Domingo, 31 de Março de 2013

PETIÇÃO PÚBLICA

 
Caro(a) João Ernesto Fonseca dos santos,
Por favor ajude-nos a divulgar a Petição «Petição Pela avaliação da possibilidade de saída de Portugal da Zona Euro». A melhor maneira de o fazer é informar os seus amigos que ela existe.

Envie um email rápido aos seus amigos.
Abaixo existe um texto que pode copiar e colar na sua própria mensagem de email, para ajudar a divulgar a petição «Petição Pela avaliação da possibilidade de saída de Portugal da Zona Euro»:
Para divulgar, «Copiar e Colar» o texto abaixo no seu próprio email e enviar aos seus contactos. ------------------------------------------------------------------------------------------------
Caros Amigos,
Acabei de ler e assinar a petição online: «Petição Pela avaliação da possibilidade de saída de Portugal da Zona Euro» 
http://www.peticaopublica.com/?pi=fartos13
Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar. 
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigado, João Ernesto Fonseca dos santos 
-------------------------------------------------------------------------------------
Uma nota sua no email que envia aos seus amigos pode fazer a diferença para uma petição de sucesso.
Todos devemos ajudar a promover a Petição, e agora é a sua vez.
O poder da Internet está nas suas mãos!
Melhores Cumprimentos, PeticaoPublica.com
PS - Não se esqueça de seguir o Petição Pública no Facebook e/ou no Twitter.
publicado por blogdaportugalidade às 00:56
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...

 

Não há dúvidas de que as DEMOCRACIAS amadurecem com o tempo e muitas as vezes com o sangue derramado em lutas civis e guerras ,também muitas vezes desnecessárias.

Vemos neste video algins militares ,que nem vão em formatura  serem aplaudidos pelas suas missões no estrangeiro e que guardam e vigiam a soberania de uma NAÇÃO....

Não .Não é em PORTUGAL,pois aqui até o próprio governo faz agitar animações do próprio pôvo contra as suas FÔRÇAS ARMADAS....

Para não entrarmos em polémicas que só o tempo ditará a honra que as nossas FÔRÇAS ARMADAS MERECEM e não serão os governantes nem os mal dizentes que vão agora alterar ....

REPAREM SÓ NO VIDEO...QUEM É QUE NÃO BATIA PALMAS...até eu se lá estivesse...

publicado por blogdaportugalidade às 00:55
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AS FÔRÇAS ARMADAS DE UMA NAÇÃO

 

Não há dúvidas de que as DEMOCRACIAS amadurecem com o tempo e muitas as vezes com o sangue derramado em lutas civis e guerras ,também muitas vezes desnecessárias.

Vemos neste video algins militares ,que nem vão em formatura  serem aplaudidos pelas suas missões no estrangeiro e que guardam e vigiam a soberania de uma NAÇÃO....

Não .Não é em PORTUGAL,pois aqui até o próprio governo faz agitar animações do próprio pôvo contra as suas FÔRÇAS ARMADAS....

Para não entrarmos em polémicas que só o tempo ditará a honra que as nossas FÔRÇAS ARMADAS MERECEM e não serão os governantes nem os mal dizentes que vão agora alterar ....

REPAREM SÓ NO VIDEO...QUEM É QUE NÃO BATIA PALMAS...até eu se lá estivesse...

 

 

Vejam ainda ,Uma recepção de gala das Fôrças Armadas em que o Presidente OBAMA e sua ESPÔSA dão inicio ao baile de gala das FAs ....

 

Não ,Em Portugal seria impossivel....Uma pederneira como o nosso Presidente da República e sua espôsa seriam incapazes de procederem tal e qual....

No dia seguinte teriam vergonha de sair à rua ,se é que saem-....

publicado por blogdaportugalidade às 00:40
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O MILAGRE DA DONA ADELAIDE

 


O milagre da Dona Adelaide, mãe de José Sócrates

avatar Colocado por  em 7 Jan, 2011 e na categoria de Júlio Silva, Opinião. Pode seguir os comentários da notícia através de RSS 2.0. Pode deixar um comentário a esta publicação no final da página.

