Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

MANIF...

Esperados 1000 polícias em manifestação frente ao Parlamento (DE)

Protestos

Esperados 1000 polícias em manifestação frente ao Parlamento (DE)

As forças de segurança não desmobilizaram o protesto, apesar de o MAI anunciar que vai pagar os 1,3 milhões do Fundo de Fardamento. A concentração de rua visa protestar contra o não reposicionamento e respetivos retroativos a Janeiro de 2010

 

 

 

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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011

Só os politicos é que tem CULPAS?????

 

Poema de agradecimento à corja  

 Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.


Joaquim Pessoa
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Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948.
Iniciou a sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa.
O primeiro livro de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de vinte obras incluindo duas antologias. Foram lhe atribuídos os prémios literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta área. O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo David Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente de capazes de comunicar com um vasto público.


Bibliografia: "O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim". 
 
 
   Este é um poema que corre pela NET

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Domingo, 25 de Setembro de 2011

PENSE NISTO!!! O QUE LHE PARECE????Não acha que devemos pugnar pela verdade e termos outra postura ???

 

É UM POUCO EXTENSO, MAS VALE A PENA LER. É ESTA A REALIDADE EM QUE

VIVEMOS. ESTÁ BRILHANTEMENTE REDIGIDO.

Não podia ser mais verdade!!!

Bem-haja a quem não tem medo de ver e muito menos de dizer a verdade.

Leiam este texto escrito por um professor de filosofia que escreve semanalmente

para o jornal O Torrejano.

Tudo o que ele diz, é tristemente verdadeiro.

O atestado médico por José Ricardo Costa

Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer

uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica

preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente,

pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa.

Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta. Ora esta coisa de um professor ficar

com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é:

como justificá-la?

Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de ficar preso no

elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a

camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico. Qualquer pessoa

com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico

será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua

ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir deste momento, a situação

deixa de ser divertida para passar a ser hilariante.

Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de

Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre

Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser

explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos

que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da

TVI.

O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O

presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que

ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente.

O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador

apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente.

Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do

elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente.

Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente.

Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em

certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados

ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade.

Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias

vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito

engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para

sermos enganados.

Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o

'ET', que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras

ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade.

Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D.Afonso

Henriques, que Deus me perdoe.

A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que

ninguém leva a mal porque já estamos habituados.

Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas

razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu,

num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá

levar a mal.

Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não

fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu

sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei

que ela sabe que eu sei.

Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim

seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro,

mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho.

Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de

três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que

aquilo é tudo verdade.

Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e

culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos

malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza.

Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas

modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por

limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas

horríveis e fábricas desactivadas.

Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o

mundo.

Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no

elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que

comece a vomitar sobre si próprio.

-----------------------------------------

URGE MUDAR ESTE ESTADO DE COISAS.

ESTÁ NA SUA MÃO, NA MINHA E DAQUELES A QUEM A MENSAGEM CHEGAR!

 

 

 

«70 mil atestados médicos a professores em 4 meses» - DN
Por Redacção

Entre Outubro de 2010 e Janeiro deste ano foram passados 70 031 atestados a professores, o equivalente a 514 mil dias de baixa. A situação foi detectada pela equipa de Isabel Alçada, a ex-ministra, tendo posteriormente sido aberto um inquérito pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.

Até agora foram instaurados 19 processos disciplinares pelo Ministério da Educação e um caso vai ser apreciado pela Ordem dos Médicos. A lista das baixas, 413 das quais assinadas pela mesma médica, já foi entregue ao Ministério Público.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                              

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

MILITARES TRATADOS COMO CÃES DE CAÇA ,JOGAM-SE FORA QUANDO NÃO SÃO PRECISOS,mas não será o caso de PORTUGAL

Do DN de sábado, dia 17, poderão ler um importante artigo de opinião
do Juiz Conselheiro António Bernardo Colaço, sobre o parecer do
Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (CC/PGR) com o
qual se pretende retirar o direito de manifestação aos militares.
 
O artigo do Juiz Conselheiro A. Bernardo Colaço, desmonta, no espaço
exíguo de um artigo de opinião, a forma como a relatora do parecer
chegou às respectivas conclusões.
 
