Terça-feira, 22 de Março de 2011

O QUE NOS ESPERA:::TODOS NO MESMO BARCO.OS POLITICOS TEM QUE MUDAR A CONSTITUIÇÃO POLITICA:::

 

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200€ ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País; Manter apenas os dos Presidentes;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail. 

 

 

publicado por blogdaportugalidade às 19:15
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Segunda-feira, 21 de Março de 2011

VENHA O FMI para acabar com a GORDURA DO ESTADO CADA VEZ MAIOR:::E FAZEM DE CONTA :PARA POLITICOS DESCONTA AQUI E AUMENTA MAIS NAS DESPESAS DEREPRESENTAÇÃO;VIATURAS ,TELEMOVEIS E OUTRAS DESPESAS QUE SÓ SE VÊEM À LUPA....

 

Assunto:  São factos!



 

Para o caso, muito provável, de alguém ainda ter dúvidas sobre a REALIDADE Portuguesa actual e a quem devem ser pedidas responsabilidades, esta parte da história começou aqui: "Equipas técnicas do BCE e da Comissão Europeia estiveram em Portugal durante duas semanas, até dia 10 de Março, a desenhar com o Governo português as novas medidas de austeridade." e isto só foi do nosso conhecimento, em devido tempo, porque houve uma fuga de informação que levou o "Negócios" a publicar.

 

Forçado pelas circunstâncias a pedir ajuda, Sócrates criou um (mais um) número de ilusionismo para tentar levar o PSD a eleições nas condições que lhe, a ele Sócrates, são mais favoráveis. Assim pensa pelo menos.

 

O PEC IV é a ajuda externa!!! no mínimo o início formal do processo. O que [Sócrates] tenta, é diferenciar siglas(!!), as boas e desejadas: "BCE, FEEF"; a má "FMI". Na lógica da estratégia por ele definida, se a sigla não for "FMI", ele vence (e aqui chegados), se for... também.

 

Convenhamos que é provável, que os menos atentos, comprem a patranha Socialista, de transferir a "culpa" pela actual situação, e do que ainda falta vir, para a oposição, PSD em particular por razões óbvias, tal é a bateria de meios que estão a ser utilizados e a repetição constante desta mensagem, para além do PM, por Secretários de Estado de 2.ª classe, Ministros, o Líder Parlamentar e outros seguidores, todos dizem a mesma coisa várias vezes ao dia, todos os dias. Tenham a certeza que o objectivo é voltar a ganhar as eleições. E se isso não acontecer, prepara-se o caminho para um regresso "cheios de razão".

 

A teoria que tentam vender (e que muito indígena vai comprar, não tenhamos dúvidas) é que a ajuda a pedir, formalmente, só acontecerá porque a oposição, particularmente o PSD, "não acompanhou o governo no PEC IV" e devido a essa decisão "irresponsável" e "anti-patriótica" da oposição, a situação vai piorar, tudo vai ainda ser muito pior, logo eles são os bons e os outros os maus!

 

Ora porque é, segundo a teoria Socialista, "irresponsável" e "anti-patriótica" a atitude da oposição? porque se recusa a negociar com o governo a "viabilização" da "salvação de Portugal".

 

Acontece que isto é uma total mistificação. O governo aceitou e assumiu como compromisso este novo PEC (condição imposta), em nosso nome, com Bruxelas, Frankfurt e Berlim, para garantir essa ajuda, ou parte da ajuda. isto é, a oposição não aceita negociar, não só por razões de natureza política partidária mas também, e particularmente, porque não há nada de substancial para negociar, e se houvesse não seria com o governo desta triste República, mas sim com quem nos pode ajudar e ai não sendo governo, formalmente não são parte. O extraordinário é que, segundo a teoria Socialista, quem tem que arcar com as "culpas", pela situação por eles Socialistas criada, é a oposição. Brilhante do ponto de vista do "jogo político puro".

 

Num sistema político "normal", com um governo "normal" este teria já explicado ao "Povo" qual é a real situação (que mais não é do que a sua obrigação) e o que deve ser feito para evitar a ruptura total e iniciar um caminho de recuperação, com todas as consequências e dores associadas, aceitando o governo, as consequentes consequências politicas. Acontece que com Sócrates e o seu Partido nada é normal.

 

Acresce que Zézito, para mal dos nossos pecados é um competente político(com tudo o que isso comporta) mas um péssimo governante. Saindo do lugar de PM tem um (vários) problema grave para resolver. Voltar para desenhador da CM da Guarda ou da Covilhã? pouco, muito pouco para tão grande ego! vai desenhar Pontes ou Barragens? embora ele tenha uns papeis que digam que sim, que pode, ele não sabe fazer nada disso! então o que fazer? lutar pelo poder até ao fim, fugindo para a frente, arrastando-nos a todos nesta louca e irresponsável vertigem.

