Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

QUE SOBERANIA ...E QUE FÔRÇAS ARMADAS ???

 

Os acontecimentos Sôbre as FÔRÇAS ARMADAS tem estado muito em alta…Jantar dos Generais,Prós &Contras,mas salvo melhor opinião ,“ FICA TUDO COMO DANTES….”ou ficará,apenas em PROMESSAS…Prometer é fácil e conveniente…por que os partidos vão mudando  alternadamente de 4 em 4 anos

Julgo que os Chefes militares actuais e aqueles que por lá passaram,têm culpa da situação actual em que vivem os militares…Reformas atrás de reformas e assim se vai degradando todo o vigor das FA ,bem como o ta,l e que amedronta os SENHORES DO PODER,o espirito de corpo que a pouco e pouco foi-se atenuando e talvez até à extinção…

 

Os governos,desde o 25 A ,tem tratado os militares como uns perdigueiros  que entraram no DEFESO  e,portanto,pode-se diminuir à ração,cortar-lhe os vencimentos ,cortar-lhe a saúde e,na altura precisa volta-se a tratar deles.E assim tem sido...

 

Quanto,por exemplo a vencimentos,por presença e contacto com 3 juizes na Policia Judiciária Militar ,e até por que desempenhei funções de Chefe de contabilidade,o VENCIMENTO de umjuiz que trabalhava na PJM era semelhante ao de um Coronel e entretanto sai um DL em 1980 em que os magistrados ao fim ,salvo erro ,de 5 anos eram aumentados automaticamente em 25% do vencimento ,além das regalias de subsidio de casa,que dizem que é a “ CASA “ de FUNÇÃO  e o subsidio nessa altura era de 6.000$00 ,acrescentando ainda mais  um passe cujo custo era nessa altura de 14.000$00.Era um passe com direito até a viagens na TAP,em Portugal….e outras regalias que agora já não sei quais ,mas que as tem ,…tem ,como por exemplo ,NÃO CONTRIBUIR PARA A SOLIDARIEDADE NACIONAL…ISTO É ESTÃO ISENTOS DOS SACRIFICIOS ,como diz o Cavaco Silca….por proposta do PCP e aprovada por unanimidade  pela Assemblei da República.

 

Além desta paridade de vencimentos ,tínhamos ainda a dos professores Universitários…

 

Contra estes factos, NUNCA foi do meu conhecimento que algum CEM tivesse  tomado posição sôbre tal assunto.

Por outro lado ,julgo que toda a politica nacional poderá estar virada e ligada a um programa preconizado pelo CLUB BILDERBERG,criado em 1954 e desde então tem-se reunido várias figuras ligadas à politica ,ao sistema financeiro e económico e tem fixado 11 objetivos e que apenas vou fazer-lhes referência  aos títulos desses objectivos…

 

1º   Uma identidade internacional única

 

2º   O controlo centralizado de pessoas

 

3º   Uma sociedade crescente ao grau ZERO

 

4º  Um estado de desiquilibrio perpectual-comorganização de crises artificialmente

 

5º   O Controlo centralizado de toda a Educação

 

6º   Um controlo centralizado de todas as politicas nacionais e internacionais

 

7º   O reforço do Poder das Nações Unidas

 

8º   Um bloco comercial ocidental

 

9º   A Expansão da OTAN

 

10º  Um só esquema Júridico

 

11º  Um só Estado providencia do tipo Socialista

 

Estes são os objectivos dos BILDERBERGs pensados nas reuniões que se fazem e às quais temos tido como assistente muitos portugueses e desse Club foi seu Secretário o Sr Pinto Balsemão.

Salvo melhor opinião,Portugal e as suas Fôrças Armadas ficam assim sujeitas  ao fluir das ideias de estranhos em relação à nossa DEFESA  e  nossa SOBERANIA.

Lembro-me da ZEE,cobiçada porpor muitos países e lembro-me das hipóteses da REGIONALIZAÇÃO…em que Portugal se sugeitará ao que fôr determinado ou acordado no tal CLUB…

 

OXALÁ ME ENGANE!!!!E …queria-me enganar.

 

publicado por blogdaportugalidade às 18:28
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DIA 02 DE MARÇO NÃO FALTEM ....LÁ ESTAREMOS

 

EU VOU, 2 DE MARÇO - NÃO ESQUEÇAM !


Somos todos precisos. Todos: funcionários públicos e do privado,

efectivos, contratados, precários, reformados, pensionistas,

estudantes e desempregados. O Orçamento do Estado para 2013 vai ser

posto em prática contra nós. Cortes, penhoras, despejos, despedi

mentos, dispensas são uma realidade diária, imposta à força, no país

em que vivemos.

