Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

SINAIS AINDA MAIS PREOCUPANTES E A FALTA DE RESPEITO DO ESTADO E DO PR

 

AOFA
 
 
COMUNICADO
(2008NOV20)
 
INSTITUIÇÃO MILITAR: SINAIS PREOCUPANTES
 
REVISÃO DO SISTEMA RETRIBUTIVO
OPORTUNIDADE QUE SE PERDE
MANUTENÇÃO E AGRAVAMENTO DE INJUSTIÇAS
 
1.       De acordo com a agência noticiosa Lusa, Sua Exa. o Ministro da Defesa Nacional (MDN) aproveitou uma ida ao estrangeiro para afirmar que o anteprojecto do regime remuneratório dos militares “será lançado até ao final de 2008”.
 
2.       Mas Sua Exa. terá dito, ainda, que o anteprojecto, que “está a ser trabalhado entre as chefias militares e o ministério da Defesa, cumprirá todas as formalidades legais de audição”.
 
3.       Sucede que o “lançamento” do anteprojecto até ao final de 2008, será feito por Sua Exa. o MDN em claro desrespeito pelos prazos fixados na Lei nº 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, uma vez que tudo devia ter sido concluído até 1 de Setembro passado, como a AOFA oportunamente deu a conhecer à opinião pública.
 
4.       E Sua Exa., ao afirmar ir cumprir “todas as formalidades legais de audição”, está a colocar a questão nos exactos termos em que esse mecanismo legal vem sendo “cumprido”: apenas e tão-somente sob o ponto de vista formal.
 
5.       Com efeito, não é com os prazos exíguos em que os projectos são colocados à disposição das Associações Profissionais de Militares (APM) para apreciação (entregues às vezes no exacto dia em queestão a ser aprovados no Conselho de Ministros!), que esta pode ser feita adequadamente, uma vez que, como se sabe, a elaboração deste e doutros diplomas se arrasta há mais de dois anos, já passou por três Grupos de Trabalho (GT) e por vários subgrupos sectoriais.
 
6.       Mais: Sua Exa. o MDN não disse que não cumpriu outro normativo legal, o de integrar as APM nos GT, conforme a Lei Orgânica nº 3/2001, de 29 de Agosto, estabelece.
 
7.       Como se torna evidente, não é depois das decisões estarem tomadas e, por vezes até, aprovadas em Conselho de Ministros, que as APM conseguem introduzir qualquer alteração, por muito razoável que seja.
 
8.       E o resultado dessa política, para além do verdadeiro atentado à Democracia que constitui, vê-se no apreciável número de “remendos legislativos” que o MDN se vê, mais cedo ou mais tarde, forçado a publicar.
 
9.       Ora, Sua Exa. ter-se-á referido ao anteprojecto de sistema retributivo porque os jornalistas sobre ele fizeram perguntas.
 
10.    E essas perguntas só foram possíveis porque apareceu nos órgãos de comunicação social um documento sobre o sistema retributivo dos militares aparentemente verosímil.
 
11.    Segundo algumas interpretações, o documento teria surgido perante a opinião pública com o intuito de acalmar o mal-estar dos militares, a partir do conhecimento de pequenas melhorias retributivas que o mesmo parecia conter.
 
12.    Se essa intenção existiu, o excelente trabalho de alguns jornalistas encarregou-se, rapidamente, de lhe retirar qualquer efeito.
 
13.    Acerca desse documento, aliás, à falta de melhor, a AOFA já se pronunciou publicamente, devido a uma questão muito específica que convinha desde logo evidenciar para que houvesse a oportunidade de a corrigir de imediato, como consta que vai acontecer: a perda de direitos no cálculo da pensão de reserva para um número significativo de militares resultante da redacção do respectivo artigo 20º.
 
14.    Sobre o restante articulado, ainda à falta de melhor, vai agora a AOFA, por ser sua obrigação, fazer uma breve aproximação, tendo embora consciência do carácter aleatório de que ela se reveste.
 