 

O guião deste jogo político até que era interessante se no caminho dos Socialistas não estivéssemos todos nós.

 

PRF

 

Por Helena  Garrido - Helenagarrido@negocios.pt

"Portugal já está a ser ajudado e enfrenta já uma violentíssima falta de acesso aos mercados financeiros.

Não é uma opinião, são factos. Só lhe falta fazer o pedido formal de ajuda. Que é inevitável. E isto, sim, é uma opinião, sustentada pelos factos.

 

Comecemos pelos factos que demonstram que o acesso a financiamento externo estava, e está, lentamente a fechar-se para Portugal - ainda antes da crise política.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=474239

1. O Estado português está há meses a ser apoiado pelo Banco Central Europeu através da compra de dívida pública portuguesa no mercado secundário, para combater a subida da taxa de juro. Não se conhecem os montantes, porque o BCE não os divulga, mas uma estimativa de um banco de investimento internacional aponta para valores da ordem dos 18 mil milhões de euros.

2. Os bancos portugueses, que não se conseguem financiar no mercado desde o primeiro trimestre do ano passado, estão a obter recursos do BCE por troca de títulos que têm em carteira. O último montante que se conhece, relativo a Fevereiro, é de 41 mil milhões de euros. E este ano os bancos portugueses precisam, obviamente, de recursos para pagar dívida que chega ao fim da maturidade.

3. Com os valores estimados para o Estado e os contabilizados para a banca, o apoio do BCE a Portugal rondará quase 60 mil milhões de euros. Apenas como referência, porque não se podem fazer comparações directas, o empréstimo a sete anos e meio que o FMI e o Fundo Europeu de Estabilização Financeira acordou para a Irlanda é de 85 mil milhões de euros.

4. A Refer, uma empresas pública de infra-estruturas ferroviárias, não conseguiu financiar-se no mercado, ou seja, falhou uma emissão.

5. A Parpública não conseguiu colocar os títulos que corresponderiam a mais uma fase da privatização da EDP - obrigações permutáveis.

São cinco factos a que se podem somar "não factos", ou seja, a ausência de operações de financiamento no mercado por parte de grandes empresas.

Aos factos que expõem as dificuldades crescentes de acesso a financiamento acrescentam-se os mais recentes factos que apontam para um apoio mais activo da Europa a Portugal:

1.
Equipas técnicas do BCE e da Comissão Europeia estiveram em Portugal durante duas semanas, até dia 10 de Março, a desenhar com o Governo português as novas medidas de austeridade.

2.
Portugal foi o único país do euro que antecipou o seu programa de estabilidade, e apresentou-o numa Cimeira Extraordinária da Zona Euro - acontecimento raro - onde a situação financeira do País foi um dos principais temas.

3.
A Comissão Europeia e o BCE fizeram um comunicado conjunto sobre Portugal, um facto inédito. No fim dessa declaração, lemos uma frase igualmente invulgar: as duas instituições vão fiscalizar a concretização das medidas por parte de Portugal.

Numa forma dura e crua, pode dizer-se que Portugal está já a ser governado a partir de Bruxelas e Frankfurt. E que já está tudo preparado para o Governo fazer o pedido formal de ajuda financeira à Europa e ao FMI.

Factos são factos. O resto, a dita crise política, é o jogo da culpa. O Governo, pelo que disse ou pelo que não fez, quer tirar de cima de si a culpa do pedido de ajuda financeira. Um jogo que nos vai sair caro, que vai exigir ainda mais medidas de austeridade.

 

publicado por blogdaportugalidade às 14:29
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Por que RAIO não se TOMAM MEDIDAS PARA EMAGRECER O ESTADO????

Avança a Contestação nos tribunais das medidas do Governo

Especialistas questionam novo “imposto” sobre as pensões

 

21.03.2011 - 08:21 Por Raquel Martins

A aplicação de uma taxa especial sobre as pensões de reforma acima dos 1500 euros, uma das medidas que o Governo propõe no PEC que hoje será apresentado (ver páginas 2 e 3), está a gerar dúvidas entre os constitucionalistas.
 

Governo está a propor um corte nas pensões superiores a 1500 euros

 (Pedro Cunha (arquivo))

Princípios como os da igualdade e da proporcionalidade podem, dizem alguns especialistas, estar a ser colocados em causa, não só nesta última proposta governamental como também na contribuição que já está a ser exigida às pensões mais elevadas.

