Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

O ALA À MERDA...

     

 

Não sei se é propositadamente ,mas este assunto por passar ao lado dos Chefes Militares,na minha opinião devia ser esquecido ,ou então ,não esquecendo

podem-se tomar 2 atitudes:

-Processo contra os Chefes Militares e outro ,em massa ,contra o ALA...

Este homem não merece mais NADA se não silenciá-lo e para isso é necessário não falar mais dele e ir para a prática...Mas no caso judicial,há que contar que

os militares não tem qualquer apoio ,nem sequer da NAÇÃO...O Pôvo está-se marinbando para as Fôrças Armadas...quer as de ontem quer as de hoje...

Isto é que é a verdade.

DEVEMOS esta situação a todos os govêrnos depois do 25 A e mesmo ao Conselho de REVOLUÇÃO,embora este tivesse entregue aos sucessores algumas

DICAS que NUNCA foram cumpridas...

Mais ,o ESTADO até tem Mêdo que se mostrem os submarinos,os PANDUR,Os HELIS  que deveriam ser adquiridos e a cuja comissão pertenceu outro pateta

alegre...

O MELHOR É DEIXAR ANDAR,não sei por qùê temos até a NAÇÃO contra nós e agora em SETEMBRO vão fazer uma anteestreia de um filme de um assassinato

que foi cometido e que parece ser ,agora,de grande HEROÍSMO NACIONAL...POUCA VERGONHA ...Não sei por que é que o COSTA não se lembra ,ou não se lembram de fazer um filme sôbre o assassinio do SIDÓNIO PAIS....Aqui o Costa ,talvez não gostasse...

 

Tenho a impressão que esta do ALA foi uma  encomenda para armar mais a desunião entre os militares... Veio logo o FERRAZ chamar patetas aos ex combatentes e humilhar uns tantos manifestantes ...

ESSE ALA DEVIA ESTAR NUM UNIMOG que rebentou uma MINA e arderam como tochas humanas ...ali na PICADA de MAÚA para o RÉVIA,na chana do RÉVIA...

O melhor ,o melhor será calarmo-nos e fazemos uma encomenda para engolir o livro ,pelo menos as páinas de ficção e que correspondam à actividade dos

seus camaradas militares ,que nessa altura estavam debaixo do mesmo RDM...

 

Muita maionaise para o ALA e aguardemos...

Para já pagarei as taxas para o processo judicial ,desde que essas taxas entrem no ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO....É VERDADE para onde é que vão estas

taxas pagas aos tribunais????ONDE DÃO ENTRADA ??? NO OGE???

 

Lisboa,26 de Agôsto de 2010

 

Fonseca dos Santos

 

 

 

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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

EM NOME DA PÁTRIA

Por julgar oportuno e patriótico ,relembrando com objectividade o FUTURO de PORTUGAL que nos irá proporcionar estas próximas eleições ,
TRANSCREVO o DISCURSO de um ex camarada que viveu os factos de defesa  e continuação da nossa soberania NACIONAL
 
Lisboa ,25 de Agôsto de 2010
 
Fonseca dos Santos
 
LEIAM COM MUITA ATENÇÃO...
 
Subject: em NOME da PÁTRIA

"Em Nome da Pátria"

Miguel de Lucena e Leme Côrte-Real

Advogado Tenente Miliciano de Cavalaria [disponibilidade]

Palavras de apresentação do livro "Em Nome da Pátria"

do Tenente-Coronel da Força Aérea Portuguesa João José Brandão Ferreira lidas na sessão pública levada a cabo em 09.12.09 no Comando do Pessoal do Exército (antigo Quartel General da Região Militar do Porto).