15.    Assim:
·       Os projectos de diplomas estruturantes devem ser analisados, por todos os que emitem parecer, de uma forma que integre o conjunto dos que se encontram pendentes, dada a sua óbvia inter-relação, o que parece não estar a acontecer com este, conforme consta;
·       Como já foi abundantemente referido na comunicação social, mantém-se o fosso remuneratório entre os militares e as categorias profissionais que sempre constituíram as suas referências, dando-se o caso, caricato até, entre muitos outros, dos Comandantes do Estabelecimentos do Ensino Superior Militar auferirem menor remuneração do que professores que integram o respectivo corpo docente;
·       As verbas correspondentes a algumas posições remuneratórias, largamente noticiadas, já integram o valor do aumento atribuído à Administração Pública em 2009;
·       Cada militar, ao analisar a posição remuneratória que lhe foi destinada, deve verificar qual a importância líquida que vai receber, depois de deduzidos os descontos obrigatórios, nomeadamente para a Caixa Geral de Aposentações, ADM e IRS, sendo que neste último caso terá que projectar para 2009 as novas regras que o Orçamento vier a consagrar;
·       O artigo relativo ao suplemento de condição militar não integra o documento, correndo variadíssimas versões: que vai ser aumentado e que se está à espera da luz verde do Ministério das Finanças; que esse aumento, a existir, não será para todos, dele podendo ser excluídos os que transitam para a reserva, com óbvios reflexos na futura pensão de reforma, e os do activo no desempenho de determinado tipo de funções, o que, neste caso, terá reflexos até nos que se encontram na reforma, uma vez que a referência para a atribuição de complementos pelo Fundo de Pensões deixará de conter uma parcela significativa como esta;
·       Os escalões mudam de nome, passando a “posições remuneratórias”, o que parecendo constituir uma necessidade, para não levantar confusões, levanta algumas dúvidas, nomeadamente aos que se encontram na reforma e precisam de saber que referências têm para a atribuição de complementos de pensão;
·       A passagem do 1º para o 2º escalão, tinha lugar ao fim de dois anos de serviço efectivo no 1º e, agora, a progressão da 1ª para a 2ª posição remuneratória carecerá de três, o que terá consequências várias:
               - Maior demora na chegada a uma melhor remuneração;
               - Retardar os já de si bem lentos fluxos de carreira;
               - Colocar numa situação de profunda injustiça os que tinham transitado       para a reforma logo que chegaram ao 2º escalão do posto em que aquela teve lugar, face à referência com que vão ficar para o eventual pagamento de um complemento pelo Fundo de Pensões;
·       A progressão nos escalões vem-se processando tendo apenas como condição a permanência na efectividade de serviço, sendo que no projecto (?) aparece a possibilidade de não transitar, ainda que decorrido o período de três anos, o que determinará a existência de uma notificação que se teme possa vir a ser, entre outras eventuais hipóteses, a associação do sistema retributivo a uma avaliação do mérito que estabeleça quotas, como para a Função Pública (Nota - já vai constando, entretanto, que haverá a intenção de alterar a redacção num sentido semelhante ao actualmente em vigor para os escalões);
·       As despesas de representação são só para alguns oficiais generais, não sendo adoptado, sequer, um sistema idêntico ao da GNR;
·       A forma de cálculo da remuneração de reserva, conforme se estipula no artigo 20º, para além de não ser concordante com as disposições da alínea c) do nº 1 do artigo 152º do EMFAR, com a redacção do artigo 1º do Decreto-Lei nº 166/2005, de 23 de Setembro, o que implicará, por si só, a necessidade da sua reponderação, penaliza os militares abrangidos pelos mecanismos de salvaguarda estabelecidos nos nº 2, 3 e 4 do artigo 3º do citado Decreto-Lei nº 166/2005, confirmados, aliás, por Despacho de Sua Exa. o Ministro de Estado e das Finanças (MEF), de Novembro de 2006, e pelo Memorando de Suas Exas. os MEF e MDN (Nota – já vai igualmente constando que haverá a intenção de alterar a redacção do artigo 20º do projecto).
     