Paulo Otero, professor da Faculdade de Direito de Lisboa e que elaborou um parecer para o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) a contestar os cortes salariais efectuados este ano, é um dos constitucionalistas a lançarem o alerta. Quer a contribuição de “solidariedade” que está a ser aplicada às pensões douradas, quer a contribuição “especial” a aplicar às pensões acima de 1500 euros a partir de 2012 não são mais do que um imposto que incidirá apenas sobre alguns e que, por isso, viola várias normas constitucionais. Embora ressalve que é preciso “esperar para ver” como é que o Governo pretende aplicar a medida no próximo ano, Paulo Otero receia que estejam em perigo desde logo os princípios constitucionais da igualdade e da proporcionalidade.

O fiscalista Rogério Fernandes Ferreira realça que provavelmente o que o Governo fará aos pensionistas em 2012 será o mesmo que fez aos funcionários este ano, diminuindo-lhes o valor das pensões pagas. Mas se assim não for e “caso se trate de um novo imposto, dito de «solidariedade», e a incidir sobre o montante das reformas, das pensões, das subvenções e de outras prestações pecuniárias de idêntica natureza que excedam 1500 euros, algumas questões poderão suscitar-se do ponto de vista constitucional”.

Desde logo “o princípio da unicidade, formal e material, do imposto sobre o rendimento pessoal (IRS), que constitucionalmente deve ser único, e mesmo com o princípio da igualdade, decorrente da capacidade contributiva”. Mas o fiscalista lembra que pode também estar em causa a questão da proporcionalidade, uma vez que “tal contribuição, enquanto verdadeiro imposto, mesmo que extraordinário e de solidariedade, mesmo que temporário e ou justificado por razões excepcionais, sempre incidiria sobre rendimentos tributados – duplamente, portanto – em sede de IRS e, agora, de um novo imposto”.

A questão da violação do princípio da não-retroactividade da lei fiscal também poderia estar em causa, mesmo que a nova contribuição pudesse ser justificada por razões de “emergência nacional”.

Salários vs. pensões

Embora algumas destas questões também tenham sido suscitadas nos pareceres que acompanham as acções que chegaram a tribunal para contestar o corte no salário, Fernandes Ferreira lembra que, embora ambas as medidas preconizem “uma diminuição de rendimento líquido disponível, num caso aos trabalhadores, noutro caso aos pensionistas”, do ponto de vista técnico “são medidas diferentes” e que “serão apreciadas, mesmo do ponto de vista constitucional, de forma distinta, ainda que com base em alguns dos mesmo princípios”.

O constitucionalista Jorge Miranda – responsável pelo parecer que o Governo está a usar nos tribunais para defender os cortes dos salários – não vê, para já, problemas constitucionais na contribuição a aplicar às pensões em 2012. “Pode é pôr-se um problema de justiça e de equilíbrio social.”

“Custa-me a crer que não houvesse outras formas de o Estado obter receitas e reduzir despesa”, sustentou o professor da Faculdade de Direito de Lisboa em declarações à TSF.

Na apresentação do chamado PEC IV, Teixeira dos Santos garantiu que a medida é temporária e só permanecerá enquanto se justifica, afastando problemas constitucionais.

O PÚBLICO questionou o Ministério sobre se a contribuição prevista para 2012 irá acumular com o corte que já está a ser efectuado nas pensões mais altas, mas o gabinete de Teixeira dos Santos realça que a questão “é prematura”, dado que o que foi enunciado foi “um princípio geral que será concretizado em norma jurídica na Lei do
Orçamento do Estado para 2012”.

O PÚBLICO tentou também apurar se a aplicação da medida em 2012 será feita de forma semelhante ao que está previsto para 2011 no
Orçamento do Estado. Mas, também neste caso, o Ministério das Finanças limitou-se a responder que “a medida tem outras características

publicado por blogdaportugalidade às 11:17
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ISTO È O FIM DA UNIÃO EUROPEIA.NÃO PODEMOS ACEITAR NA POLITICA DEMOCRÁTICA POLITICOS "PROFISSIONAIS" E CONTRADIZENDO AS REGRAS GERAIS

 



MEUS AMIGOS: MAIS UMA  QUE VÃO LER ABAIXO. A  CONCLUSÃO É SEMPRE A MESMA. NÃO ESQUEÇAM:

ISTO SÓ LÁ VAI À PORRADA



ESPEREM PARA VER



A EUROPA VAI SER A  RESPONSÁVEL PELA SUA PRÓPRIA MORTE...



Escândalo na  UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE - URGENTE
Noruegueses, Finlandeses,  Suecos, Franceses,....Portugueses!,todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE


Já reparou? Os  políticos europeus estão a lutar como loucos paraentrar na administração da UE!
E por  quê?

