Segunda-feira, 21 de Março de 2011

VENHA O FMI para acabar com a GORDURA DO ESTADO CADA VEZ MAIOR:::E FAZEM DE CONTA :PARA POLITICOS DESCONTA AQUI E AUMENTA MAIS NAS DESPESAS DEREPRESENTAÇÃO;VIATURAS ,TELEMOVEIS E OUTRAS DESPESAS QUE SÓ SE VÊEM À LUPA....

 

Assunto:  São factos!



 

Para o caso, muito provável, de alguém ainda ter dúvidas sobre a REALIDADE Portuguesa actual e a quem devem ser pedidas responsabilidades, esta parte da história começou aqui: "Equipas técnicas do BCE e da Comissão Europeia estiveram em Portugal durante duas semanas, até dia 10 de Março, a desenhar com o Governo português as novas medidas de austeridade." e isto só foi do nosso conhecimento, em devido tempo, porque houve uma fuga de informação que levou o "Negócios" a publicar.

 

Forçado pelas circunstâncias a pedir ajuda, Sócrates criou um (mais um) número de ilusionismo para tentar levar o PSD a eleições nas condições que lhe, a ele Sócrates, são mais favoráveis. Assim pensa pelo menos.

 

O PEC IV é a ajuda externa!!! no mínimo o início formal do processo. O que [Sócrates] tenta, é diferenciar siglas(!!), as boas e desejadas: "BCE, FEEF"; a má "FMI". Na lógica da estratégia por ele definida, se a sigla não for "FMI", ele vence (e aqui chegados), se for... também.

 

Convenhamos que é provável, que os menos atentos, comprem a patranha Socialista, de transferir a "culpa" pela actual situação, e do que ainda falta vir, para a oposição, PSD em particular por razões óbvias, tal é a bateria de meios que estão a ser utilizados e a repetição constante desta mensagem, para além do PM, por Secretários de Estado de 2.ª classe, Ministros, o Líder Parlamentar e outros seguidores, todos dizem a mesma coisa várias vezes ao dia, todos os dias. Tenham a certeza que o objectivo é voltar a ganhar as eleições. E se isso não acontecer, prepara-se o caminho para um regresso "cheios de razão".

 

A teoria que tentam vender (e que muito indígena vai comprar, não tenhamos dúvidas) é que a ajuda a pedir, formalmente, só acontecerá porque a oposição, particularmente o PSD, "não acompanhou o governo no PEC IV" e devido a essa decisão "irresponsável" e "anti-patriótica" da oposição, a situação vai piorar, tudo vai ainda ser muito pior, logo eles são os bons e os outros os maus!

 

Ora porque é, segundo a teoria Socialista, "irresponsável" e "anti-patriótica" a atitude da oposição? porque se recusa a negociar com o governo a "viabilização" da "salvação de Portugal".

 

Acontece que isto é uma total mistificação. O governo aceitou e assumiu como compromisso este novo PEC (condição imposta), em nosso nome, com Bruxelas, Frankfurt e Berlim, para garantir essa ajuda, ou parte da ajuda. isto é, a oposição não aceita negociar, não só por razões de natureza política partidária mas também, e particularmente, porque não há nada de substancial para negociar, e se houvesse não seria com o governo desta triste República, mas sim com quem nos pode ajudar e ai não sendo governo, formalmente não são parte. O extraordinário é que, segundo a teoria Socialista, quem tem que arcar com as "culpas", pela situação por eles Socialistas criada, é a oposição. Brilhante do ponto de vista do "jogo político puro".

 

Num sistema político "normal", com um governo "normal" este teria já explicado ao "Povo" qual é a real situação (que mais não é do que a sua obrigação) e o que deve ser feito para evitar a ruptura total e iniciar um caminho de recuperação, com todas as consequências e dores associadas, aceitando o governo, as consequentes consequências politicas. Acontece que com Sócrates e o seu Partido nada é normal.