16. A AOFA tem que se servir da opinião pública como intermediária das suas posições perante o Ministério da Defesa Nacional, porque Sua Exa. o Ministro não cumpre o estabelecido na Lei Orgânica nº 3/2001, integrando-a nos Grupos de Trabalho que tratam matérias da sua competência, como é o caso.
 
17. E, como foi possível confirmar nos últimos tempos, o secretismo com que o MDN tem conduzido a elaboração de diplomas estruturantes para os profissionais militares, agravado pela experiência já vivida com a regressão nos seus direitos, vem provocando uma enorme desconfiança e a correspondente intranquilidade, com danos não negligenciáveis no moral e na motivação.
 
O PRESIDENTE - Carlos Manuel Alpedrinha Pires - Coronel de Artilharia
 
publicado por blogdaportugalidade às 11:21
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ESCLARECIMENTO CÁLCULO REMUNERAÇÃO RESERVA

 

 
AOFA
 
 
ESCLARECIMENTO CÁLCULO REMUNERAÇÃO RESERVA
 
Consta, que na sequência do comunicado de 12NOV08 da AOFA que se junta em baixo, o Gabinete de SEXA o SEDAM veio esclarecer, em 14NOV08, que, no que concerne ao artigo 20 do projecto, não houve, nem nunca existiu, qualquer intenção de alterar ou revogar o regime transitório da contagem do tempo de serviço relativo à remuneração de reserva constante do artigo 3º do DL 166/2005. E, para que não subsistissem dúvidas, terá afirmado a possibilidade de, no processo de consolidação da proposta de diploma, vir a consagrar no texto a remissão dos números 2,3 e 4 do art. 3º do DL 166/2005. Também as progressões horizontais se processarão conforme acordado com as Chefias Militares.
 
Espera-se que, agora, seja claramente inscrito nesse diploma para o efeito do cálculo da remuneração de reserva a referência aos 36 anos de tempo de serviço militar (e não aos 40 anos conforme consta da proposta), de acordo com as disposições da alínea c) do nº 1 do artigo 152º do EMFAR, com a redacção do artigo 1º do Decreto-Lei nº 166/2005:
“Declare, por escrito, desejar passar à reserva
depois de completar 36 anos de tempo de serviço
militar e 55 anos de idade;”
 
Correspondendo o MDN com esta clarificação às preocupações levantadas pela AOFA, verificamos com agrado que a acção da AOFA vem contribuindo para defender os interesses dos militares e salvaguardar a condição militar junto da tutela. No entanto esta forma indirecta de influenciar seria desnecessária se o MDN integrasse a AOFA nos Grupos de Trabalho e nos processos de formação da decisão como a lei determina.
 
Como acontece nos outros países Europeus em que existem Associações Profissionais de Militares, estas acompanham directamente todos os processos legislativos e constituem interlocutores privilegiados da tutela e das Chefias Militares para tratamento das matérias, face às quais assumem responsabilidades, em sede própria, perante os militares cujos interesses representam.
 
Não seria bem mais civilizado, respeitador dos direitos humanos e cívicos que assistem aos militares e cumpridor da lei em vigor, satisfazer o direito e a necessidade de informação, regularizando o processo de diálogo com os militares, assim colectivamente representados? Fica comprovada a utilidade insubstituível dessa relação.
 
O contrário é fomentador da maior insatisfação e instabilidade, como se vem manifestando já com significativos reflexos públicos e crescentes danos na moral e na motivação. Urge inverter esta situação.
 
AOFA
COMUNICADO
(2008NOV12)
 
INSTITUIÇÃO MILITAR: SINAIS PREOCUPANTES
 
NOVAS REGRAS PARA CÁLCULO DA REMUNERAÇÃO DE RESERVA?
PROJECTO “FANTASMA” LANÇA O PÂNICO ENTRE MILITARES
 
 
1.        Coincidindo com a publicação, num jornal de grande tiragem, de trechos significativos construídos a partir de dados do mesmo, centenas de militares receberam nos seus “e-mail” aquilo que parece ser um projecto de diploma relativo ao sistema retributivo.
 
2.        Numa situação normal, a AOFA aguardaria pelo conhecimento de facto do projecto propriamente dito para se pronunciar.
 