Custe o que custar, dizem. Doa a quem doer, dizem. Mas sabemos que

custa sempre aos mesmos, que dói sempre aos mesmos. E que os mesmos

somos sempre nós.

2013 ainda não começou e já sabemos bem demais o que aí vem, porque a

fome já se faz sentir em muitas casas, em muitas ruas, em muitas

escolas. A doença e a miséria já matam, aqui e nos outros países

reféns da Troika, esse governo não-eleito que continua a decidir o

nosso futuro, que continua a condenar-nos os sonhos à morte, o futuro

ao medo, a vida à sobrevivência.




Gente que ninguém elegeu e que fala

já de medidas de contingência para este mesmo Orçamento, que passarão,

dizem, por novas baixas nos salários. Pela miséria nossa que lhes traz

lucro a eles.

Depois de durante quase dois meses sentirmos na pele os efeitos deste

Orçamento criminoso e imoral, a Troika regressará ao nosso país a 25

de Fevereiro, para a 7ª avaliação do assalto financeiro a que este

governo, ajoelhado e sem legitimidade, insiste em chamar “de resgate".

Sabemos já de cor o teor das mentiras que dirão: que estamos a

cumprir, que vamos no bom caminho, que tudo está como deveria estar.

Mas esse caminho, o "bom" caminho no qual estamos e (se deixarmos)

estaremos, será, como é hoje, o caminho para o cadafalso, o caminho da

fome, da miséria, da destruição total da Constituição da República que

este Governo e esta Presidência juraram defender, mas que violam

constantemente, sem qualquer dúvida ou arrependimento. Já não fazem

nada sequer próximo daquilo para que foram eleitos.



Mas nós somos cada vez mais. Somos já muita gente que se recusa a

continuar calada. Já mostrámos a força da nossa voz e do nosso

protesto. Em Portugal e noutros países, saímos à rua pacificamente,

para dizer Basta. E o mundo inteiro ouviu e viu a nossa força.

Sabíamos que essas enormes demonstrações de vontade, apesar da sua

dimensão, não seriam suficientes, que a luta seria dura e longa e que

teria de continuar. A força dos que nos oprimem é cega e obedece a uma

rede internacional, para a qual somos apenas um nó insignificante. Mas

esse nó é constituído por milhões de pessoas.

Pessoas que sentem, pessoas que sofrem, mas que não deixam por isso de

pensar, não deixam por isso de saber que têm de agir. Não vamos deixar

que se repita a história e que acabemos entregues a regimes

totalitários, reféns do ódio, da miséria, da guerra.



Por isso, a 2 de Março, unidos como nunca antes, com a força da

revolta na voz e a solidariedade nos braços que entrelaçamos, sairemos

de novo à rua, todos para dizer NÃO.

Apelamos a todos os cidadãos, com e sem partido, com e sem emprego,

com e sem espe rança, para que se juntem a nós. Como apelamos às

organizações, aos movimentos cívicos, aos sindicatos, aos partidos

políticos, às colectividades, aos grupos informais, de norte a sul,

nas ilhas, no estrangeiro, para que saiam à rua e digam BASTA.

Faremos de cada cidade, de cada aldeia, de cada povoação, um mar de

força e gente, exigindo o fim definitivo da austeridade desumana, a

queda do governo e o lançamento das bases para um novo pacto social.

Sem troikas, sem políticas recessivas, sem inevitabilida des, sem

despedimentos, sem sacrifícios irracionais que já todos percebemos

aonde levam: à miséria total, ao fim de toda e qualquer esperança de

uma vida digna, ao fim do Estado Social.

Usemos o tempo que nos separa desta data para construirmos um caminho,

para alertarmos este, para esclarecermos aquela, sem perdermos de

vista os nossos objectivos: o derrube total e inequívoco deste

governo, o derrube da austeridade enquanto política que, ao contrá rio

do que nos dizem, não funciona. Porque apenas funciona contra nós,

contra o povo, con tra  os povos, quem quer que seja o seu intérprete

- troika ou troikistas.

Concentremos energias e forças numa mobilização sem precedentes,

sabendo que só juntos venceremos.

É preciso união.

Somos precisos - todos nós.



Vamos manifestar-nos na tarde de 2 de Março!

A troika e o governo vão ouvir-nos gritar:

O POVO É QUEM MAIS ORDENA!