    *******************************************************************************************Esta publicação foi vista 21.629 vezes.                 

Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa,  “viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis…”.(24 H) 

Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .

Admitamos  ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp,  o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.

Neste mesmo ano, declarou às Finanças um  rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer  pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.

Entretanto  morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa “uma pequena fortuna, de  cujos rendimentos em parte vive hoje” (24H).

Por que neste  momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo  público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão  superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir – caso não tivesse tido  outro emprego a partir dos 65 anos – que , considerando a idade normal  para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+  65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus  rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998  desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por  baixo): 3.000 €.

Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de  cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de  15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de  pensão de 80%.

Por que a “pequena fortuna ” não conta para a  pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga  dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o  seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de  3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a  Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder  ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10  anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para  efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).

Ora, como uma  pensão de 3.000 €, não se identifica com os “rendimentos ” provenientes da  pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros  rendimentos.

Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações  que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal  serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as  habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou  o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.

Pode-se saber  qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal  pensão?

E há mais…

A Dona Adelaide comprou um  apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com  sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro  de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro  andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o  quarto piso,  letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos –  cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e  auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a  250 euros (50 contos).

Ora vejam lá como a senhora deve ter sido  poupadinha durante toda a vida.

Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá  para comprar um mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar  224.000 euros para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou  Almada, na Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa  das mais nobres e caras zonas de Lisboa.

Notável exemplo de vida espartana que  permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da  velhice.

Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira  dos Santos, que queria que pagássemos imposto se déssemos 500 euros aos  filhos?

Quem  terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou às  Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A PRONTO, a  uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros? 

publicado por blogdaportugalidade às 00:18
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Quarta-feira, 27 de Março de 2013

DEDICADO À JUVENTUDE....

publicado por blogdaportugalidade às 00:02
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Terça-feira, 26 de Março de 2013

QUEM JÁ SE ESQUECEU DE SANZALANGOLA ????




Data: 26-03-2013 03:25:24


Assunto: Visita a SanzalAngola!


 


Caro(a) Amigo(a)

 

Gostariamos de te convidar a re-visitar o site de todos nós, www.sanzalangola.com

 

Se faz tempo que não vais lá, verás que estamos a renovar o forum, simplificando a navegação e introduzindo novas ferramentas que permitirão uma maior inter-acção entre os utilizadores.

 

O nosso objectivo, como sempre foi, continua a ser o de criar uma comunidade de "Angolanidade" na net.

 

Traz um Amigo tambem!

 

Abraços

Antonio Delgado
publicado por blogdaportugalidade às 23:59
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ANTÓNIO COSTA FALOU E .... DISSE MUITA COISA....

 

Eles também sabem como chegamos a isto, mas às vezes fazem-se de desentendidos.

ANTONIO COSTA abriu a boca       ·           para quem não sabe, este senhor é ex-ministro, presidente da câmara de lisboa e nº 2 do PS . Fala com conhecimento e esclarecimento. Comentadores e analistas políticos não têm a coragem de dizer o que disse António Costa, em menos de 3 minutos, ontem, no programa "quadratura do círculo".
E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):
(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

 

publicado por blogdaportugalidade às 23:58
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PRIVILÉGIOS.....DE QUEM SENHOR PRIMEIRO MINISTRO? TEM A CORAGEM DE FALAR EM PRIVILÉGIOS????

Austeridade e privilégios

Logo após surgir na Comunicação Social a informação de que as escutas de conversas telefónicas entre o primeiro-ministro e um banqueiro suspeito de envolvimento em graves crimes económicos tinham sido remetidas pelo Ministério Público ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça para validação processual a ministra da Justiça entrou em cena com a subtileza que lhe é peculiar. Primeiro declarou que era preciso mexer na legislação sobre o segredo de justiça (quando as vítimas das violações do segredo de justiça eram outras ela dizia que a impunidade acabou) e logo de seguida "solicitou" à Procuradoria-Geral da República que viesse ilibar publicamente o primeiro-ministro e líder do seu partido, o que a PGR prontamente fez garantindo não existir contra ele «quaisquer suspeitas da prática de ilícitos de natureza criminal».