3.        No entanto, a divulgação deste projecto, “fantasma” ou não, lançou grande perturbação entre uma série de militares que se julgavam a coberto das disposições transitórias constantes nos nº 2, 3 e 4 do artigo 3º do Decreto-Lei nº 166/2005, de 23 de Setembro, no que diz respeito à passagem à reserva e à reforma, e que, de repente, se viram confrontados com uma redacção (artigo 20º do tal “documento”) que, a ser verdadeira, lhes retira direitos que consideravam desde então assegurados e posteriormente foram até confirmados por um Despacho interpretativo de Sua Exa. o Ministro de Estado e das Finanças (MEF) de 2006, reconfirmado em 2007 num Memorando de Suas Exas. os MEF e Ministro da Defesa Nacional (MDN).
 
4.        E não se diga que a redacção constante do artigo 20º do projecto “fantasma”, se for assumida como verdadeira, não prejudica seja quem for, porque pode abrir caminho a um processo interpretativo da Caixa Geral de Aposentações (CGA) desfavorável, como o que determinou a necessidade da dupla confirmação referida em 3., e, mesmo que isso não aconteça, obrigará certamente muitos militares ao pagamento de quotas extra para a aposentação, devido à necessidade de utilizar o aumento de tempo decorrente da aplicação da tabela do calendário de transição do Decreto-Lei nº 166/2005.
 
5.        Inúmeros oficiais há que se dispõem a passar à situação de reserva, antes da publicação do novo diploma, devido às disposições do projecto “fantasma”.
 
6.        E terão que declarar a intenção de o fazerem até ao próximo dia 15 de Novembro, uma vez que lhes é exigida essa antecedência.
 
7.        Senhor Ministro da Defesa Nacional.
Excelência.
Insiste V. Exa. em não cumprir a Lei Orgânica nº 3/2001, de 29 de Agosto, não integrando as Associações Profissionais de Militares (APM) nos Grupos de Trabalho que tratam matérias que constituem suas competências, o que, para além do mais, não permite a ponderação de posições adequadamente fundamentadas.
 
8.        Senhor Ministro da Defesa Nacional.
Excelência.
A confirmar-se a veracidade do projecto que por aí circula:
·        Com a crise de confiança que reina entre os militares, como acalmar os que se encontram preocupados, evitando, deste modo, a saída prematura de quadros experientes, altamente qualificados, muitos deles das tropas especiais?
·        Dada a exiguidade do prazo que resta para que a tentação da saída não se concretize, para quando o momento e o local oportunos para ouvir a AOFA e aproveitar os seus contributos?
 
O SECRETÁRIO-GERAL
Heitor Sequeira Alves
Capitão-de-Mar-e-Guerra
 
 
 
publicado por blogdaportugalidade às 11:19
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

UM EXEMPLO FINLANDÊS para o SR PM,arredado das avaliações...possa emitir uma opinião.

 ESTA CARTA DEVE SER DIRIGIDA AO SR PRIMEIRO MINISTRO,embora seja da opinião que deve haver AVALIAÇÃO para os professores ,noutros moldes e avaliação continua para os alunos...
 

 
 
 
 
ESCOLA - Finlândia versus Portugal

Seria uma obra de caridade que esta missiva chegasse ao seu destinatário...

Sr. Primeiro Ministro:


Como Vª Exª tem a mania de nos comparar com a Finlândia, venho por este meio dar o meu pequeno contributo sobre as comparações que tanto
gosta de fazer entre os 2 distantes, mas dignos, Países
:

1. Na Finlândia as turmas têm 12 alunos;
 

2. Na Finlândia há contínuos, aliás - políticamente correcto -"auxiliares de accção educativa", acompanhando constantemente os professores e educandos;
 

3. Na Finlândia, as crianças são educadas pelos pais no intuito de respeitarem a Escola e os Professores;
 

4. Na Finlândia todas as turmas QUE TÊM ALUNOS com necessidades educativas especiais, têm na sala de aula um professor especializado a acompanhar o aluno que necessita de apoio;
 

5. Na Finlândia as aulas terminam às 3 da tarde e os miúdos vão para casa brincar, estudar;
 

6. Na Finlândia o ensino é totalmente gratuito inclusivamente os LIVROS, CADERNOS E OUTRO MATERIAL ESCOLAR;
 

7 . Na Finlândia não há avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!
 