 

Acresce que Zézito, para mal dos nossos pecados é um competente político(com tudo o que isso comporta) mas um péssimo governante. Saindo do lugar de PM tem um (vários) problema grave para resolver. Voltar para desenhador da CM da Guarda ou da Covilhã? pouco, muito pouco para tão grande ego! vai desenhar Pontes ou Barragens? embora ele tenha uns papeis que digam que sim, que pode, ele não sabe fazer nada disso! então o que fazer? lutar pelo poder até ao fim, fugindo para a frente, arrastando-nos a todos nesta louca e irresponsável vertigem.

 

O guião deste jogo político até que era interessante se no caminho dos Socialistas não estivéssemos todos nós.

 

PRF

 

Por Helena  Garrido - Helenagarrido@negocios.pt

"Portugal já está a ser ajudado e enfrenta já uma violentíssima falta de acesso aos mercados financeiros.

Não é uma opinião, são factos. Só lhe falta fazer o pedido formal de ajuda. Que é inevitável. E isto, sim, é uma opinião, sustentada pelos factos.

 

Comecemos pelos factos que demonstram que o acesso a financiamento externo estava, e está, lentamente a fechar-se para Portugal - ainda antes da crise política.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=474239

1. O Estado português está há meses a ser apoiado pelo Banco Central Europeu através da compra de dívida pública portuguesa no mercado secundário, para combater a subida da taxa de juro. Não se conhecem os montantes, porque o BCE não os divulga, mas uma estimativa de um banco de investimento internacional aponta para valores da ordem dos 18 mil milhões de euros.

2. Os bancos portugueses, que não se conseguem financiar no mercado desde o primeiro trimestre do ano passado, estão a obter recursos do BCE por troca de títulos que têm em carteira. O último montante que se conhece, relativo a Fevereiro, é de 41 mil milhões de euros. E este ano os bancos portugueses precisam, obviamente, de recursos para pagar dívida que chega ao fim da maturidade.

3. Com os valores estimados para o Estado e os contabilizados para a banca, o apoio do BCE a Portugal rondará quase 60 mil milhões de euros. Apenas como referência, porque não se podem fazer comparações directas, o empréstimo a sete anos e meio que o FMI e o Fundo Europeu de Estabilização Financeira acordou para a Irlanda é de 85 mil milhões de euros.

4. A Refer, uma empresas pública de infra-estruturas ferroviárias, não conseguiu financiar-se no mercado, ou seja, falhou uma emissão.

5. A Parpública não conseguiu colocar os títulos que corresponderiam a mais uma fase da privatização da EDP - obrigações permutáveis.

São cinco factos a que se podem somar "não factos", ou seja, a ausência de operações de financiamento no mercado por parte de grandes empresas.

Aos factos que expõem as dificuldades crescentes de acesso a financiamento acrescentam-se os mais recentes factos que apontam para um apoio mais activo da Europa a Portugal:

1.
Equipas técnicas do BCE e da Comissão Europeia estiveram em Portugal durante duas semanas, até dia 10 de Março, a desenhar com o Governo português as novas medidas de austeridade.

2.
Portugal foi o único país do euro que antecipou o seu programa de estabilidade, e apresentou-o numa Cimeira Extraordinária da Zona Euro - acontecimento raro - onde a situação financeira do País foi um dos principais temas.

3.
A Comissão Europeia e o BCE fizeram um comunicado conjunto sobre Portugal, um facto inédito. No fim dessa declaração, lemos uma frase igualmente invulgar: as duas instituições vão fiscalizar a concretização das medidas por parte de Portugal.

Numa forma dura e crua, pode dizer-se que Portugal está já a ser governado a partir de Bruxelas e Frankfurt. E que já está tudo preparado para o Governo fazer o pedido formal de ajuda financeira à Europa e ao FMI.

Factos são factos. O resto, a dita crise política, é o jogo da culpa. O Governo, pelo que disse ou pelo que não fez, quer tirar de cima de si a culpa do pedido de ajuda financeira. Um jogo que nos vai sair caro, que vai exigir ainda mais medidas de austeridade.

 

publicado por blogdaportugalidade às 14:29
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