De qualquer modo, pensando que será mais interessante consultar de
imediato o artigo em causa, proporciono o “link” a isso necessário:
 
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2001105
 
Volto a lembrar que a AOFA utilizou o direito de manifestação com
muita parcimónia e sempre na sequência de se terem esgotado todas as
possibilidades de defender os legítimos direitos e expectativas dos
militares através do diálogo institucional.
 
Apesar de tudo, como se recordarão, o parecer do CC/PGR assegura a
possibilidade de os militares se manifestarem a fim de emitirem
opinião sobre quadros legais dos quais discordem.
 
Cumpre, também, ter presente que o direito de reunião dos militares se
mantém intocado, pelo que o “Encontro de Militares” marcado para o
próximo dia 22 de Outubro, no auditório principal do ISCTE, para além
de muito importante pelos contributos que certamente trará para
soluções e caminhos para os nossos problemas, se desenrolará dentro
dos normativos legais (Lei Orgânica nº 3/2001, de 29 de Agosto).
 
Não posso deixar de chamar a vossa atenção para o facto de, na semana
que antecede protestos na PSP e GNR sobre problemas dos respectivos
regimes remuneratórios, terem surgido, como por milagre, notícias
dando conta de que o Orçamento do MAI não será diminuído,
contrariamente ao que vai acontecer em todos os outros, precisamente
para ultrapassar essas questões…
 
A frase de D. Januário Torgal Ferreira, a que o Correio da Manhã dá
relevo, sintetiza de forma exemplar a situação que vivemos.
 
Entretanto, também poderão ver notícias bem interessantes: a de que o
RC6 mantém intacto o espírito solidário que o anima, apoiando os
deficientes visuais de Braga e que a Universidade do Minho e a
Academia Militar vão continuar com uma parceria que é de “sucesso”.
 
E porque se mantêm bem vivas na nossa memória as palavras ofensivas do
Eng. Macário Correia acerca dos militares e das Forças Armadas,
permito-me proporcionar-vos, através de um “link”, a ida ao comunicado
com que Sua Exa. o CEMGFA toma uma clara posição contra essas
palavras, publicado no “site” do CEMGFA (
http://www.emgfa.pt/pt/comunicados/2011-09) e a tomada de posição do
VALM Carmo Duro, editada no “blog” “A Voz da Abita (na Reforma)” pelo
VALM Botelho Leal, que podem ler em baixo.
 
Em anexo, poderão ler um artigo do TCOR PILAV Brandão Ferreira, na
reforma, que, no estilo frontal a que nos habituou, diz o que pensa
sobre as palavras do Eng. Macário Correia.
 
Tanto quanto possível, cordialmente
 
O Responsável pelas Relações Públicas da AOFA
 
Tasso de Figueiredo
 
COR TPAA
 
 

Uma restrição por excesso

por ANTÓNIO BERNARDO COLAÇO, JUIZ-CONSELHEIRO DO STJ - JUBILADO<input ... >17 Setembro 2011<input ... >2 comentários

O Parecer do Conselho Consultivo (CC) da Procuradoria-Geral da República (PGR) de Março deste ano, pedido pelo ministro da Defesa em Março de 2008 (!), conclui que às associações profissionais militares (APM) não assistem "os direitos especificamente atribuídos às associações sindicais para a defesa e promoção dos interesses socioprofissionais dos seus associados - tais como os atinentes a salários, sistemas de saúde, reforma ou similares". Este entendimento tolhe a vocação essencial das APM. É sabido que o associativismo profissional (AP) não é associativismo sindical (AS) - lição colhida da Assembleia da República (AR) desde 1989 para solucionar o problema do associativismo policial. Estando esta distinção consagrada por lei, a lógica jurídica repudia a conotação relacional feita, ao restringir ainda mais o alcance restritivo da expressão "natureza sindical". Isto acaba por descarnar a substância e os objectivos do AP militar, relegando- -os para a categoria de um associativismo deontológico, esse rejeitado pela AR. Se os militares não podem reagir aos problemas em matéria de salários, saúde, reforma e similares, o que lhes resta? Afectar as suas associações para piqueniques, romarias e passeios de veraneio?