(Pessoas que estiveram na organização das Manifestações do 15 de Setembro)


     A Educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas

difíceis de arrastar; fáceis de Governar mas impossíveis de

Escravizar!  (Henry Peter)


Os locais das manifestações do 2 de Março: o Povo é quem mais ordena


20/02/2013 Por João José Cardoso 1 Comentário




  (em actualização)


Aveiro:  Estação CP -> Praça da República - Evento no Facebook

Beja: Evento no Facebook

Boston: 18:00 na Boston Public Library (700, Boylston Street) – Evento

no Facebook

Braga: 15:00 na Avenida Central – Evento no Facebook

Caldas da Rainha: 14:30 na Praça 25 de Abril – Evento no Facebook

Chaves: 16:00 no Largo das Freiras – Evento no Facebook

Coimbra: 15:00 Pr. República -> Pr. da Canção –  Evento no Facebook

Covilhã: 15:00 Pr. do Município – Evento no Facebook

Faro: 16:00 - Largo do Carmo/Jardim Catarina Eufémia - Evento no Facebook

Funchal: 16:00 na Praça do Município – Evento no Facebook

Guarda: Evento no Facebook

Leiria: 16:00 na Fonte Luminosa Evento no Facebook

Lisboa: 16:00 na Praça Marquês de Pombal Evento no Facebook ( Maré

Branca da Saúde: Rua Viriato): 14:30 na Maternidade Alfredo da Costa

Evento no Facebook -  Maré de Educação: 14:00 no Ministério da

Educação (Avenida 5 de Outubro) Evento no Facebook  - Maré dos

Reformados: 16:00 na APRe! (Associação de Aposentados, Reformados e

Pensionistas – Avenida da Liberdade, junto ao monum. aos mortos da

Grande Guerra)

Londres: 15:00 na Embaixada Portuguesa em Londres (11, Belgrave

Square, SW1X 8PP) Evento no Facebook

Loulé: 16:00 no Mercado Municipal - Evento no Facebook

Ponta Delgada: 15:00 Largo 2 de Março -> Rua de Lisboa -> Campo de São

Francisco -> Avenida Marginal -> Praça Vasco da Gama -> Portas da

Cidade – Evento no Facebook

Portimão: 16:00 Pr Manuel Teixeira Gomes (Casa Inglesa) – Evento no Facebook

Porto: 16:00 na Praça da Batalha - Evento no Facebook

Santarém: Evento no Facebook

Viana do Castelo: 15:00 na Praça da República Evento no Facebook

Vila Real: 16:00 Câmara Municipal Evento no Facebook

Viseu: Evento no Facebook



                             DIVULGAR  QUANTO POSSÍVEL



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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

MORREU STEPHANE HESSEL,AUTOR DO """INDIGNAI-VOS """"

Stéphane Hessel teve uma vida recheada e foi quase no fim dela que se tornou um fenómeno editorial, graças ao livro Indignai-vos!. A obra, lançada em 2010 e editada em Portugal em 2011 pela Objectiva, foi adoptada pelo chamado movimento dos indignados, que se fez ouvir em muitas ruas do planeta, sobretudo em países do Ocidente, onde o capitalismo financeiro entrou em crise.

Foi a viúva Christiane Hessel-Chabry quem anunciou “a morte durante a noite”, escreve a AFP, que lembra o homem de esquerda e europeísta convicto. Hessel nasceu em Berlim em 1917 numa família de descendência judaica e naturalizou-se francês 20 anos depois, para durante a II Guerra Mundial se juntar ao general Charles de Gaulle e à Resistência contra a ocupação nazi da França.

É depois preso pela Gestapo (polícia política alemã) e enviado para os campos de concentração de Buchenwald e Dora, escapa por pouco à execução, e consegue fugir na transferência para o campo de Bergen-Belsen. Depois do fim da guerra, inicia a sua carreira de diplomata junto do Quai d'Orsay, o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, deixando na sua actividade a marca muito pessoal de um humanista e defensor das causas humanitárias e dos direitos humanos. É essa sua tendência e o contacto com essa realidade que o leva a um envolvimento político, escreve o jornal Figaro. Muito mais tarde

O Le Monde chama-lhe o “cavalheiro indignado” e, a atestar da grandeza do nome, aos leitores que digam o que, para eles, fica da vida e da obra de Stéphane Hessel. E num artigo de 2011 refere-se ao diplomata e escritor como “o indignado mundializado” que, na altura, com 93 anos, mantinha uma agenda digna de um chefe de Estado, tal era a frequência com que era convidado para grandes eventos, conferências e sessões de lançamento do seu livro Indignai-vos! pelo mundo fora.