Leia  o que segue, pense bem e converse com os amigos.
Envie  isto para os europeus que conheça!
Simplesmente, escandaloso,

Foi  aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340  agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por  mês.

Sim, leu correctamente!

Para facilitar a integração de  novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental  ...),os funcionários dos países  membros antigos (Bélgica, França, Alemanha..) receberão da Europa uma prenda de  ouro para se aposentar.

Porquê e quem paga isto?

Você e eu estamos  a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as  leis se atribuem presentes de  ouro.
A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do  Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar   esta mensagem para todos os  europeus.
É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União  Europeia ....

Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de  nababos ...
Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do  "Rolls"dos regimes especiais, não  recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos! Giovanni Buttarelli, que  ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses deserviço (em Novembro 2010), uma reforma de  1 515 ? / mês. Oequivalente aquilo que recebe em média, um assalariado  francês do sector privado após uma  carreira completa (40 anos)..


O seu colega, Peter Hustinx acaba de  ver o seu contrato de cinco anos renovado.  Após 10 anos, ele terá direito a cerca de 9 000€ de pensãopor mês.

É simples, ninguém lhes  pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque  em branco.

Além disso, muitos  outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do  Tribunal Europeu de Justiça, receberá 12 500€por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira  Instância, 12 900 € por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer,  advogado-geral, 14 000 €/  mês.
Consulte a lista em:

http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286

Para  eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm acerteza de validar uma carreira completa  e, portanto, de obter o máximo: 70%  do último salário. É difícil de acreditar Não só as suas pensões atingem os limites, mas  basta-lhes apenas 15 anos e meio para  validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim,é preciso matar-se com trabalho durante 40  anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de  pensões, os tecnocratas de Bruxelas  recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos  (em 2020), etc. Mas  para eles, não há problema, a taxa  plena é 15,5 anos... De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para  os membros da Comissão Europeia e, ao  longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército  inteiro a beneficiar delas: juízes,  magistrados, secretários, supervisores,mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem  sequer descontam para a sua grande  reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda  a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a  mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!

Esteja ciente,  que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se  as despesas da UE são legais, feitas  pelo menor custo e para o fim a que são destinadas»,beneficiam do sistema e não pagam as  quotas.
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de  Bruxelas» e continuam a dar lições de  ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa  altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise  económica e da brutalidade do choque  demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 €/ mês após somente 15 anos decarreira, mesmo sem pagarem quotizações...  É uma pura provocação!

O objectivo é alertar todos os cidadãos dos  Estados-Membros da União Europeia.  Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.

Não há dúvida  de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas  pensões. Nós temos que levá-los a  colocar os pés na terra.

«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo  rigoroso e muito documentado que  prova por  "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos  media.


http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867

Divulgue!
DIVULGUE!  DIVULGUE! Quantos mais souberem deste descaramento .NÃO QUEREMOS PROFISSIONAIS NA POLITICA...

 

 



 
publicado por blogdaportugalidade às 09:25
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Sábado, 19 de Março de 2011

GERAÇÕES À RASCA- NOSSA CULPA

 
Gerações à Rasca - A Nossa Culpa

http://comoze2.blogspot.com/2011/03/um-dia-isto-tinha-de-acontecer.html


Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca ? Existe mais do que uma ! Certamente !
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiramnos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhesderam uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde  uma festa de  aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a  informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem  são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dosnossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugaresa que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar noque ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecidae indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

Autor desconhecido  ( é pena ! )

 

 

NOVAS ELEIÇÕES ????

 

Em princípio devia desde já haver novas eleições,mas sou contrário a esta opinião: O que se devia fazer com urgência era uma nova POLITICOS ,apenas com o pagamento de uma senha de presença .NÃO queremos politicos profissionais nem tão pouco jovens que não tenham experiência da vida REAL...

Há deputados que assentam o rabo nas cadeiras do hemicirculo ,há mais de 20 anos e não fizeram outra coisa na vida senão utilizar a mangedoura do orçamento Geral do Estado....

E há governantes que não sabem nada de nada ,apenas o politicamente correcto...

 

Faz me admirar como é que os portuguesese conservam mentirosos  como politicos que desgovernam a NAÇÃO

 

OS PORTUGUESES SÃO OS CULPADOS DA SITUAÇÃO ACTUAL DO PAÌS::::

 

publicado por blogdaportugalidade às 12:29
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a situação politica/económica /financeira portuguesa ,contada pelo kaddafi....

publicado por blogdaportugalidade às 10:50
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Quinta-feira, 17 de Março de 2011

JÁ SAIMOS DA CRISE::::PORTUGUESES ;ANIMEM-SE....JÁ SAÍMOS...