Sublinhe-se que, nos termos da lei (artigo 87, n.0º 13 do CPP), "a prestação de esclarecimentos públicos pela autoridade judiciária" em processos cobertos pelo segredo de justiça só pode ocorrer a "pedido de pessoas publicamente postas em causa" ou então para "garantir a segurança de pessoas e bens ou a tranquilidade pública". Uma vez que nenhum dos escutados (PM e banqueiro) solicitou tais esclarecimentos, os mesmos só podem ter sido "solicitados" e prestados com o nobre intuito de garantir a "segurança" e a "tranquilidade" de todos nós. Mas a PGR foi mais longe e informou que também "foi instaurado o competente inquérito, tendo em vista a investigação do crime de violação de segredo de justiça". Não há como ser zeloso!...

Num segundo momento, a ministra da Justiça (que não chegou a vice-presidente do PSD pela cor dos olhos ou dos cabelos) tratou, no maior sigilo, de tomar outras medidas mais eficazes, prometendo aos magistrados que continuarão a usufruir do privilégio de poderem viajar gratuitamente nos transportes públicos, incluindo na primeira classe dos comboios Alfa. Para isso garantiu-lhes (sempre no maior segredo) que o Governo iria retirar da Lei do Orçamento a norma que punha fim a esse privilégio. O facto de o Orçamento já estar na Assembleia da República não constitui óbice, pois, para a ministra, a função do Parlamento é apenas a de acatar, submisso, as pretensões dos membros do Governo, incluindo os acordos estabelecidos à sorrelfa com castas de privilegiados.

Mas, mais escandaloso do que esse sigiloso acordo político-judicial é a manutenção para todos os magistrados de um estatuto de jubilação que faz com que, mesmo depois de aposentados, mantenham até morrer direitos e regalias próprios de quem está a trabalhar. E ainda mais vergonhoso do que tudo isso é a continuidade de privilégios remuneratórios absolutamente inconcebíveis num regime democrático, sobretudo em períodos de crise e de austeridade como o atual.

O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e de moralidade, tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos sobre uma parte significativa das suas retribuições; tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como subsídio de habitação; tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos apoios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e - pasme-se - no complemento solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se, alimentar- -se nem fazer a sua higiene pessoal.

O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em que vão aos respetivos tribunais, ou seja, ao seus locais de trabalho.

Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.

Fonte: JN

 

publicado por blogdaportugalidade às 23:56
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SEGURANÇA SOCIAL E UM POUCO DE HISTÓRIA....