Em 1997, já tinha publicado a sua autobiografia Danse avec le siècle (Seuil) na qual fazia um retrato de uma criança que viveu todo o século XX, lembra o Figaro, para quem Hessel foi “um homem empenhado até ao fim e que cultivou o optimismo no homem onde outros teriam sucumbido ao cinismo”. Em 2010, Indignai-vos!, cuja edição portuguesa foi prefaciada por Mário Soares, transformou-se num manifesto à escala global.

"A minha longa vida deu-me uma série de motivos para me indignar", escreveu Hessel, que morreu em Paris, segundo anunciou a viúva, nesta terça-feira. Numa entrevista concedida ao PÚBLICO em Maio de 2011, Hessel avaliava os riscos desse movimento de indignados que adoptou o livro dele como uma referência, título que vendeu 3,5 milhões de cópias em todo o mundo.

"Acredito que há um risco, que é o de que as pessoas se indignem, protestem e depois tudo continue na mesma. É preciso que a indignação dê lugar a um comprometimento conjunto." Disse também que acreditava na política, mostrando-se "convencido de que é preciso acreditar para não nos deixarmos desencorajar".

Com Mário Soares que, segundo Hessel, "teve a grande gentileza de escrever o prefácio", de certo modo, se identificava: "Tanto ele como eu estamos à procura de qualquer coisa a que chamamos inventividade política", disse na mesma entrevista ao PÚBLICO. "Não queremos descansar em conceitos já muito usados, como democracia e socialismo, que nos são caros. É preciso interpretar isso à luz do que vem acontecendo nos últimos dez anos no mundo, em que há uma forte dominação por parte do capital, sem regulação, da alta finança económica, que é algo bem diferente da economia e do mercado

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CHEGOU A HORA DE MUDAR A CONSTITUIÇÃO POLITICA E OS PRIVILÉGIOS DOS POLITICOS...

Alteração da Constituição de Portugal para 2013, já em marcha!
Pensam que poderá ser uma ideia interessante ?Se sim, muito bem, toca a actuar.Se não, paciência, não façam nada.
Alice Carvalheira R. Borges Universidade de Lisboa  - Serviços de Acção Social
                                 Gabinete Jurídico
                   Tel.
21 781 74 40 Ext. 305
                  E-mail; alice.borges@sas.ul.pt
Assunto: Alteração da Constituição de Portugal para 2013

       Peço a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contactos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.
Em três dias, a maioria dos portugueses lerá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.
         Alteração da Constituição de Portugal para 2013 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

     1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.
     2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos.
Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O
deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.
    3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.
    4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.
    5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde actual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.
    6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses
    7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.
       O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.        Assim é como se pode  CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
      Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE. Se não, PODE DESCARTÁ-LO.       Você é um dos meus 20 contactos.       Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR.
 
 

Um grama de exemplos, vale mais do que uma tonelada de conselhos (Provérbio popular)

-

  Francisco Silva 

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

O MELHOR POVO DO MUNDO??? A POLITICA FEZ DELE ESCRAVO...

                       MAIF - 2 MARÇO

                 Já não consigo entender: Então o "Melhor Povo do Mundo" resolve agora rebelar-se contra quem só quer o nosso bem (????), contra quem tem cumprido TODAS as Promessas (????) feitas ainda como Oposição, durante a Campanha Eleitoral e já como Governo, acabando com as Gorduras do Estado (????), com as Mordomias (????), PPPs(???), Enriquecimento Ilícito (????), Crimes de Colarinho Branco (????), Corrupção (????), não aumentou Impostos (????), nem IVA (????), nem tocou nas Reformas (????),  recuperou os Dinheiros Roubados e deu instruções à Justiça para os castigar exemplarmente (????), pôs termo às Fundações Privadas (????), Institutos (????), Observatórios (????) e mais cargos que só serviam para dar Bons Vencimentos aos Filhos dos Pais bem colocados na Quadrilhocracia (????), enfim tornou este poço de germes infectos num país Decente, Honrado, Respeitado, Democrático como os Portugueses merecem. Não me digam que em quase 2 anos de Governação se esqueceram de pôr tudo isto em prática. Esqueceram? Então já entendo a Rebelião, aprovo, aplaudo, integro e congratulo-me por finalmente ver o Povo Português a dar um BASTA! nas iniquidades que lhe têm inflingido.  A sequência tem que ser Pagar as Dívidas, Repôr a Carga Fiscal anterior, Governar com Competência e Honestidade.   

EU VOU, 2 DE MARÇO - NÃO ESQUEÇAM !

