas intervenções dos últimos cinco anos. Há muito que alertava para o descalabro económico e financeiro e para a possibilidade de uma crise muito séria para o País.

Que disse agora de novo? Nada. Apenas enrijou as palavras. Deu-lhes gás, tornando mais claro aquilo que dissera inúmeras vezes.

Os ouvidos glicodoces de quem é malabarista da ilusão procuram agora associá--lo à crise apenas porque a coisa está a ficar negra. Pôncio Pilatos não faria melhor.

O Fundo Monetário Internacional foi diabolizado e transformou-se no novo corcunda de Notre Dame.

Um disparate, como sublinha Mário Soares.

Aliás, foi com Mário Soares em primeiro-ministro que, por duas vezes, o Fundo Monetário Internacional esteve em Portugal e, por duas vezes, Soares salvou o País da bancarrota.

Se Cavaco chama os bois pelos nomes, com voz grossa, é exactamente por ser de uma estirpe de homens, tal como Soares, que põe os interesses do País acima da politiquice sem vergonha e sem piedade daqueles que mais sofrem com o desastre que estamos a viver.

Que as palavras não lhe doam.

 

 

 

Post pelo Fonseca dos Santos em Lisboa,03de Abril de 2011

publicado por blogdaportugalidade às 16:38
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A NOSSA JOVEM DEMOCRACIA...

 

 

NESTAS ELEIÇÔES ;PÔVO PORTUGUÊS;não iremos VOTAR para ficarmos mais na mesma...

 

 

DEVIAMOS EXIGIR MODIFICAR O SISTEMA POLITICO....Para quê eleições se vamos ver todas as caretas que nos deixaram cair no lamaçal e que

 

ainda por cima os governantes vivem num clima de luxo ,enquanto que o Pôvo vive num clima de LIXO...

 

Lisboa,02 de Abril de 2011

 

Fonseca dos Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por blogdaportugalidade às 10:34
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

PORTUGUESES ,VEJAM COMO ANDAMOS GOVERNADOS!!!!

Representam 15 por cento dos 941 mil contribuintes

Cerca de 150 mil contribuintes pagaram menos de 125 euros de IVA no ano passado

 

01.04.2011 - 10:51 Por João Ramos de Almeida

Um quinto de toda a receita cobrada em 2010 no âmbito do IVA - 16,6 mil milhões de euros - foi entregue ao Estado por apenas 46 contribuintes.
 (Laura Haanpaa (arquivo))

Em contrapartida, cerca de 150 mil de um total de 941 mil contribuintes entregaram ao Estado apenas 0,07 por cento dessa colecta, ou seja, menos de 125 euros cada um.

Esta concentração da colecta de IVA num número reduzidíssimo de contribuintes ressalta das estatísticas que a administração fiscal divulgou no seu site (http://info.portaldasfinancas.gov.pt) e que dá cumprimento - com um ano de atraso - ao despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

Os números mostram, por um lado, que o sucesso na cobrança de IVA depende de um número muito limitado de contribuintes, o que, de alguma forma, tem facilitado o trabalho da administração fiscal ao seguir de perto os "grandes contribuintes".

Por exemplo, é compreensível que o comércio concentre 45 por cento da receita cobrada de IVA e, nesse sector, o comércio por grosso tome a parte de leão (60 por cento). Os consumidores finais pagam aos estabelecimentos comerciais o IVA incluído no preço das mercadorias, que, por sua vez, têm de entregar essas quantias ao Estado. A indústria contribuiu apenas com 18 por cento e a agricultura nem com um por cento. Mas como não lidam directamente com os consumidores, o seu contributo pode ser explicado por isso.

Mas, por outro lado, a concentração da cobrança de IVA nos grandes contribuintes pode indiciar uma forte evasão fiscal por parte de um vasto número de contribuintes. E isso pouco tem mudado durante anos.

Em 2006, metade dos contribuintes tinha uma colecta anual que ia até aos 1250 euros. Mas esses 411,2 mil entregavam ao Estado pouco mais de 3 por cento da receita de IVA desse ano. Em 2010, o seu peso aumentou para 60 por cento dos 941 mil contribuintes de IRC, mas manteve-se os mesmos 3 por cento da receita global. Ou seja, a colecta média desse grupo de contribuintes até baixou de 1115 euros, em 2006, para 738 euros, em 2010.

Mas a tabela ao lado ilustra bem esta estranha concentração que se mantém ao longo dos anos.

Outro sintoma dessa evasão fiscal é a dimensão do IVA a favor dos contribuintes. Na sua actividade, um contribuinte entrega ao Estado o IVA cobrado ao cliente, mas tem direito ao reembolso do IVA que suportou nos seus consumos intermédios. Há sectores - como os exportadores - que recebem mais IVA do que cobram, uma vez que o IVA é cobrado no destino da exportação. Mas há bens e serviços comercializados em Portugal com reembolsos de IVA ao contribuinte bem acima dos pagos ao Estado. Isso pode ocorrer por uma baixa nas vendas, mas também por uma fuga à facturação.