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
aidos

SIC

 

Assessor contratado pelo Ministério da Cultura ganha mais que director-geral

 

Em ano de cortes orçamentais, há um assessor que foi contratado para um organismo do Estado no Ministério da Cultura a ganhar por mês mais que o próprio director-geral que o contratou.

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
publicado por blogdaportugalidade às 23:33
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COMO PODE HAVER MORALIDADE COM ESTES VENCIMENTOS:::PONHAM GENTE NOVA A COMPETIR QUALIDADE E DEIXEM-SE DO YES;SIR...


 

Reenvio... e concordo
 


 

Vamos fechar a RTP...


 PÔRRA E ANDAMOS A DISCUTIRÃO   A ESTABILIDADE QUE PODE PROPORCIONAR O PEC 4,ENTRE OS DOIS PARTIDOS...É CLARO QUE VÃO CHEGAR A ACÔRDO,pois não INTERESSA quem tem lugar marcado na plateia do hemicirculo ir agora para eleições...

Nem este deverá ser o objectivo NACIONAL...Este DEVE SER  : TER DE MODIFICAR O SISTEMA POLITICO PARA UM SISTEMA SEMI PRESIDENCIALISTA,pois

também está visto que o SÓCRATES faz o que quer do Presidente da REPÚBLICA,em virtude de não ter poderes especificos governamentais,MAS PODE REUNIR O CONSELHO DE ESTADO E AÍ Já SERÁ OUTRA COISA...

 


 

 SE ÉS PORTUGUÊS E GOSTAS DE PORTUGAL TENS O DEVER DE FAZER ALGUMA COISA.
CHEGA DE SERMO
S ALDRABADOS, ROUBADOS, GOZADOS.
CHEGA DE FALTAS DE RESPEITO POR QUEM TRABALHA E PRODUZ.
O LUÍS NAZARÉ DISSE QUE BASTAVA QUE PRIVATIVASSEM A RTP PARA NÃO HAVER ESTA AVALANCHE DE CORTES NAS RECEITAS E AUMENTOS DE IMPOSTOS.
EM VEZ DISSO , O GOVERNO QUER AUMENTAR EM 30% A TAXA DE AUDIOVISUAL DEBITADA NA FACTURA DA EDP PARA PAGAR OS ORDENADOS MILIONÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DA RTP, por ex.:

 
Catarina Furtado: 25.000,00 EUR / mês x 14 meses
Judite de Sousa: 15.000,00 EUR / mês x 14 meses

Malato: 20.000,00 EUR / mês x 14 meses
O escritor: 16.000,00 EUR / Mês x 14 meses
O chefe de programação: 17.000,00 EUR / mês x 14 meses
etc., etc., etc..

 
Por outro lado um casal que tenha 1 filho e ganhe no seu conjunto 800,00 EUR mês é-lhe retirado o abono de família.

Esta gente está no seu perfeito juízo?
Devem estar a gozar com a nossa cara. Até aqui pensaram que eramos todos estupidos. Agora pensam que somos parvos. E se este orçamento passar a culpa é dos todos os portugueses que deixam o país ser gerido por estes politicozinhos provincianos que nunca geriram nada, que não sabem nada, que levaram o país à falência, que fizeram leis para terem 2, 3 e 4 reformas e deixar o povo à míngua.

 
ESTAMOS A VIVER A DITADURA DA DEMOCRACIA DE LADRÕES.
 
VENHA O FMI. VENHA BRUXELAS. VENHA A ALEMANHA. VENHA ESPANHA. VENHAM TODOS GOVERNAR ESTE PAÍS.
POLÍTICOS PORTUGUESES DEMITAM-SE.

 
VENDAM A RTP. FECHEM A RTP. NÃO NOS ROUBEM O PÃO NOSSO DE CADA DIA. AINDA POR CIMA COMO MILHARES DE PORTUGUESES  TENHO TV CABO NAO VEJO O CANAL DO ESTADO , SE QUISER SABER DE NOTICIAS NACIONAIS VEJO A SIC, TVI, SIC NOTICIAS, TVI 24... QUE SAO EMPRESAS PRIVADAS NAO VIVEM DOS NOSSOS IMPOSTOS !!
 
