Terça-feira, 14 de Julho de 2009

O DESFILE MILITAR E AS COMEMORAÇÔES DO DIA DA TOMADA DA "BASTILHA"...O RESPEITO PELOS SIMBOLOS DA REPÚBLICA...

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O 14 de Julho e os símbolos da República

 

 


o "14 de julho"

Essa data é histórica não só para a França. Ela é conhecida em todo o mundo e freqüentemente representa uma virada da história, a da passagem da monarquia absoluta para regimes republicanos.

 
Tomada da Bastilha © Photothèque des musées de la Ville de  Paris  - 61 ko
Tomada da Bastilha © Photothèque des musées de la Ville de Paris
A Bastilha, ao ser tomada, faz caírem com ela as monarquias absolutas, além de marcar de maneira simbólica o início de novas aspirações das quais a "declaração dos direitos do homem", de agosto de 1789, definirá os principais valores que ainda hoje são referência e inspiraram largamente a "Declaração Universal do Direitos do Homem" adotada em 1948 pela Assembléia Geral das Nações Unidas.


A Marselhesa

Originalmente canto de guerra revolucionário e hino à liberdade, a Marselhesa impôs-se progressivamente como hino nacional. Hoje ela acompanha a maior parte das manifestações oficiais.

-  história

Em 1792, após a declaração de guerra do Rei da Áustria, um oficial francês do destacamento de Estrasburgo, Rouget de Lisle, compõe, na noite de 25 para 26 de abril, com o prefeito da cidade, Dietrich, o "Canto de guerra para o exército do Reno".

Esse canto é repetido pelos federados de Marselha que participam da insurreição das Tulherias, em 10 de agosto de 1792. Seu sucesso é tão grande que ele é declarado canto nacional em 14 de julho de 1795.

Proibida durante o Império e a Restauração, a Marselhesa volta a ter prestígio na Revolução de 1830, e Berlioz elabora para ela uma orquestração que dedica a Rouget de Lisle.

A IIIª República (1879) transforma-a em hino nacional e, em 1887, uma "versão oficial" é adotada pelo ministério da guerra, depois de aprovada por uma comissão.

Foi também durante a IIIª República, em 14 de julho de 1915, que as cinzas de Rouget de Lisle foram transferidas para o Hôtel des Invalides.

Em setembro de 1944, uma circular do ministério da Educação Nacional determina o canto da Marselhesa nas escolas para "celebrar nossa libertação e nossos mártires".

O caráter de hino nacional é novamente confirmado nas constituições de 1946 e de 1958 (artigo 2).

-  O autor

Nascido em 1760 em Lons-le-Saunier, Claude-Joseph Rouget de Lisle era um bravo capitão, mas teve uma carreira militar bastante curta. Revolucionário moderado, ele foi salvo do "Terror" (perseguição contra os jacobinos, republicanos, religiosos, etc.) graças ao sucesso de seu canto. Autor de alguns romances e óperas, durante o Império e a Restauração ele vive à sombra até o seu falecimento em Choisy-le-Roi em 1836.

-  A partitura

Em poucas semanas, o "Hino dos Marselheses" espalha-se pela Alsácia, sob a forma de manuscrito ou impresso, e depois é reproduzido por inúmeros editores parisienses. O caráter anônimo das orimeiras edições fez com que se duvidasse que Rouget de Lisle, compositor aliás considerado medíocre, tivesse sido seu verdadeiro autor.

Não há apenas uma versão da Marselhesa que, desde o início, foi musicada sob diversas formas, com ou sem canto. Assim, em 1879, a Marselhesa é declarada hino oficial sem que seja determinada a versão, e uma grande desordem musical podia ocorrer no momento em que formações diferentes estivessem reunidas.

Assim, a comissão de 1887, composta de músicos profissionais, estabeleceu uma versão oficial, depois de remanejar o texto melódico e a harmonia.

O Presidente Valéry Giscard d’Estaing desejou que se voltasse a uma execução mais próxima da origem da obra e fez com que o ritmo voltasse a ser mais lento. Hoje, a versão executada nas cerimônias oficiais é uma adaptação da versão de 1887.

Paralelamente, a Marselhesa foi adaptada por intérpretes de gêneros atuais, inclusive de jazz.

-  A letra

1- Avante, filhos da Pátria, O dia da Glória chegou. O estandarte ensangüentado da tirania Contra nós se levanta. Ouvís nos campos rugirem Esses ferozes soldados? Vêm eles até nós Degolar nossos filhos, nossas mulheres. Às armas cidadãos! Formai vossos batalhões! Marchemos, marchemos! Nossa terra do sangue impuro se saciará!

2- O que deseja essa horda de escravos de traidores, de reis conjurados? Para quem (são) esses ignóbeis entraves Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis) Franceses! Para vocês, ah! que ultraje! Que elans deve ele suscitar! Somos nós que se ousa criticar sobre voltar à antiga escravidão!

3- Que! essas multidões estrangeiras Fariam a lei em nossos lares! Que! as falanges mercenárias Arrasariam nossos fiéis guerreiros (bis) Grande Deus! por mãos acorrentadas Nossas frontes sob o jugo se curvariam E déspotas vís tornar-se-iam Mestres de nossos destinos!