Desde 2001, ano de consagração legal do AP militar, os militares sabem que não podem participar em manifestações com natureza sindical. Mas também sabem que natureza sindical, para o efeito restritivo em causa, só se refere à greve, à actividade para contratação colectiva, aos cartazes, à algazarra que muitas vezes ocorre, às alusões humorísticas e outras do género. O militar sabe distinguir entre protesto com aprumo e protesto sem freio.

Este é o único sentido que se pode dar à restrição de natureza sindical atribuída aos militares. É que é o próprio CC/PGR a reconhecer que as APM são susceptíveis de desenvolver actividades de natureza sindical (Parecer n.º 79/92 de 1/4/93), sendo certo que já constituem formas de sindicatos (Eduardo Correia Batista - Os Direitos de Reunião e de Manifestação do Direito Português). Por isso, o AP militar e o AS, não sendo idênticos ou não se confundindo, contemplam aspectos comuns ou coincidentes. A distinção há-de encontrar-se numa outra dimensão - a das quali- ficações específicas de um e do outro, mas jamais no quadro do que constitui uma titularidade comum de interesses que une todos os trabalhadores e/ou servidores do Estado, como é o caso de salários, saúde, projecção profissional e outros do género.

Durante mais de uma década de existência e apesar das manifestações feitas, não é conhecido às APM qualquer desacato que pusesse em causa a coesão, honra, prestígio ou disciplina nas Forças Armadas (FA). Isto demonstra que não é por se chamar a atenção para problemas como os do vencimento, promoções atrasadas, sistema de saúde e similares que as FA se desprestigiam; desprestigiadas ficam quando a dignidade do cidadão em uniforme é posta em causa numa conjuntura de tempo de paz e normalidade, por ter de suportar situações de vida que podem afectar o seu aprumo profissional. As manifestações nunca são dirigidas às "Chefias" mas à "Tutela", que tem a solução nas mãos.

Eis porque essa conclusão do Parecer, acoplada com outra que sustenta que uma manifestação de militares - como forma de pressão aos órgãos Legislativo e ou Executivo - ultrapassa o âmbito de uma APM, se reveste de uma nítida "restrição por excesso" ao violar os princípios de necessidade, suficiência, razoabilidade e de proporcionalidade da conjugação dos normativos decorrentes dos artigos 18.º e 270.º da Constituição.

 

Para reflexão !
 
 
 
 
 
----- Forwarded Message -----
From: Subject: ORGULHO DE SER MILITAR - Importante realidade.

 
 
Todos somos necessários e importantes, mas os soldados, já que não têm voz (desde que o poder civil em Portugal retirou aos seus chefes militares a prorrogativa de os representar), merecem que se lhes reconheça universal e publicamente essa virtude essencial, que tanto incomoda os poderosos, usurpadores da coisa pública e dos direitos do Outro: EQUIDISTÂNCIA!
 
 
 
 
 
Mais uma razão para o orgulho de ser militar ( ou ter servido ) !
E em Portugal, António Barreto também já afirmou algo parecido...
Subscrevo inteiramente!
Era bom que ninguém esquecesse mas, entre nós parece que há muita falta de memória.
 
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
 

 BARACK OBAMA disse no MEMORIAL DAY, .
É por esta e por outras que o OBAMA tem cada vez mais gente contra ele.
 
 
 
publicado por blogdaportugalidade às 17:55
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A CAÇA ÀS BRUXAS...E O MEXILHÃO,mas ...estão enganados comeste mexilhão

PGR ordenou abertura de inquérito-crime sobre ocultação  de dívidas (SIC)

Madeira

PGR ordenou abertura de inquérito-crime sobre ocultação de dívidas (SIC)

O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, anunciou hoje que mandou abrir um inquérito-crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira.

Notícias Relacionadas

Comentário:
 
Já começo a duvidar dos inquéritos crime!!!
 
Então ,e os outros processos  ? Não será que durante estes vinte anos não houve gestão danosa ???
 
E as facturas que estavam por pagar no Instituto de Desporto??
 