PAGAR UMA TAXA NA FACTURA DA ELECTRICIDADE PARA UM AUDIOVISUAL QUE NEM VEJO E AINDA POR CIMA AUMENTOU PARA CERCA DE 3,50 EUROS POR MES PRA SUSTENTAR ESTA GENTE TODA É NO MINIMO RIDICULO !!! MULTIPLIQUEM 3,50 EUROS MENSAIS POR CADA CIDADAO PORTUGUES QUE TEM ELECTRICIDADE EM CASA !! MESMO QUE NEM TENHA TELEVISAO !!!
 
VERGONHOSO !!
 
REPASSA PARA QUE CIRCULE POR TODO O PAÍS.

 

 

 UM EXEMPLO RECENTE DE GASTOS, SEM CONTRAPARTIDA, DO NOSSO DINHEIRO, POR PARTE DA RTP FOI O PATROCÍNIO DADO AO FILME BRASILEIRO BUDAPESTE: IVO CANELAS E NICOLAU BRYNER FAZEM APARIÇÕES FUGAZES (E POBRES!!!) NO FILME, MAS RECEBERAM "CACHET" DE ESTRELAS COM TRANSPORTE E ALOJAMENTO VIP PAGO DURANTE AS FILMAGENS.   

 A TÍTULO DE QUÊ? INTERCÂMBIO "CULTURAL"? VÃO CAVAR BATATAS!!!


 

 

 

 

publicado por blogdaportugalidade às 20:50
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Ainda O artigo do Sr TCOR Pilav Brandão Ferreira

Este artigo do sr TCor Pilav  Brandão Ferreira fez-me lembrar os meus últimos tempos da minha vida activa no Exército.

Então, estava na Policia Judiciária Militar, fins de 1980 e um dia apareceu-me no meu gabinete um Sr TCor Catroga Inês a perguntar-me a minha

opinião sôbre o Estatuto da PJM...Passamos quase uma manhã a ler e discutir o Estatuto...No fundo ,pelo lado do CR ( Conselho DE Revolução),ficava tudo na mesma ,só que agora o Director do Serviço seria um jurista e seria promovido o actual Coronel ,na reserva,(dessa altura) Director a Brigadeiro e o tal jurista teria um vencimento superior ao do Director dessa altura,...

 

Disse ao Catroga Inês que não havia necessidade de empolar a PJM ,uma vez que as FAs seriam quase todas desactivadas e o número de processos seria pequeno para estar à frente desse serviço um oficial General,etc ,etc.

Por acaso ,nessa altura os oficias que estavam a terminar a comissão na PJM ,foram contactados pelo major Valença se queriam ou não continuar ao serviço.

Bem ,pela minha parte disse que NÃO e apontava as razões e uma delas era nãoter sido autorizado a prestar serviço na GNR para chefiar o Serviço de Justiça,.pois ia tapar 27 vagas...,na vaga do Sr Coronel Seara Bento,por proposta do Sr General Esmoriz...

Entretanto no dia do encontro com o Catroga Inês fui chamado ao subDirector,já falecido também ,Sr Coronel ORVALHO,para me dar conhecimento de um louvor que me fôra concedido...mas...ao cair da tarde fui chamado novamente que em virtude da minha opinião sôbre o Serviço NÃO SERIA PUBLICADO O TAL LOUVÔR...ao que respondi : FICO mais satisfeito...Mas o Sr Sub Director referiu-me a conversa que teria tido com o Catroga...

E que AINDA HOJE É MINHA OPINIÃO....  TANTOS GENERAIS PARA QUÊ???

 

Há tempos ( há 5 ou 6 anos ) fui a um gabinete  de Director de um Serviço Público,muito conhecido,mas às tantas reparei que estava numa sala

rodeado de DIRECTORES...nem queiram saber...

Sou sensivel a este excesso de generais e chefes de divisão e de serviços,pois fiz parte do SHAPE e aí havia os efectivos que comportava ,e só apenas,uma DIVISÃO,nem um aspirante a mais ,nem um general a mais....

 

Depois desta história,fui parar ao Serviço de Informações NATO,onde fui instrutor e ao mesmo tempo aluno...Sou chamado ao Sr Director ,nessa altura ,ainda ,Sr Brigadeiro Serôdio,pela forma como dava as aulas,pois toda agente ficava à espera de mais tempo por que este passava depressa...

Sr Director...Tenho o Curso de Métodos Americanos de Instrução...Não sabia disso,respondeu...No meu processo lá constava...

Depois ,lá fui parar a Bruxelas....e depois disto cheguei a Portugal e de regresso NÃO TINHA NADA para fazer e assim andei meses até que tive

que meter o papel para passar à RESERVA,pois a bandalheira era tanta que não dava para continuar a observar...

 

Foram assim os meus últimos anos da minha  vida militar.