DIVULGO, ACHO QUE É A MINHA OABRIGAÇÃO.
TODOS DEVEM FAZER O  MESMO.
DIVULGUE, p.f.                       PARA AJUDAR A ESCLARECER: 1. Até 1974 NÃO EXISTIA a SEGURANÇA SOCIAL mas a PREVIDÊNCIA SOCIAL; 2. Fiz parte da 1ª e 2ª Comissões que em 1976/77 preparou a Reforma da Previdência criando a Segurança Social, o Centro Nacional de Pensões, os Centros Regionais das Segurança Social integrando-se nestes as caixas de Previdência; 3. A 2ª Comissão integrou, além de mim próprio, Maria de Belém Roseira, Leonor Guimarães, Fernando Maia e Madalena Martins; 4. NÃO HOUVE qualquer nacionalização e as próprias Casas do Povo e o regime dos rurais só em 1980 foram integradas na Segurança Social; 5. O ESTADO não tinha que meter dinheiro na Segurança Social pois o seu funcionamento foi e é assegurado pelas contribuições das entidades empregadaroras e trabalhadores; 6.Outra coisa tem a ver com a CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES pois a mesma foi financiada exclusivamente pelas contribuições dos agentes do Estado a quem os funcionários confiaram mês a mês os seus descontos igualzinho aquilo que acontece com a conta poupança que vai capitalizando ao longo do seu período de vigência; Com um abraço amigo NÃO FIQUEM CALADOS…DIVULGEM…DIVULGEM…..
Muito gostava de saber o que é que o Governo e a Oposição têm a dizer sobre o que consta abaixo e sobre a real situação financeira da Segurança Social, se é que se atrevem...   Convém ler e reler para ficar a saber, pois isto é uma coisa que interessa a todos..... Vale a pena ler, isto a ser verdade (parece que sim) agora sabemos porque não chega para todos.... A INSUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974. As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das EmpresasPrivadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).O Estado nunca lá pôs 1 centavo. Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu. Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"! Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores). Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos. Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido) em 1997, hoje chamado RSI. E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados. Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades. Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos. Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram. Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou. É a diferença entre o ditador e os democratas? Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Profs. Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social". Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975. Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões ?. De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados. Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje. Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE. Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS? Claro que não!... Outra questão se pode colocar ainda. Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE? Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões?! Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!... Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido. A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!... Falta falar da CGA dos funcionários públicos, assaltada por políticos sem escrúpulos que dela mamam reformas chorudas sem terem descontado e sem que o estado tenha reposto os fundos do saque dos últimos 20 anos. Quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.
SEM COMENTÁRIOS...mas com muita revolta....     RECEBI E CÁ ESTOU A REENVIAR !!!
Sabem que, na bancarrota do final do Século XIX que se seguiu ao ultimato Inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar: A Casa Real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a Presidência da República fazer algo de semelhante. Os Deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do Século XX.
SEM COMENTÁRIOS. Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.
Governo Português:
3 Governos (continente e ilhas)
333 deputados (continente e ilhas)
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30.000 carros
40.000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados "per capita" equivalentes à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50% O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS! É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS. ISTO É ABOMINÁVEL! ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS. Faz o que te compete: divulga, e revolta-te
 
 

Já passou por aqui tanta coisa igual que isto só mostra o desespero em que se vive...

publicado por blogdaportugalidade às 23:53
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Sexta-feira, 15 de Março de 2013

EM DEFESA DE UM PORTUGAL SOBERANO E DESENVOLVIDO....


EM DEFESA DE UM PORTUGAL SOBERANO E DESENVOLVIDO
O discurso que a actriz Joana Manuel fez há dias, deixou muitos emocionados... Chamam-lhe jovem aos 36 anos. Mas a actriz e cantora não assume a etiqueta. O que não deixou os seus pais serem... crianças não a deixa agora ser adulta. Precariedade, ausência de futuro. O discurso que fez há dias deixou muitos emocionados... Quando lhe perguntam o que vê no futuro, tem a resposta na ponta da língua: ?Não vejo nada. Mas mais grave do que roubarem-nos o futuro é roubarem-nos o presente.? Já pensou em desistir ? da profissão e do país. Mas para já resiste, vive ?um dia de cada vez?. E quer resistir e viver em Portugal, ainda que não saiba explicar bem por que razão. O que mais a preocupa é ver o país a andar em círculos: ?Não é uma realidade nova, estamos a reviver uma realidade muito velha que nos está a cair de novo em cima.? Se podia ser pior? ?Claro que sim. Houve um tempo em que havia escravos, trabalho infantil, em que a sociedade se ia desmoronando com o voto da mulher.? A ?falácia monstruosa? de que não há outra solução é ?pura ideologia?. ?Querem convencer as pessoas de que é uma questão técnica. Mas estamos a falar de ideologia e das mortais.?
NÃO DEIXEM DE VER !
Oiçam esta entrevista (cerca de 9 minutos). Se já a conhecem, divulguem-na pelos vossos amigos.
E muitas outras também interessantes...
Para ver e ouvir clique nestes URLs:
E neste da Historiadora Raquel Varela:

 "Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas. Os ladrões que mais merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo. Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."Padre António Vieira

E para que o mal triunfe basta que os Homens bons não façam nada! 
publicado por blogdaportugalidade às 20:06
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