 
 
Julgo que o Sr DR Alberto João NÃO TEM PERFIL para fazer o que o ACUSAM...DEVE haver qualquer coisa OCULTADA SIM pelos GOVÊRNOS anteriores...
 
DEVE_SE passar o mesmo que se passou " com a história " de despesas a meis sem autorização(????????????)
Vou fazer outro mail sôbre isto ,já a seguir...
E o que vai acontecer à gestão danosa do BPN???E quando vamos receber os milhões que lá enterraram ???E quem autorizou a venda ,estaria
mandatado para o efeito??
 
Dúvido ,por que existem muitas e variadas acções de DIVERSÃO...para acreditarmos nisto que se está a passar em Portugal...
Já agora ,posto ,o mail relacionado com outra acção de DIVERSÃO...
publicado por blogdaportugalidade às 17:45
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

Contra os canhões marchar,marchar...

Assunto: CHEFIAS MILITARES - QUE IRREGULARIDADES
 
Caros Amigos
Face às notícias da comunicação social sobre os abonos indevidos a militares, promoções por arrastamento, auditoria da IGF e despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Defesa Nacional, procurei informar-me e acabei por alinhavar o texto que junto, juntamente com excertos do DL que está na origem de tudo isto.
Acho que os militares têm sido demasiado ofendidos para calarmos mais esta afronta.
E as chefias militares também foram e estão a ser desautorizadas, pois não foram considerados os seus fundamentados argumentos (exarados pelos serviços militares competentes) com que foram rebatidas as conclusões da famigerada auditoria.
Gostaria de ver isto publicado na mesma CS, mas tenho dúvidas que arrange quem publique - se alguém o conseguir está autorizado a fazê-lo.
Por isso difundo aos meus Amigos, militares e não militares, pedindo que façam a máxima difusão possível, caso concordem.
Peço também que me comuniquem qualquer erro que detectem para correcção futura.
Com um abraço Amigo
Ribeiro Soares
 

CHEFIAS-MIL

2011-09-18

CHEFIAS MILITARES: QUE IRREGULARIDADES?

A comunicação social deu amplo destaque ao despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Defesa que, por um lado, isenta os militares abrangidos pela nova tabela remuneratória (de Janeiro de 2010) de devolverem as importâncias indevidamente recebidas mas, por outro, os promovidos de forma irregular deverão ser recolocados na situação anterior àquela data. As notícias referem ainda que aquele despacho visa pôr fim às promoções por arrastamento que levaram a subidas de escalão remuneratório que a Inspecção-Geral de Finanças considerou ilegais.

Afigura-se-nos que há aqui alguma coisa de estranho pelo que, após consulta a camaradas no activo, julgamos estar em condições de historiar o que realmente aconteceu.

 

1.º) O DL 296/2009 de 14Out veio harmonizar os vencimentos dos militares com o regime de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas, conforme tinha sido definido pela Lei 12-A/2008 de 27Fev, alterada pela Lei 64-A/2008 de 31Dez.

O DL entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2010 e estabeleceu um regime de transição para a nova tabela remuneratória (Art.º 31.º) a ser efectuada nos seguintes termos (ver extractos do DL em anexo):

- o militar é reposicionado no nível remuneratório da nova tabela correspondente ao vencimento que recebia;

- quando não existir um nível remuneratório correspondente (ou seja, coincidente), o militar é colocado transitoriamente numa posição remuneratória fictícia igual ao vencimento que auferia;

- (presumindo-se que a posição definitiva será no nível remuneratório imediatamente superior na nova tabela, que não terá podido ser logo atribuída por não haver cobertura orçamental, a ser considerada no orçamento seguinte);

- porém, “quando da aplicação conjugada das regras de reposicionamento (…) com as regras de promoção e progressão estatutariamente previstas” (ou seja, quando houver uma promoção) resulte que um militar mais moderno transite para posição remuneratória igual ou superior a militares de maior antiguidade, estes, por despacho do respectivo Chefe de Estado-Maior, transitam para a mesma posição – o n.º 3 do Art.º 31.º é bem claro neste ponto;

- (isto porque, naturalmente, os militares promovidos passaram logo a aceder à posição definitiva na nova tabela por não poderem, legalmente, transitar para uma posição fictícia).