8. Na Finlândia os professores têm tempo para preparar aulas e são felizes.

Nota alguma diferença???

Muito obrigado pela atenção!!!!

 


 
publicado por blogdaportugalidade às 16:34
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VAI UM EXEMPLO BRITANICO ....na EDUCAÇÃO

Exemplo Britânico

 DIVULGUEM O MAIS POSSÍVEL... PARA VER SE A NOSSA MINISTRA LÊ ISTO E  TOMA  UMA ATITUDE EM VEZ DE UMA ÁGUA DAS PEDRAS:


  O exemplo britânico. Os pais dos alunos com comportamentos violentos nas escolas britânicas vão passar a ser multados num valor que pode ir até aos 1450 euros. 'As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, seja quais forem as motivações' sublinhou a Secretária de Estado para as Escolas. Disse também que ' as crianças têm de distinguir o bem e o mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira'. Acrescentou ainda que 'vão reforçar a autoridade dos professores, dando-lhes confiança e apoio para que tomem atitudes firmes face a todas formas de má conduta por parte dos alunos'. A governante garantiu que 'as novas regras transmitem aos pais uma mensagem bem clara para que percebam que a escola não vai tolerar que eles não assumam as suas responsabilidades em caso de comportamento violento dos seus filhos. Estas medidas serão sustentadas em ordens judiciais para que assumam os seus deveres de pais e em cursos de educação para os pais, com multas que podem chegar às mil libras se não cumprirem as decisões dos tribunais'. O Livro Branco dá ainda aos professores um direito 'claro' de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário.


Em Portugal, como todos sabemos, o panorama é radicalmente diferente. Por cá, continua a vingar a teoria do coitadinho: há que desculpabilizar as crianças até ao limite do possível, pois considera-se que o aluno é intrinsecamente bem formado, o que o leva a assumir comportamentos desviantes são factores externos (contexto social e familiar) que ele coitado não consegue superar. Temos assim que o aluno raramente é penalizado e quando o é, os castigos ficam-se na sua maioria por penas ligeiras, não vá correr-se o risco de o menino/a sofrer traumas que o podem marcar para o resto da vida. As notícias sobre actos de vandalismo, de agressão, de indisciplina e de violência praticados em contexto escolar que, com progressiva frequência vamos conhecendo, deviam merecer da parte de quem tutela a educação, medidas mais enérgicas que infelizmente tardam em chegar.

 

publicado por blogdaportugalidade às 16:32
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A CAMPANHA do ME PARA DEMOVER OS PROFESSORES...

 

Muita gente não quer acreditar que uma coisa destas possa ocorrer. A campanha do ME para tentar convencer os professores individualmente a serem avaliados (visto no colectivo não estar a ter sucesso) segundo este famigerado modelo já começou... Esta a mensagem modelo enviada para os professores por internet.
 
 Nov 18 18:26
Subject: Fwd: Avaliação de desempenho


Exmo(a) Sr(a). Professor.

Com o objectivo de apoiar as escolas na implementação do processo de Avaliação do Desempenho dos docentes, a Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação disponibiliza a presente aplicação informática a qual irá sendo preenchida à medida que os agrupamentos e escolas não agrupadas vão estruturando o processo.

Nesta fase está já disponível a possibilidade de cada docente apresentar os seus objectivos. Uma vez submetidos e tendo em conta o calendário definido em cada Agrupamento/escola, o avaliador do órgão de administração e gestão acede aos mesmos para efeito de validação.