Somos todos precisos. Todos: funcionários públicos e do privado, efectivos, contratados, precários, reformados, pensionistas, estudantes e desempregados. O Orçamento do Estado para 2013 vai ser posto em prática contra nós. Cortes, penhoras, despejos, despedi mentos, dispensas são uma realidade diária, imposta à força, no país em que vivemos. Custe o que custar, dizem. Doa a quem doer, dizem. Mas sabemos que custa sempre aos mesmos, que dói sempre aos mesmos. E que os mesmos somos sempre nós. 2013 ainda não começou e já sabemos bem demais o que aí vem, porque a fome já se faz sentir em muitas casas, em muitas ruas, em muitas escolas. A doença e a miséria já matam, aqui e nos outros países reféns da Troika, esse governo não-eleito que continua a decidir o nosso futuro, que continua a condenar-nos os sonhos à morte, o futuro ao medo, a vida à sobrevivência. Gente que ninguém elegeu e que fala já de medidas de contingência para este mesmo Orçamento, que passarão, dizem, por novas baixas nos salários. Pela miséria nossa que lhes traz lucro a eles. Depois de durante quase dois meses sentirmos na pele os efeitos deste Orçamento criminoso e imoral, a Troika regressará ao nosso país a 25 de Fevereiro, para a 7ª avaliação do assalto financeiro a que este governo, ajoelhado e sem legitimidade, insiste em chamar “de resgate". Sabemos já de cor o teor das mentiras que dirão: que estamos a cumprir, que vamos no bom caminho, que tudo está como deveria estar. Mas esse caminho, o "bom" caminho no qual estamos e (se deixarmos) estaremos, será, como é hoje, o caminho para o cadafalso, o caminho da fome, da miséria, da destruição total da Constituição da República que este Governo e esta Presidência juraram defender, mas que violam constantemente, sem qualquer dúvida ou arrependimento. Já não fazem nada sequer próximo daquilo para que foram eleitos. Mas nós somos cada vez mais. Somos já muita gente que se recusa a continuar calada. Já mostrámos a força da nossa voz e do nosso protesto. Em Portugal e noutros países, saímos à rua pacificamente, para dizer Basta. E o mundo inteiro ouviu e viu a nossa força. Sabíamos que essas enormes demonstrações de vontade, apesar da sua dimensão, não seriam suficientes, que a luta seria dura e longa e que teria de continuar. A força dos que nos oprimem é cega e obedece a uma rede internacional, para a qual somos apenas um nó insignificante. Mas esse nó é constituído por milhões de pessoas. Pessoas que sentem, pessoas que sofrem, mas que não deixam por isso de pensar, não deixam por isso de saber que têm de agir. Não vamos deixar que se repita a história e que acabemos entregues a regimes totalitários, reféns do ódio, da miséria, da guerra. Por isso, a 2 de Março, unidos como nunca antes, com a força da revolta na voz e a solidariedade nos braços que entrelaçamos, sairemos de novo à rua, todos para dizer NÃO. Apelamos a todos os cidadãos, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem espe rança, para que se juntem a nós. Como apelamos às organizações, aos movimentos cívicos, aos sindicatos, aos partidos políticos, às colectividades, aos grupos informais, de norte a sul, nas ilhas, no estrangeiro, para que saiam à rua e digam BASTA. Faremos de cada cidade, de cada aldeia, de cada povoação, um mar de força e gente, exigindo o fim definitivo da austeridade desumana, a queda do governo e o lançamento das bases para um novo pacto social. Sem troikas, sem políticas recessivas, sem inevitabilida des, sem despedimentos, sem sacrifícios irracionais que já todos percebemos aonde levam: à miséria total, ao fim de toda e qualquer esperança de uma vida digna, ao fim do Estado Social. Usemos o tempo que nos separa desta data para construirmos um caminho, para alertarmos este, para esclarecermos aquela, sem perdermos de vista os nossos objectivos: o derrube total e inequívoco deste governo, o derrube da austeridade enquanto política que, ao contrá rio do que nos dizem, não funciona. Porque apenas funciona contra nós, contra o povo, con tra  os povos, quem quer que seja o seu intérprete - troika ou troikistas. Concentremos energias e forças numa mobilização sem precedentes, sabendo que só juntos venceremos. É preciso união. Somos precisos - todos nós. Vamos manifestar-nos na tarde de 2 de Março! A troika e o governo vão ouvir-nos gritar: O POVO É QUEM MAIS ORDENA!

 

Álvaro Faria, Ana Nicolau, Bruno Cabral, Carlos Mendes, José Gema, LuisaOrtigoso, Myriam Zaluar, Sofia Nicholson

(Pessoas que estiveram na organização das Manifestações do 15 de Setembro)

     A Educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de Governar mas impossíveis de Escravizar!  (Henry Peter)           

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PARA QUEM GOSTA DE VER JOGAR O VOLEY BALL


publicado por blogdaportugalidade às 17:01
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CÔRO DOS ESCRAVOS

Vale a pena ouvir o CÔRO DOS ESCRAVOS...e comparemo-lo ,um pouco com a canção  VILA MORENA...