4- Estremeçam, tiranos! e vocês pérfidos, Injúria de todos os partidos, Tremei! seus projetos parricidas Vão enfim receber seu preço! (bis) Somos todos soldados para combatê-los, Se nossos jovens heróis caem, A França outros produz Contra vocês, totalmente prontos para combatê-los!

5- Franceses, em guerreiros magnânimes, Levem/ carreguem ou suspendam seus tiros! Poupem essas tristes vítimas, que contra vocês se armam a contragosto. (bis) Mas esses déspotas sanguinários Mas esses cúmplices de Bouillé, Todos esses tigres que, sem piedade, Rasgam o seio de suas mães!...

6- Entraremos na batalha Quando nossos antecessores não mais lá estarão. Lá encontraremos suas marcas E o traço de suas virtudes. (bis) Bem menos ciumentos de suas sepulturas Teremos o sublime orgulho De vingá-los ou de seguí-los.

7- Amor Sagrado pela Pátria Conduza, sustente nossos braços vingativos. Liberdade, querida liberdade Combata com teus defensores! Sob nossas bandeiras, que a vitória Chegue logo às tuas vozes virís! Que teus inimigos agonizantes Vejam teu triunfo e nossa glória.


Liberdade, Igualdade, Fraternidade

Herança do século das Luzes, o lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" é invocado pela primeira vez durante a Revolução Francesa. Muitas vezes questionado, ele acaba se impondo na IIIª República. Ele está inscrito na constituição de 1958 e hoje faz parte de nosso patrimônio nacional.

Associadas por Fénelon ao final do século XVII, as noções de liberdade, igualdade e fraternidade são amplamente difundidas no século das Luzes.

Durante a Revolução Francesa, "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" faz parte dos inúmeros lemas invocados. No discurso sobre a organização das guardas nacionais, Robespierre preconiza, em dezembro de 1790, que as palavras "O Povo Francês" e "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" sejam inscritos nos uniformes e nas bandeiras, porém seu projeto não é adotado.

A partir de 1793, os parisienses, rapidamente imitados pelos habitantes das outras cidades, pintam nas fachadas de suas casas as seguinte palavras: "unidade, indivisibilidade da República; liberdade, igualdade ou a morte". Mas logo são convidados a apagar a última parte da fórmula, demasiadamente associada ao "Terror"...

Como muitos dos símbolos revolucionários, o lema cai em desuso durante o Império. Ele ressurge durante a Revolução de 1848, marcado por uma dimensão religiosa, quando os padres celebram o Cristo-Fraternidade e abençoam as árvores da liberdade que são plantadas nessa ocasião. Quando é redigida a constituição de 1848, o lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", é definido como um "princípio" da República.

Desprezado pelo Segundo Império, ele acaba se impondo na IIIª República. Ainda são observadas, no entanto, algumas resistências, inclusive entre os partidários da República: algumas vezes dá-se preferência à solidariedade ao invés da igualdade, que pressupõe um nivelamento social, e a conotação cristã de fraternidade não é aceita por unanimidade.

O lema volta a ser inscrito no alto das fachadas dos edifícios públicos durante a celebração do 14 de julho de 1880. Ele consta das constituições de 1946 e de 1958 e hoje é parte integrante de nosso patrimônio nacional. Ele é encontrado nos objetos de grande circulação como as moedas e os selos.


A bandeira francesa

Emblema nacional da Vª República, a bandeira tricolor nasceu da reunião, durante a Revolucão Francesa, das cores do rei (branco) e da cidade de Paris (azul e vermelho). Hoje, a bandeira tricolor tremula no alto de todos os edifícios públicos; na maior parte das cerimônias oficiais, civis ou militares, ela é desfraldada.

-  A história

Nos primeiros dias da Revolução Francesa, asrês cores são primeiramente reunidas sob a forma de um cocar. Em julho de 1789, pouco antes da tomada da Bastilha, uma grande agitação reina em Paris. É constituída uma milícia; ela traz como distintivo um cocar bicolor composto das antigas cores de Paris, o azul e o vermelho. Em 17 de julho, Luís XVI vai a Paris para fazer o reconhecimento da nova Guarda Nacional. Ele ostenta o cocar azul e vermelho ao qual Lafayette, comandante da Guarda teria, ao que parece, acrescentado o branco real.

A lei de 27 pluvioso do ano II (15 de fevereiro de 1794) faz da bandeira tricolor o pavilhão nacional, determinando, conforme as recomendações do pintor David, que o azul ficasse próximo à haste.

O século XIX conhece um enfrentamento entre o branco dos adeptos legítimos da realeza e as três cores herdadas da Revolução. A bandeira branca volta a ter todas as honras durante a Restauração, mas Luís-Philippe retoma a bandeira tricolor, acrescentando-lhe o galo gaulês.

Durante a revolução de 1848, embora a bandeira tricolor seja adotada pelo goverrno provisório, é a bandeira vermelha que o povo empunha nas barricadas, em sinal de revolta.