 

2.º) Quanto às promoções por arrastamento, afigura-se que a auditoria da IGF terá sido feita por alguém que tem um completo desconhecimento do enquadramento legal das Forças Armadas e do sistema de promoções (nomeadamente “quadros”, “vagas”, “promoções”, “adidos ao quadro”, “supranumerários”), pois parece ter havido posições pré-concebidas e teimosamente mantidas, pois não teve em consideração os bem fundamentados argumentos apresentados pelos Ramos.

 

Desta análise verifica-se que, não apenas não terá havido quaisquer abonos indevidos nem promoções “por arrastamento”, como os ajustamentos que houve que fazer nos vencimentos dos militares mais antigos (colocados transitoriamente em posições fictícias que só os prejudicaram) estavam previstos e perfeitamente definidos no DL, com referência expressa às competências dos chefes de Estado-Maior.

Ou seja, na tentativa de simplificar passando a aplicar aos militares a tabela remuneratória comum a todo o funcionalismo público (decisão de duvidosa necessidade, mas que tem de se aceitar), um governo produziu um diploma legal confuso e repetitivo, mas não se terá apercebido dos custos que tal representava e, depois, terá tentado eximir-se ao pagamento do que era devido, posição que está a ser reiterada pelo executivo agora em funções.

Executivo que vem agora, através de um despacho iníquo, armar ao “porreirismo nacional” dizendo perdoar aos militares (a título individual) a reposição das importâncias que, supostamente, terão indevidamente recebido.

O que dificilmente se pode inferir de todo este processo é que as chefias militares possam ter cometido as irregularidades de que são acusadas, nomeadamente na auditoria da IGF, cujos argumentos se afiguram desconformes com a realidade.

 

Mais uma vez são os militares que estão a ser prejudicados, não só nos abonos que individualmente lhes querem sonegar como, principalmente, pela má imagem que os sucessivos governos têm conseguido passar para a opinião pública através de uma comunicação social subserviente e sempre pronta a atentar contra o prestígio das Forças Armadas.

 

Restará sempre aos militares fazerem ouvir a sua voz e também enveredarem pela “reclamação e recurso hierárquico nos termos estatutários, sem prejuízo do recurso contencioso nos termos gerais” (Art.º 32.º do DL 296/2009)

 

 

ANEXO:

DL 296/2009 de 14Out (excertos)

 

“Artigo 31.º

Regime de transição para as posições remuneratórias

1 - A transição para a nova tabela remuneratória única é efectuada nos seguintes termos:

a) O militar é reposicionado na posição a que, no respectivo posto, corresponda nível remuneratório cujo montante pecuniário seja igual ao montante pecuniário correspondente à remuneração base a que tem direito, incluindo adicionais e diferenciais de integração eventualmente devidos;

b) Na falta de identidade, o militar é reposicionado na posição remuneratória, automaticamente criada, cujo montante pecuniário seja igual ao montante pecuniário correspondente à remuneração base a que actualmente tem direito, incluindo adicionais e diferenciais de integração eventualmente devidos.

 

2 - Quando, na transição efectuada nos termos do número anterior, a remuneração base, incluindo adicionais e diferenciais de integração eventualmente devidos, seja inferior à primeira posição remuneratória prevista no anexo I ao presente decreto-lei, do qual faz parte integrante, para o respectivo posto, o militar é transitoriamente posicionado no nível remuneratório, automaticamente criado, de montante pecuniário igual à remuneração a que tem direito à data de entrada em vigor do presente decreto-lei.

 

3 - Quando da aplicação conjugada das regras de reposicionamento, mencionadas nos números anteriores, com as regras de promoção e progressão estatutariamente previstas, resulte, pela primeira vez, uma situação em que um militar transite para posição remuneratória igual ou superior a militares do mesmo posto e maior antiguidade, estes, por despacho do respectivo Chefe de Estado-Maior, transitam para a mesma posição.