 

 

http://www.youtube.com/embed/G_gmtO6JnRs

 

 

Côro dos Escravos - Um momento intenso e de grande emoção para os apaixonados pela liberdade

 

No último dia 12 de março, a Itália festejava os seus 150 anos, ocasião em que a Ópera de Roma apresentou a ópera Nabuco de Verdi, símbolo da unificação do país, que invoca a escravidão dos Judeus na Babilônia, uma obra não só musical mas também, política já que, na época, a Itália estava sujeita ao império dos Habsburgos (1840).Sylvio Berlusconi assistia à apresentação, que era dirigida pelo maestro Ricardo Mutti. Antes da apresentação o prefeito de Roma, Gianni Alemanno - ex-ministro do governo Berlusconi, discursou, protestando contra os cortes nas verbas da cultura, o que contribuiu para politizar o evento.
Como Mutti declararia à TIME, houve, logo de início, uma incomum ovação e o progressivo clima de tensão transformou o momento numa verdadeira "noite de revolução" .  Aos primeiros acordes do coral "Va pensiero", o famoso hino contra a dominação, fez-se silêncio absloluto. Quando o côro termina o hino "Ó minha pátria, tão bela e perdida", os aplausos da plateia interrompem a ópera e o público  manifesta-se com gritos de "bis", "viva Itália", "viva Verdi".Não sendo usual dar bis durante uma ópera, e embora Mutti já o tenha feito uma vez em 1986, no teatro La Scala de Milão, o maestro hesitou pois, como depois declarou :

"não fazia sentido um simples bis; havia de ter um propósito particular". Dado que o público já havia manifestado o seu sentimento patriótico, o maestro  encarou a assistência em silêncio.Reagindo ao grito de "longa vida à Itália!", RICCARDO MUTTI disse estas palavras:
"Sim, longa vida à Itália mas... [aplausos]. Já não tenho 30 anos e já vivi a minha vida, mas como um italiano que percorreu o mundo, tenho vergonha do que se passa no meu país. Portanto aquiesço ao vosso pedido de bis para o Va Pensiero. Isto não se deve apenas à alegria patriótica que senti em todos, mas porque nesta noite, enquanto eu dirigia o côro que cantava "Ó meu pais, belo e perdido", eu pensava que a continuarmos assim mataremos a cultura sobre a qual assenta a história da Itália. Neste caso, nós, nossa pátria, será verdadeiramente "bela e perdida". [aplausos retumbantes, inclusive dos artistas da peça] Reina aqui um "clima italiano"; eu, Mutti, me calei por longos anos.Gostaria agora...nós deveriamos dar sentido a este canto; como estamos em nossa casa, o teatro da capital, e com um côro que cantou magnificamente e que é magnificamente acompanhado, se for de vosso agrado, proponho que todos se juntem a nós para cantarmos juntos."Foi assim que Mutti convidou o público a cantar oCôro dos Escravos.
Toda a ópera de Roma se levantou... O coral também se levantou. No final, a emoção dos artistas exprime-se em lágrimas.

Foi um momento magnífico na ópera!Um momento intenso e de grande emoção para os que amam a liberdade!

publicado por blogdaportugalidade às 11:49
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

OS CORTES NAS PENSÕES

APOSENTAÇÃO (CORTES NAS PENSÕES) - OU UM CONFLITO DE GERAÇÕES

 

DIVULGA O MAIS POSSÍVEL !
APOSENTAÇÃO (CORTES NAS PENSÕES) - OU UM CONFLITO D EGERAÇÕES
Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcello Caetano, que os jornais se recusam a publicar, sobre as pensões dos reformados e pensionistas.
Estimados Amigos,
Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços. Ainda que alguns não liguem ao que escrevo.

Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas".

Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram.
Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estrita aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.
Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.
Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos.
E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo.
E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe.
Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto.
Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida.
As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida cativa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões
que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio.
E é este o raciocínio de pessoas honestas. Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço activo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito.
Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada aos descontos feitos, ou mesmo, quem sabe, sem descontos. Sem esquecer, claro está, os beneficiários da falcatrua.
Mas, é impensável num Estado de Direito que, a pretexto dessas situações de extrema irregularidade, vão ser atingidos, a eito, todos aqueles que, do que tiraram do seu bolso durante a vida ativa, recebem do Estado a pensão que esse mesmo Estado declarou ser-lhes devida.
Como é inadmissível que políticos a receberem ordenado de função, acrescido de benesses de vária ordem proporcionadas por essa mesma função, considerem que pensões obtidas regularmente, com valores mensais da ordem de 1.350 Euros proporcionam vida de luxo que tem de ser tributada, extraordinariamente.