 

Mas ,quando regressei da minha última comissão de Moçambique,onde estive a comandar a CCS/BCAV 3888,e depois ,cheguei a Presidente da

Comissão Militar Mista FAPs/ FRELIMO do NIASSA ,a bandalheira era infernal.

NUM dia 24 de Novembro de 1975,sou chamado a um grupo de generais,em conferência no gabinete do Director do SP,incluindo o Director do Serviço de Pessoal para ,ali decidido,ficar de serviço no Ministério do Exército...

A minha resposta foi NÃO,por que essa nomeação não era por escala,nem por escôlha...o que se ia passar era a hipotese de  incêncio do ME,pelo foi para o ME uma Companhia de PM...

 

A bandalheira era de tal ordem ,e agora pagamos por isso,é proibido proibir,que um dia entrei na Repartição de sargentos mais cêdo do que devia e via um furrie,l em cima de uma mêsa ,a dissertar sôbre a bandeira Nacional-A NOVA BANDEIRA_

Sr Furriel ,desça ,vou mandar passar -lhe uma guia de marcha para se apresentar no QG/RML, por inconveniência para o serviço ,mas ninguém quiz assinar a GM.e assine-a eu e, até hoje, ninguém me disse nADA ,pois nenhuns dos presentes ,mais antigos e postos mais elevados nessa repartição, a quizeram assinar  ,Essa GM deverá estar pelo QG e só queria saber onde se encontra esse tarata....

Talvez numa daquelas cadeiras do hemi circulo...

 

Postado pelo Fonseca dos Santos em 17 de Março de 2011,em Lisboa

 

publicado por blogdaportugalidade às 18:00
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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

O QUE SE PASSA PELAS FAs...ART do Sr TCPilav BRANDÃO FERREIRA

 

                AS ÚLTIMAS AGRESSÕES À INSTITUIÇÃO MILITAR

                                                                                                               14/03/11

 

 

    Durante quase toda a minha vida militar passei o tempo a alertar para o que iriam tentar fazer às FAs e aos militares. Quase ninguém me levou a sério e as coisas foram acontecendo. Coisas erradas e más, entenda-se.

     Uns olhavam-me incrédulos; outros, com um encolher de ombros; aquele com um sorriso trocista; alguns, até, concordando com o que se ia fazendo. A maioria sem saber o que pensar ou fazer. De alferes a general. Colaram-me muitos nomes e ainda chamam.

     Lembro-me, ainda, daqueles, imberbes ou curtidos de muitas intempéries que, perante a possibilidade de algo vir a acontecer diziam: “eles não se atrevem!” E quando eu lhes dizia que “eles atrevem-se a tudo desde que ninguém se lhes oponha”, ficavam com ar espantado a olhar e não diziam nada. E “eles” foram-se atrevendo sempre a mais…

       Enfim, a Instituição Militar (IM) está quase irreconhecível.

       As últimas duas barbaridades que o Poder Politico cometeu foram o congelamento das promoções em todos os postos e a devassa às contas dos Ramos por parte de uma inspecção do Ministério das Finanças.

       Não consta que tivesse havido qualquer reacção ou protesto por parte da hierarquia militar, de pessoal no activo, reserva ou reforma ou de comentadores. Apenas as associações de militares chamaram a atenção para o agravo e suas consequências.

      Analisemos, sucintamente, cada uma das ditas barbaridades.

      O congelamento das promoções é de uma gravidade inaudita. Confesso até, que tendo antecipado todas as malfeitorias que têm sido feitas à IM (e tendo em carteira algumas outras que se seguirão), esta não me tinha ocorrido. Vejamos: a carreira militar é absolutamente específica e orientada por regras deontológicas e técnicas ímpares na sociedade portuguesa, que são aferidas. Todas estão regulamentadas.

      Um militar serve, para além do Estado, a Nação, não pode ser militar noutra “empresa”nem noutro país. A Constituição da República e leis que a regulamentam obrigam-nos, coercivamente, a uma limitação significativa nos seus direitos de cidadania. A lei estabelece os requisitos que os militares têm que cumprir para serem promovidos, estes cumprem e o governo, que transita por efémero, através de um despacho iníquo, de dois ministros ignaros, determina que os militares que cumpriram o seu dever e estão dentro das condições que os “representantes” do povo um dia decidiram – e não foram revogadas – estão suspensos de serem promovidos!

      Mais: suspendem “temporariamente”(?) um direito – que é também um pilar de funcionalidade – que se encontra ainda constrangido por limites de idade (os postos têm limites de idade), o que não acontece também em mais nenhum outro grupo profissional!