O IVA suportado pela economia representou em 2010 cerca de 80 por cento do IVA cobrado aos clientes. Foi assim no comércio, restauração ou actividades imobiliárias. Na agricultura, foi 4,5 vezes o que foi entregue ao Estado. Nos sectores de electricidade, água, transportes e de construção os valores ultrapassam as duas vezes.

Estes números são condizentes com as estatísticas do IRC, igualmente divulgadas no site da DGCI. Verificou-se em 2009 uma concentração da cobrança de IRC num número reduzido de empresas, indiciando uma forte evasão fiscal, que acaba por ser exponenciada pela acumulação de prejuízos fiscais. Só em 2009 foram 5,8 mil milhões de euros em 2009, um valor que tem vindo a crescer nos últimos anos e que pode ser abatido nos resultados positivos dos anos seguintes.

 

 

 

O que é uma interessante pergunta que ando a fazer há mais de 2 (DOIS)anos,sem qualquer resposta do Sr SEC EST ASS Fiscais e a pergunta é:

Se as emprêsas podem comprar casas de habitação ,em seu nome,para uso dos familiares ????? Ainda não tive resposta...parece-me obvio que NÃO DEVE SER LEGAL...,mas fazem assim...

publicado por blogdaportugalidade às 16:58
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OS PECs

 

ESTA DESIGUALDADE DE VENCIMENTOS EM PORTUGAL E EM EMPRÊSAS PUBLICO PRIVADAS também estão a dar cabo das finanças de PORTUGAL!!!

 Esta gente não tem vergonha na cara por que em cada ano económico lá vem estender a mão ao govêrno... e nós portugueses é que pagamos,pois

estas emprêsas até dão prejuizos ???

 

Outra há em que os produtos finais na residencia dos consumidores são cada vez mais caros e nós é que pagamos ,apesar de ver lucros constantes e prémios a ultrapassar centenas de vencimentos nacionais...

publicado por blogdaportugalidade às 11:03
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PARA O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA,já com muitos anos de governante....

                                                                                         SENHOR PRESIDENTE

 

Numa entrevista televisiva CONFIRMEI o quanto está de Mal neste país e continuaremos a estar por muitos anos ,isto é por duas ou três gerações.

 

Pois nessa entrevista em que tomaram parte o Sr Professor Avelino de Jesus e o Sr Juiz desembargador  ,que trabalhou durante muitos anos no Tribunal de contas,digo-lhe que confirmei tudo o que esperava quanto à situação financeira ,económica e estabilizadora do país :Não me admirei em NADA,pois já ndo a

dizer quase como futurologista que o país vai cair na BANCARRÔTA...è o que acontece .È o que aconteceu.

 

O Sr é o politico com tantas ou mais responsabilidades que o Sr Sócrates,pois foi Ministro das Finanças,Primeiro Ministro e Presidente da República numa série

de anos que daria para se aperceber que não estavamos na rota certa e o Sr NUNCA se declarou ,talvez por julgar que não o DEVIa fazer ,por que ficava fora das suas atribuições ,mas deixava fazer e deixava passar...e assim o Pôvo português foi levado ,não digo inocentemente ,mas por desleixo e o simbólico " deixa ver no que vai dar isto" e agora  ????

 

SR Presidente ,NÃO CONCORDO com o que fez.

O Presidente da república continua com os mesmos poderes ,o sistema politico é o mesmo ,lá vão as mesmas caras que nos fartamos de ver desde o 25 de Abril,sabendo nós quem é a classe politica.Por outro lado há que reduzir a gordura do Estado: Milhares de Institutos ,fundações,comissões ,empresas publico-privadas,a estender a mão...

Dou-lhe exemplos :TAP.CP,RTP e muitos etc...EStas estruturas tem que acabar como pedinte do Estado português...sabemos que são os locais preferidos

para colocação dos  familiares dos politicos,dos ex politicos,num atropelamento total dos direitos e bem estar dos portugueses...

 

A continuar assim,sem um PRTOGRAMA NACIONAL ,com propagandas eleitorais do FAZ DE CONTA,não JULGUE QUE VOU VOTAR...

 

Os politicos não dizem a VERDADE da situação financeira do país , e só isso faz com que os portugueses fiquem indiferentes aos pedidos de colaboração

e entusiasmo do Sr Presidente...É MALHAR NO FERRO FRIO...

 

Digo-lhe isto Sr Presidente ,por que fui autarca no tempo do anterior regime politico e podia dizer-se que era impossivel chegar-se ao ponto que se chegou

com esta DEMOCRACIA de alguns....

 

Olhe ,há tempos estava em ponta Negra e uns dias depois sairia um exame final para avaliação dos alunos e depois de uma conversa com os pais de uma aluna que se encontra em Paris a estudar,disse-lhes" olhe sabe o tema que irá sair  é a pergunta Por que é que a descolonização não chegou aos povos????

E aqui pergunto ,por que é que a DEMOCRACIA não chegou a todods os portugueses???Por que é que se escondem factos....Onde está o dinheiro que se DEVE??

Até  há mêdo de falar...,isto até na classe de engenheiros empregados em Câmaras Municipais....

 

                                                                          O que ficou escrito é para BEM DA NAÇÃO

 

 

Por Fonseca dos santos

 

01 de Abril de 2011

publicado por blogdaportugalidade às 10:07
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