A aplicação está disponível no seguinte endereço: https://concurso.dgrhe.min.edu.pt/DefinicaoObjectivos2008.
Qualquer dúvida de funcionamento deverá ser colocada ao órgão de gestão, o qual terá apoio através do seguinte endereço:
https://concurso.dgrhe.min-edu.pt/PerguntaResposta2

DGRHE


 
publicado por blogdaportugalidade às 16:28
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AVALIAÇÕES...No fim de contas também se DEVEM FAZER AOS POLITICOS,mais do que a ninguém por que deixaram este país na LAMA

QUEM PRECISA DE SER AVALIADO É O GOVERNO
120.000 Docentes protestam contra o Cinismo do Ministério da Educação
 
Antonio Justo
Na primeira manifestação, saem 100.000 professores a protestar para a rua. São enxovalhados pelo Ministério da Educação (ME) e a Nação assiste a discussões degradantes para um Estado que se preze. No passado dia 15, protestam 120.000 docentes em Lisboa. Esta manifestação foi convocada por movimentos independentes de professores preocupados com a degradação do ensino em Portugal.
 
A apoiar os professores, manifestam-se os sindicatos e todas as facções políticas, menos a maioritária PS que governa. As direcções escolares, para não serem desobedientes perante o governo queixam-se do clima de tensão e mal-estar nas escolas, clima esse que impede a sua boa gestão.
 
O Governo de Sócrates quer avaliar, mas foge a qualquer critério de avaliação e não conhece a pedagogia nem a dinâmica de grupo. Em nome da remodelação de Portugal, refugia-se em estratégias autoritárias e demagógicas, próprias dos tempos dum Portugal antiquado e analfabeto.
 
Assiste-se a um excesso de exigências mas para as quais falta o sentido. O problema da avaliação dos professores que obriga, uma classe acomodada a protestar em peso, talvez seja um sinal duma certa consciência cívica nascente. Talvez Portugal comece a acordar.
Sem discussão nem preparação, o Ministério da Educação impõe medidas nascidas de reuniões burocráticas ao serviço duma realidade virtual. O Governo Português, no seguimento duma política da aparência, já que não tem muito para apresentar aos parceiros europeus, quer melhorar as estatísticas e mostrar zelo na aplicação de intenções da Uniao Europeia.
 
O ME, habituado a ter os sindicatos como acólitos encontra-se agora em maus lençóis. Os sindicatos são obrigados a deixar de andar debaixo das saias do poder, tendo agora de correr para acompanhar a pedalada dos professores.
 
Dum lado os professores de pele fina sensível, do outro a ministra com pele de lobo, e de premeio pais e alunos com pele de elefante.
 
A situação está tão má para o Governo que Vitorino, o jogador avançado do governo na TV, até já propôs na entrevista televisiva, que a avaliação fosse examinada por uma “Comissão de Sábios”. Camufladamente, o Governo apresenta, ao público distraído português, uma solução que vem salvaguardar os interesses do ME e dos seus cúmplices. Assim poderão salvar a imagem da Ministra da Educação e a superficialidade dum chefe do Governo, que se permite continuar, por tanto tempo, um espectáculo triste, só possível em Portugal.
 
Para melhor iludir o povo, e dar a impressão de espírito de diálogo, a ministra reúne-se com organizações e instituições para ganhar tempo e não ter de dar a mão à palmatória. Um abuso e um cinismo que só um povo português, com pele de elefante, poderá aguentar. No fim o ME em sintonia com os Sindicatos optarão pelo tal “Comissão dos Sábios” e assim o senhor primeiro-ministro poderá seguir a sua estratégia de reservar para si as melhores sardinhas, podendo então anunciar a expulsão do problema para a tal comissão. A política de ataque seguida pelo Governo em tempo u´til e pelo ME só seria compreensível em contexto de campanhas eleitorais. Confundem a mudança que o mundo moderno exige com dirigismo e facilitismo escolar.
 
Enquanto outros países tomam a sério o resultado do estudo comparativo do aproveitamento escolar (PISA), o nosso Governo anda na caça das bruxas!
 
Há mais marés que marinheiros!...
 
António da Cunha Duarte Justo
publicado por blogdaportugalidade às 16:18
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Salários de Militares portugueses ...não incluem as horas extraordinárias....

 

 

 

 

Ouvindo este deputado brasileiro  faz-me lembrar o que se tem passado  nestes 34 anos ,pós 25 de Abril...