António Alves Caetano


E já agora o MAIS VERGONHOSO DE UM ESTADO DE DIREITO E QUE SE DIZ DEMOCRÁTICO....
 
> O PCP PROPÔS E A A.R. APROVOU POR UNANIMIDADE:
>
> Os Magistrados, vulgo juizes, jubilados,vulgo, reformados, não estão
> sujeitos aos cortes de pensões extensivos a todos os outros reformados
> ou pensionistas.
>
> Sabendo todos que as reformas dos magistrados são das mais altas do
> país, alguém é capaz explicar o que levou os deputados, por
> unanimidade, a aprovar esta medida?
>
> Só pode ser por agradecimento!
>
> Por alguma razão, em Portugal, não há nenhum político preso por
> corrupção (em Espanha há mais de 300), embora as provas do
> enriquecimento estejam à vista de todos.
>
> O Isaltino já foi preso? Bem podem esperar sentados!
>
> A Justa Distribuição da Justiça ou O Venha a Nós o Nosso Reino...
>
>
>
> Segundo o Correio da Manhã e confirmado pela TSF, o parlamento aprovou
> esta sexta-feira por unanimidade uma proposta do PCP que elimina a
> possibilidade das pensões dos magistrados jubilados serem alvo de
> contribuições extraordinárias, como as incluídas no orçamento.
>
> Porquê??? Por ser presidido por uma pessoa que se reformou aos 42 anos
> com uma pequena pensão de 7000 euros, após 10 anos de trabalho árduo
> num dos mais difíceis e insalubres locais de trabalho do país?
>
> Por os magistrados serem diferentes dos outros cidadãos?
>
> Por ser uma medida que visa uma distribuição mais justa dos
> sacrifícios, como nos zurzem constantemente as rábulas dos políticos
> do PCP?
>
> Será que na assembleia não há espelhos e um mínimo de vergonha?
>
> Será que as pensões dos magistrados são assim tão baixas?
>
> Ou serei eu que sou parvo e não entendo o inefável e profundo
> pensamento dos nossos representantes legislativos?
>
> Que cada um pense por si e os deputados por todos parece-me ser uma
> fórmula que já deu o que tinha a dar...

 

 

      

publicado por blogdaportugalidade às 16:49
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JULGO QUE O PÔVO PORTUGUÊS NÃO GOSTA DISTO,RAZÃO POR QUE EXPONHO NESTE BLOG,A FIM DE SE CHAMAR A ATENÇÃO DOS RESPONSÁVEIS...ESTADO DE DIREITO...E DEMOCRÁTICO???ONDE ESTÁ A EDUCAÇÃO DOS AGENTES INTERVENIENTES??

 