Na IIIª República, estabelece-se progressivamente um consenso em torno das três cores. A partir de 1880, a entrega das bandeiras às forças armadas durante a festa do 14 de julho é um momento de grande exaltação do sentimento patriótico.

Se o conde de Chambord, pretendente ao trono da França, jamais aceitou a bandeira tricolor, os adeptos da realeza no entanto acabaram aderindo a ela durante a Primeira Guerra Mundial.

-  A bandeira francesa hoje

As constituições de 1946 e de 1958 (artigo 2) fizeram da bandeira tricolor o emblema nacional da República.

Hoje, a bandeira francesa é vista em todos os edifícios públicos. Ela é desfraldada por ocasião das cerimônias nacionais e todas as honras lhe são prestadas de acordo com um cerimonial bastante preciso. Quando o Presidente da República fala em público, a bandeira francesa é sempre colocada atrás dele. Conforme as circunstâncias, encontra-se também a bandeira européia ou a bandeira de outro país.


A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

Inspirada na declaração da independência americana de 1776 e no espírito filosófico do século XVII, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 marca o fim do Antigo Regime e o início de uma nova era. Expressamente visada pela Constituição da Vª República, hoje ela faz parte de nossos textos de referência.

-  A história A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, juntamente com os decretos de 4 e 11 de agosto de 1789 sobre a supressão dos direitos feudais, é um dos textos fundamentais voltados pela Assembléia Nacional Constituinte, formada em decorrência da reunião dos Estados Gerais.

Adotada em seu princípio antes de 14 de julho de 1789, ela ocasiona a elaboração de inúmeros projetos. Após exaustivos debates, os deputados votam o texto final em 26 de agosto de 1789.

Ela é composta de um preâmbulo e 17 artigos referentes ao indivíduo e à Nação. Ela define direitos "naturais e imprescritíveis" como a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão. A Declaração reconhece também a igualdade, especialmente perante a lei e a justiça. Por fim, ela reforça o princípio da separação entre os poderes.

Ratificada apenas em 5 de outubro por Luís XVI por pressão da Assembléia e do povo que se dirigiu a Versalhes, ela serve de preâmbulo à primeira Constituição da Revolução Francesa, adotada em 1791. Embora a própria Revolução tenha, em seguida, renegado alguns de seus princípios e elaborado duas outras declarações dos direitos humanos em 1793 e 1795, foi o texto de 26 de agosto de 1789 que se tornou referência para as instituições francesas, principalmente as Constituições de 1852, 1946 e 1958.

No século XIX, a Declaração de 1789 inspira textos similares em numerosos países da Europa e da América Latina. A tradição revolucionária francesa também está presente na Convenção Européia dos Direitos do Homem, assinada em Roma em 4 de novembro de 1950.

-  O texto

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos governos, resolveram expor, em uma declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que essa declaração, constantemente presente junto a todos os membros do corpo social, lembre-lhes permanentemente seus direitos e deveres; a fim de que os atos do poder legislativo e do poder executivo, podendo ser, a todo instante, comparados ao objetivo de qualquer instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reivindicações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, estejam sempre voltadas para a preservação da Constituição e para a felicidade geral.

Em razão disso, a Assembléia Nacional reconhece e declara, na presença e sob a égide do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Art.1.º - Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem ter como fundamento a utilidade comum.

Art. 2.º - A finalidade de toda associação política é a preservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3.º - O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4.º - A liberdade consiste em poder fazer tudo o que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites só podem ser determinados pela lei.

Art. 5.º - A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo o que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6.º - A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7.º - Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8.º - A lei só deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9.º - Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, caso seja considerado indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10.º - Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11.º - A livre comunicação das idéias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever,imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12.º - A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; essa força é portanto instituída para benefício de todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13.º - Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14.º - Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si mesmos ou pelos seus representantes, a necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a coleta, a cobrança e a duração.

Art. 15.º - A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º - A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º - Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização.


Marianne

Embora a Constituição de 1958 tenha privilegiado a bandeira tricolor como emblema nacional, a Marianne é a personificação da República Francesa.

As primeiras representações de uma mulher com o barrete [ou gorro] frígio, alegoria da Liberdade e da República, surgem durante a Revolução Francesa.

A origem do nome Marianne não é conhecida com exatidão. Nome muito difundido no século XVIII, Marie-Anne representava o povo. Mas os contra-revolucionários também chamavam assim, como forma de zombaria, a República.

Símbolo de liberdade, o barrete frígio era usado pelos escravos libertos na Grécia e em Roma. Um gorro desse tipo era utlizado também pelos marinheiros e condenados das galés do Mediterrâneo e teria sido copiado pelos revolucionários vindos do sul.

Durante a IIIª República, as estátuas e sobretudo os bustos da Marianne multiplicam-se, particularmente nas prefeituras. Surgem vários tipos de representações, conforme o caráter revolucionário ou "pacífico" da Marianne: o barreto frígio é por vezes considerado excessivamente rebelde, sendo substituído por um diadema ou uma coroa..

Atualmente, a Marianne pôde assumir o rosto de atrizes famosas. Ela também está representada em objetos de ampla circulação como as moedas e os selos postais.

 

publicado por blogdaportugalidade às 19:35
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