 

4 - Para efeitos de mudança de posição remuneratória releva todo o tempo de serviço contado no escalão remuneratório em que o militar se encontra na data de entrada em vigor do presente decreto-lei, bem como para efeitos de aplicação do previsto no número anterior.

 

5 - O regime de transição previsto nos números anteriores aplica-se também aos militares na situação de reserva e aos deficientes das Forças Armadas.

 

6 - A execução orçamental do disposto nos n.os 2 e 3 é assegurada por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da defesa nacional.

 

Artigo 32.º

Formalidades da transição

1 - Pelos competentes serviços dos respectivos ramos serão publicadas listas de transição para as novas posições remuneratórias para conhecimento de todos os interessados.

 

2 – Da integração cabe reclamação e recurso hierárquico nos termos estatutários, sem prejuízo do recurso contencioso nos termos gerais.

 

Artigo 33.º

Salvaguarda de direitos

Da aplicação do presente decreto-lei não pode resultar para os militares redução da remuneração actualmente auferida.”

 

 

 

MEU CARO RIBEIRO SOARES : O RECURSO CONTENCIOSO ;NÃO DÁ NADA :HÁ DOIS ANOS ENTREGUEI NA DEFESA NACIONAL UM REQUERIMENTO

POR CAUSA DA SITUAÇÃO DO BILHETE DE IDENTIDADE MILITAR E NEM TIVE RESPOSTA...

 

 

Quem mandava nisto era a Secretária do Govêrno do Districto...Tenho cópia e começa assim.

COLEGAS,

POR ORDEM DA SECRETÁRIA do GOVÊRNO DO DISTRITO,a partir de amanhã NÃO SE ACEITAM BILHETES DE IDENTIDADE MILITAR.

EsTES CIDADÃOS TERÃO DE EXIBIR,para efeitos de requerer passaporte,BILHETE DE IDENTIDADE DE CIDADÃO NACIONAL,conforme estabelece

o nº 2 do artgº 18 do DL nº 136/2006 de 26 de JULHO....

 

Por aqui vê que nem o Decreto diz isto,nem EMFAR diz isto...Fizeram-se exposições,a nivel individual ,a nivel institucional...mas NÃO VALE A PENA

por que a confusão neste país é tão grande que um papel assinado pela Secretária do Govêrno faz lei para os militares...

 

Em face disto ,agradeço que leiam os cadernos de LANZAROTE e acrescento... privatizem também as FAs.

 

Postado por Fonseca dos Santos  em 22 de Setembro de 2011,em Lisboa

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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

OS CAVALEIROS DO INFANTE...,mas que raio de ASSESSORES...

Assunto:  Cavaleiros da Ordem do Infante Dom Henrique
 
 
 
            ESTOU PERFEITAMENTE DE ACORDO. O QUE FOI DADO A TANTOS
PORTUGUESES QUE SE DISTINGUIRAM DE FACTO? COMO A NOSSA SOCIEDADE ESTÀ
CULTURALMENTE EMPOBRECIDA!
 
----------
 
Cavaleiros da Ordem do Infante Dom Henriqueco
 
 
 
Exmo. Sr. Presidente da República, Dr. Aníbal Cavaco Silva,
 
O meu nome é Catarina Patrício, sou licenciada em Pintura pela
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, fiz Mestrado em
Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade Nova de Lisboa, sou doutoranda em Ciências da Comunicação
também pela FCSH-UNL, projecto de investigação "Dissuasão Visual:
Arte, Cinema, Cronopolítica e Guerra em Directo" distinguido com uma
bolsa de doutoramento individual da Fundação para a Ciência e
Tecnologia.
 
A convite do meu orientador, lecciono uma cadeira numa Universidade.
 
Tenho 30 anos.
 
Não sinto qualquer orgulho na selecção de futebol nacional.
 
Não fiquei tão pouco impressionada...
 
O futebol é o actual opium do povo que a política sub-repticiamente
procura sempre exponenciar.
 
A atribuição da condecoração de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom
Henrique a jogadores de futebol nada tem que ver com "a visão de
mundo" (weltanschauung) que Aquele português tinha.
 
A conquista do povo português não é no relvado.
 