       A questão da “funcionalidade”não é, por seu lado, despicienda, já que o princípio da hierarquia – que tem sido destruído nas relações de trabalho e sociais – é vital para o (bom) funcionamento das FAs. Ora tudo isto está posto em causa pelo referido despacho.

      E como o que os preocupa é cortar nos réditos alheios (não nas clientelas politicas), mesmo nos orçamentos das instituições que são vitais ao Estado e à Nação, também suspenderam uma norma algo idiota, inventada há uns anos atrás, que estabelecia que quem estivesse a desempenhar funções de posto superior, receberia por esse posto.

       Eu, que estou longe de ser um constitucionalista, digo que esta atitude do executivo, que na prática, substitui os directores de pessoal e os chefes militares pelo ministro das finanças, é profundamente inconstitucional e injusta. E a prova provada de que o Estado não é uma pessoa de Bem, nem sabe o que anda a fazer. Estou à vontade para dizer isto pois estando na situação de reforma, em nada me afecta materialmente. Embora me atinja na dignidade pois fere a dignidade da IM a que muito prezo de pertencer.

      Creio, até, que o governo colocando-se na situação de se desobrigar do que devia defender e respeitar, justifica que os militares possam fazer o mesmo relativamente às suas obrigações para com o Estado. E era o que deveriam fazer já, se fossem do quilate ético/moral dos políticos que assim procedem e não tivessem um entendimento diferente do serviço público.

     Mas há atitudes e actos que não devem passar em claro ou sem reacção.

    O “despacho inspectivo”, conjunto do MDN e MF, de 10/02/11, que determinou uma inspecção das Finanças aos Ramos das FAs, por causa do montante necessário para fazer face às despesas com pessoal é, por seu lado, um atestado de incompetência às chefias militares (e ao próprio MDN); uma ingerência inadmissível e incongruente, no funcionamento da IM e resulta apenas – ou estarei muito enganado – de uma operação de cosmética para que o governo (ou apenas o MDN), limpe a face, por terem aparecido aumentos na rubrica de pessoal quando tinham declarado que iam diminuir os gastos.

      Ora, sendo assim, o insulto ainda é mais grave já que estão a tentar fazer das FAs e dos militares capacho da sua demagogia e falta de seriedade. E ainda é preciso dizer que para além das inspecções dos ramos, o ministério dispõe da Inspecção-Geral das FAs, que tem por missão verificar que tudo se passa conforme a lei e também foi ultrapassada por este despacho.

     O que se passa é que o governo suborçamenta, por norma, a rubrica do pessoal; apesar das reduções continuas de pessoal decretadas (só em voluntários e contratados reduziram-se cerca de 25% dos efectivos nos últimos seis anos), tal ainda não se repercutiu, em parte, nos orçamentos e, finalmente, o governo procedeu a ajustamentos de vencimentos e de subsídios, que postergou no tempo com engenharias financeiras, ou simplesmente não cumprindo a lei. Agora, por razões várias, decidiram-se a pagar e daí o bolo da massa salarial ter subido imenso. O mesmo se passou na GNR e PSP (com a diferença de, nessas forças, o pessoal estar sempre a aumentar…)

    Ora como os políticos não querem assumir publicamente a situação fazem-se de virgens ofendidas e tentam passar para a opinião pública que a culpa é dos militares que não sabem gerir a sua casa e, ou, não colaboram com os esforços do governo em apertar o cinto. É uma infelicidade grande ter gente desta como governantes.

      Como as chefias militares, por razões conhecidas, nunca explicam nada em termos públicos – e muito pouco às tropas – e a comunicação social, de um modo geral, por ignorância, incompetência ou má fé, não investiga e noticia correctamente, nós passamos a vida embrulhados nestas situações.

       Por outro lado, as chefias militares, salvo raras excepções, têm aguentado tudo de cara alegre e mesmo ao fim de anos e anos a verem cortar em todas as suas competências – a ponto de se estarem a deixar desqualificar – e a diminuir os meios das FAs, ao passo que vêem as missões aumentar, continuam a discursar que vão tentar cumprir tudo nem que seja fazendo das tripas coração. Ora com este procedimento só estão a dar razão a quem corta e desqualifica e a prejudicar o moral das tropas.

    Fiquem, porém, cientes de uma coisa: ninguém vos vai agradecer por isso e quando um dia destes a coisa partir (como já partiu com o desaparecimento das armas na Carregueira), porque está tudo preso por fios, serão crucificados na praça pública!

     Como diria o Pessoa “…tudo isto faz sentido. O que não faz sentido é o sentido que tudo isto tem”

                              

 

                                      João J. Brandão Ferreira

                                             TCorpilav (Ref.)

           

publicado por blogdaportugalidade às 20:38
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