Hoje aconteceu um episódio que sinceramente nem queria acreditar. Eu viajo diariamente do Porto para Aveiro mas nunca tinha acontecido algo tão mau. Um rapaz entrou na estação de Ovar, ao que me apercebi, com uma cadelita (super meiga e muito novinha), eu sei que os animais devem viajar com algumas condicionantes mas este rapaz entrou, dirigindo-se calmamente para o final do comboio. O revisor imp...licou com o facto de a cadelinha não ter bilhete (ninguém sabia que os animais pagavam bilhete, sabiam? eu não). O comboio parou a marcha na estação de Estarreja, o revisor chama a polícia para tratar da situação. Os passageiros revoltam-se e até se oferecem para pagar os 2€ do bilhete (algo que o dono já tinha proposto), no entanto, o revisor não permitiu (alguém que realmente zela pela CP!!!!). Pois... mas o problema é o facto do revisor não se lembrar que aquele é o meio de transporte de muita gente que se lavanta às 06H30 da manhã para ir trabalhar para a Invicta (imbecil) e fez toda esta gente ficar à espera da polícia por causa de 2€???????. As pessoas estavam todas revoltadas mas o revisor...nada. Chega a polícia identifica o rapaz diz-lhe que deveria ter pago 2€, todas as pessoas (repetem) que pagam os 2€ e o que faz a polícia???? Adivinhem...agarram o rapaz à bruta (ele teve de largar a trela da cadelinha porque caso contrário ela era maltratada ai, o amigo dele pega na cadelinha que cheia de medo começa a ladrar porque vê que estão a fazer mal ao dono (ao contrário de alguns "humanos" os animais defendem o dono, só é pena esta cadelinha não se ter transformado (como nos filmes) numa leõa e acreditem que eu não teria ficado tão nervosa e até tinha compreendido a natureza). Bateram no rapaz sem qualquer problema, bateram no amigo como se de dois assasinos se tratasse. Todas as pessoas viram chamaram nomes, gritaram mas...nada e sabem porque? Porque estes 3 individuos (2 polícias e o revisor) não vão sofrer qualquer consequência. Amanhã se o revisor se lembrar chama a polícia para tirar do comboio um velhinho. Eu fui uma das pessoas que fui ter com ele educadamente e referi que pagava o bilhete, disse que ia reclamar e ele muito tranquilamente referiu faz muito bem!. Estou farta de chorar porque realmente estamos entregues a alguns. Eu pergunto será que os dirigentes da CP pactuam com este tipo de situações, não tem nada a dizer? Será que os polícias não deveriam ter uma parte pedagógica? Não deveriam ser mais profissionais? Mais Humanos? Alguém os tratou mal? Não. Gostava de referir que em Ovar entra uma Sra Romena que cheira pior que um animal selvagem ou abandonado ou quase morto (todas as pessoas que fazem este trajeto sabem do que estou a falar) e já foi pedido a muitos revisores que não a deixassem entrar por uma questão de sáude pública, no entanto, a resposta é: tem bilhete! Pois... mas eu prefiro viajar com uma cadelinha. O rapaz cometeu o erro nconsciente)de não ter comprado o bilhete da cadelinha mas isso é um crime tão grave? Quero deixar bem claro que não conheço nenhum dos intervenientes incluindo a cadelinha. Os polícias são os que estão nas fotos, a fera (cadelinha) está no meio deles (sem perceber nada), o comboio é o nº 15747 São Bento/Aveiro das 18H05 de ontem dia 21. Partilhem, por favor, com o maior nº de pessoas pode ser que entre elas esteja alguém, responsável, consciente e que leve esta situação um pouco mais além. Desculpem o longo texto, desculpem o desabafo mas nunca nos devemos calar. MM
publicado por blogdaportugalidade às 16:39
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

OS MAIS CONTESTADOS E QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA...NADA TEM AVER COM ISTO E MUITAS OUTRAS COISAS

TÊM MEDO DE QUÊ ?
 
 
 
 
 Relvas e Franquelim passam empresas para nome das filhas Com apenas uma semana de intervalo, o Ministério da Justiça publicou a transferência da propriedade das empresas do ministro-adjunto e do recém-nomeado Secretário de Estado do Empreendedorismo, vindo do grupo do BPN.
 
Miguel Relvas e Franquelim Alves entregam a gerência da Integrabalance e da New Finance às filhas de 28, 24 e 21 anos de idade. ... ARTIGO | 21 FEVEREIRO, 2013 - 14:22 Miguel Relvas e Franquelim Alves são dois dos mais contestados membros do Governo português. Franquelim Alves era o sócio-gerente da New Finance - Sociedade de Gestão de Investimentos financeiros e assessoria estratégica e de gestão, Lda. No meio da polémica sobre a entrada no Governo  do ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios, que participou nas gestões lideradas por Oliveira e Costa, Abdool Vakil e Miguel Cadilhe, o Ministério da Justiça publicou no passado dia 12 a cessação de funções de Franquelim Alves. Curiosamente, a decisão de Franquelim surge com a data de 12 de fevereiro, mas do ano passado, tendo demorado exatamente um ano a ser publicada na base de dados de atos societários do Ministério da Justiça. Para o lugar de Franquelim Alves na gerência da New Finance entram as suas duas filhas, com 28 e 24 anos, segundo o registo publicado no passado dia 8 de janeiro, mas com a mesma data de deliberação da cessação das funções de Franquelim. No caso de Miguel Relvas, a transferência da sua quota única na empresa Integrabalance, Unipessoal Lda. para a filha, de 21 anos, demorou menos de duas semanas a ser publicada pelo Ministério da Justiça.
 Quando entrou no Governo, Relvas tinha avaliado o património da Integrabalance em 246 mil euros na sua extensa declaração de rendimentos ao Tribunal Constitucional. No passado dia 25 de janeiro passou a quota para o nome da filha e renunciou aos órgãos sociais da empresa, vendo essa alteração publicada no site do Ministério no dia 6 de fevereiro....

                                                                   PORTUGUESES ENVERGONHEM-SE,NÃO TEM NINGUEM QUE VOS ABRA OS OLHOS!!!!!
publicado por blogdaportugalidade às 16:18
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