Sinto orgulho no meu percurso, tenho trabalhado muito e só agora vejo
alguns resultados.
 
Como é que acha que me sinto quando vejo condecorado um jogador de futebol?
 
Depois de tanto trabalho e investimento financeiro em estudos?!!
 
Absolutamente indignada.
 
Sinto orgulho em muitos dos professores que tive, tanto no ensino
secundário como no superior.
 
Sinto orgulho em tantos pensadores e teóricos portugueses que Vossa
Excelência deveria condecorar.
 
Essas pessoas sim são brilhantes, são um bom exemplo para o país...
fizeram-me e ainda fazem querer ser sempre melhor.
 
Tenho orgulho nos meus jovens colegas de doutoramento pela sua
persistência nos estudos, um caminho tortuoso cujos resultados jamais
são imediatos, isto numa contemporaneidade que sublinha a
imediaticidade.
 
Tenho orgulho até em muitos dos meus alunos, que trabalham durante o
dia e com afinco estudam à noite...
 
São tantos os portugueses a condecorar... e o Senhor Presidente da
República condecorou com a distinção de Cavaleiro da Ordem do Infante
Dom Henrique jogadores de futebol... e que alcançaram o segundo
lugar... que exemplo são para a nação?
 
Carros de luxo, vidas repletas de vaidades... que exemplo são?!
 
 
 
Apresento-lhe os meus melhores cumprimentos,
 
 
 
Catarina
 
 


publicado por blogdaportugalidade às 20:18
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A MINHA GERAÇÃO,NÃO DEIXOU ENRRASCAR-SE...

 

A GERAÇÃO ENRASCADA

 

O grande homem é aquele que não perdeu a

 

candura da sua infância…

 

Pertenço a uma geração que teve de se

 

desenrascar

.

Nasci ao som do rufar dos tambores da 2ª

 

Guerra Mundial. Os clarins e as sirenes faziam o toque de

à rasca, anunciando

mais um bombardeamento.

 

A Santa da minha Mãe, pariu-me de cócoras. Quando se sentiu

à rasca,

muniu-se da tesoura e do baraço e fez tudo sozinha. Chegou por casualidade

 

uma vizinha e ajudou aos últimos preparativos, talvez um caldo de galinha

 

velha, que era o prémio de qualquer parturiente. Hoje, as que se rotulam de

à

rasca

têm seis meses de licença de parto. Essa vizinha, que durou cento e tal

anos, passou a vida a contar-me isto, vezes sem conta.

 

Aos miúdos, faziam uns calções com uma abertura na retaguarda, e,

 

quando estivessem

à rasca, baixavam-se, o calção abria e fazia-se em escape

livre e, andava sempre arejado.

 

Aos dezoito anos, ainda o comboio passava em Mirandela e tive o azar

 

de fazer cargas e descargas dos vagões para os camiões. Os adubos vinham

 

em sacos de 100 kg, as pernas tremiam mas tinha que me

desenrascar. Os

mais velhos sabem do que falo, o trabalho era duro incluindo as cegadas,

 

mas….

fazia-se tudo a cantar.

A mesma geração, fez as três frentes da guerra colonial, morreram nove

 

mil e quinze mil ficaram mutilados e a cair aos bocados, chamam-lhes Heróis,

 

mas dizem

desenrasquem-se.

O 25 de Abril foi feito por essa mesma geração, bons líderes, povo unido

 

e

desenrascaram-se muito bem.

Por fim, a debandada da emigração para toda a Europa, atravessando

 

montes e vales íamos chegando a todo o lado. Vivíamos em contentores e

 

barracas, o tacho onde se lavavam as batatas era o mesmo para se lavar o

 

nariz, mas não nos

desenrascamos nada mal.

Depois veio a geração

rasca. Drogas, rendimentos mínimos e vergonha

de trabalhar.

 

Agora, dizem ser a geração

à rasca, querem ser todos Doutores,

arrastam-se anos à volta dos cursos, os parques universitários estão cheios de

 

carros de luxo, ficam por casa dos Pais até aos trintas e “quem aos vinte não é,

 

aos trinta não tem, aos quarenta já não é ninguém”.