 

Está na hora de parar "esta bobage"...diz o deputado...e nós ???

 

No entanto ouçam  por que dá a impressão que se passa tudo por cá...

 

 

 

Lisboa 18 de Novembro de 2008

publicado por blogdaportugalidade às 20:28
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

AQUI VÃO OS SALÁRIOS para os trabalhadores que nos fazem trabalhar !!!!!!!

 

 

 

C:\Documents and Settings\Fonseca dos Santos\Definições locais\Temp\IM\Salarios (RevistaSabado).pdf

 

 

Lisboa 16 Novembro de 2008

publicado por blogdaportugalidade às 19:33
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Até tu Magalhães traíste as nossas criançinhas?????

 
 
 
Educação
Sócrates entregou Magalhães só para a fotografia
José Sócrates esteve na Escola do Freixo, em Ponte de Lima, a entregar computadores aos alunos do 1.º ciclo. Mas, depois de o primeiro-ministro ir embora, as crianças tiveram de devolver os Magalhães
 
 

A Escola do Freixo, em Ponte de Lima, foi o palco escolhido por José Sócrates, na passada quarta-feira, para mais uma acção de promoção dos computadores da JP Sá Couto para o 1.º ciclo. Sócrates chamou os jornalistas e distribuiu os Magalhães pelas crianças. Mas, terminada a cerimónia oficial, os portáteis tiveram de ser devolvidos.

Contactado pelo SOL, o conselho executivo da Escola do Freixo explicou que as crianças não puderam ficar com os computadores, «porque há questões administrativas a tratar».

A mesma fonte – que não se quis identificar – assegura que os Magalhães «estão na escola», mas explica que isso não significa que os alunos do Freixo vão receber os portáteis mais depressa do que as crianças de outros estabelecimentos de ensino.

«Não sabemos quando é que os computadores vão ser distribuídos», admitiu, acrescentando que a entrega «depende da logística administrativa».

Antes da entrega real dos equipamentos, a escola vai ter de «preencher toda a papelada e os pais que não estiverem abrangidos pelo 1.º escalão da acção social escolar vão ter de fazer o pagamento do computador». Um processo que a escola admite desconhecer quanto tempo poderá demorar.

Fica também por esclarecer se os Magalhães que Sócrates já deixou na escola serão suficientes para todas as crianças. A Escola do Freixo tem 185 alunos inscritos no 1.º ciclo, mas o conselho executivo diz não saber quantos portáteis foram entregues na cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro. «Não sei quantos computadores cá ficaram», disse ao SOL um elemento do conselho executivo.

Ao que o SOL apurou, foi explicado a alguns alunos que os computadores tinham de ser devolvidos no final da visita de Sócrates por terem problemas nas baterias. No entanto, o conselho executivo da Escola do Freixo garante que «as crianças sabiam» que não iam ficar com os Magalhães naquele dia, porque lhes «foi explicado que era preciso realizar alguns procedimentos administrativos».

margarida.davim@sol.pt

publicado por blogdaportugalidade às 19:12
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O que tem piada é exigir o máximo de 35 anos ...Os melhores são os já REFORMADOS

REFORMADOS ACTIVOS - SOMOS OS MELHORES
 
 
 * O nosso Presidente da República é um reformado;
 
* o nosso mais "mortinho por ser" candidato a Presidente da República é um reformado;
 
* o nosso ministro das Finanças é um reformado;
 
* o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
 
* o ministro das Obras Públicas é um reformado;
 
* gestores activíssimos como Mira Amaral (lembram-se?) são reformados;
 
* o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
 
* entre os autarcas, "centenas, se não milhares" de reformados - garantiu-o
o presidente da ANMP
 
* o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado. E assim por diante...
 
Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a
reformados?
 
Que valoriza os seus quadros independentemente de já estarem a ganhar uma pensãozita?
 
Que combate a exclusão e valoriza a experiência dos mais (ou menos...)
velhos?
 
Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que nós.
 
Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso "Estado social"...
 
 

publicado por blogdaportugalidade às 19:07
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