 

São uns

enrascadinhos, não querem assumir a responsabilidade de

uma família, vagueiam de noite, dormem de manhã e a Mãe chama-os para

 

almoçar. O Pai vai recheando a conta, porque um Pai é um banco

 

proporcionado pela natureza.

 

Eu não quero medir tudo pela mesma rasa e acredito muito na

 

juventude, aconselho-os a que se caírem sete vezes se levantem oito, porque o

 

Governo está

à rasca, a oposição está enrascada e a juventude não se

desenrasca.

 

Os que cantam, Homens da Luta, é uma luta sem comandantes e o povo

 

vencido jamais será unido.

 

Façam pela vida… E, não estejam à espera que o mar arda, para

 

comer peixe grelhado!...

 

publicado por blogdaportugalidade às 19:21
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PARA OS POLITICOS LEREM...Lá se vai a nossa soberania...mais um pedaço

         

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Concordo plenamente com o Snr.Antonio Saraiva, no caso da possível venda da TAP, embora eu gostaria que não se chegasse a realizar!
 

Isto porque, se for comprada pelo consorcio  a que pertence a Iberia , esta relizará um autentico sonho, a de ficar com todo o tráfego para a América do Sul.

Parece-me que não estou enganado.

Penso que deveria arrajar-se outra solução para não sermos apenas uns paus mandados.

Neste momento só se pedem sacrifícios aos Portugueses ignorando o sacrifício e o trabalho insano dos que fizeram a TAP, TAP de que tantos Porugueses se orgulham, TAP que tem um prestígio internacional............!

Por mim devo dizer que estou muito triste com esta decisão 

João Graça

publicado por blogdaportugalidade às 19:18
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O EXEMPLO DA FRONTALIDADE...TODOS OS PORTUGUESES DEVIAM SEGUIR A REGRA,deixemo-nos de MÊDOS...

Finalmente, alguém que não tem medo de chamar o boi pelo nome. Pena que seja o único.



ANTÓNIO BARRETO, um nome que dispensa apresentações no panorama politico e
> não só deste Portugal falido e corrupto, faz-nos este delicioso SALMO.
> O Homem  não tem papas na língua e nem MEDO DE NINGUÉM !!! Quantos
> são....quantos são....
>
> "O meu comentário à notícia do veto de Pinto da Costa à eventual candidatura
> de Hermínio Loureiro à presidência da FPF.
>
> A política e o futebol são inseparáveis, implícita ou explicitamente. Pinto
> da Costa e o seu clube têm beneficiado, precisamente, da "chantagem"
> política que têm exercido sobre os vários governos e outros agentes
> políticos, muitos deles cúmplices, por razões políticas, da mentira em que
> se tornou o futebol Português.
>
> Por outro lado, nenhum político deve ter coartados os seus direitos comuns,
> como sejam o de intervir, a título pessoal, no mundo do desporto. Nem nenhum
> dirigente desportivo deve ter vedado o acesso à vida política. Tudo em
> perfeita transparência e de acordo com a lei, como é próprio das sociedades
> de Direito Democrático.
>
> Pinto da Costa tem medo de Hermínio Loureiro porque este tem uma visão de
> futuro para o futebol Português que implica a sua credibilização, pondo
> termo à colonização que aquele, alegadamente, impôs às instituições
> desportivas e à instrumentalização que, alegadamente, tem exercido sobre os
> seus órgãos.
>
> Pinto da Costa é, alegadamente, um cobarde porque não sabe ganhar com
> lealdade, olhos nos olhos, revelando total falta de escrúpulos e respeito
> pelos adversários e adeptos do futebol em geral, como ficou demonstrado aos
> olhos de todos pelas escutas reveladas na net.
>
> Pinto da Costa, quanto a mim, ilustra uma época de promiscuidade,
> oportunismo, fraqueza e hipocrisia política, que fizeram fracassar os ideais
> de Abril e conduziram Portugal à insolvência.
>
> O Progresso de Portugal consegue-se com valores diferentes dos que Pinto da
> Costa exibe".
publicado por blogdaportugalidade às 19:11
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