Senhor Ajudante General Comandante do Pessoal do Exército : Meu General : Começo, meu General, por apresentar-lhe os meus mais respeitosos cumprimentos, endereçando estes naturalmente à pessoa de V. Exa., mas, na pessoa de V. Exa., às próprias Forças Armadas de Portugal. Forças Armadas de Portugal que, hoje e aqui, V. Exa. representa. E agradecendo-lhe também, calorosamente, a oportunidade que nos deu de, também hoje e aqui, todos nos podermos encontrar e para que todos, em conjunto, possamos pensar um pouco o Portugal que somos. Sentidamente: bem-haja por isso meu General. Meus Ilustres Camaradas de Armas : Minhas Senhoras e meus Senhores :

Convidou-me o Tenente-Coronel Piloto Aviador da Força Aérea Portuguesa, João José Brandão Ferreira, para que eu aqui viesse hoje apresentar o seu livro "Em Nome da Pátria". Refiro que este convite muitíssimo me honrou: porque desde logo se trata de uma

 

 

 

Nesta obra, de cariz salientadamente científico, isto quer em uma perspectiva da Ciência Política, quer também em uma perspectiva da Ciência Militar, o autor faz um estudo profundo do que foi o nosso envolvimento na defesa das Terras do que se chamou – e foi – Ultramar Português. Começa o autor por fazer o enquadramento da nossa posição em termos Geopolíticos e em termos Geoestratégicos. Mas definindo ser o objectivo primacial do seu trabalho o de fazer uma avaliação – direi: objectiva – sobre a "Justiça da Guerra", conexionando este conceito com o princípio consistente no "direito de fazer a guerra". Direito, direi eu, que assume claramente os contornos de dever. Sim, porque Portugal foi confrontado com o dever de fazer a guerra, porque era dever seu o de exercer um tal seu direito. O processo político português, em termos de História recente, vai-se desenvolvendo, especialmente na segunda metade do século XX, depois por conseguinte da grande confrontação de 1939/45, no âmbito de um contexto internacional com dois parâmetros essenciais que o definem: Em primeiro lugar temos a vivência da Guerra-Fria; Em segundo lugar temos a vivência descolonizadora. Ora, se a primeira vertente teve uma consequência que eu direi aglutinadora da própria Civilização Ocidental – aquela em que então, de alguma forma agora também, nos inseríamos –, a verdade é que a segunda vertente desencadeou, ou potenciou que se desencadeassem, contradições insanáveis dentro do círculo referido e a que chamo de Civilização Ocidental. No livro do Tenente-Coronel Brandão Ferreira toda esta problemática é equacionada e dilucidada desenvolvida e lucidamente, sendo muito especialmente de sublinhar toda a determinação conceptual através da qual é possível caracterizar a nossa específica posição neste contexto. Na verdade, são trazidos à colação os conceitos essenciais de defesa nacional, este na sua dúplice perspectiva, de defesa militar e de defesa em sentido amplo, aqui se fazendo um natural apelo às questões de carácter político, económico, social e cultural. E também o conceito de segurança nacional é referenciado, apurando-se que o mesmo contende com a própria ideia nuclear de sobrevivência nacional. E também se referenciam os conceitos de protecção civil, de planeamento civil de emergência, de situação de crise, propondo-se ao leitor o conceito, eu diria, finalístico, de guerra, com tudo o que este conceito implica em termos de dinâmica própria, como resultante que é da necessidade, eminentemente justa, de preservação do pré definido interesse nacional.

Prosseguindo esta determinação conceptual, no livro do Tenente-Coronel Brandão Ferreira precisa-se ainda o que seja o terrorismo, adiantando-se naturalmente que a concreta actuação terrorista é protagonizada pela organização ou associação terrorista. No assinalado âmbito de fricção à escala praticamente global, qual haja sido o da Guerra-Fria, denotando contradições intrínsecas quase insanáveis, o cenário foi, para Portugal, sintomaticamente penoso e adverso. Isto porque, inserindo-se Portugal claramente no lado dos Valores Ocidentais, protagonizando também, empenhadamente, nos seus Territórios Ultramarinos, a implementação de tais Valores Ocidentais, Portugal acabou contudo por ver- se confrontado, por alguns dos seus naturais aliados, com posições de todo adversas e em muitos casos resultantes até de uma evidente ignorância pela banda desses mesmos seus aliados. O que se refere, mas sem prescindir de que até pode sustentar-se que, em muitas dessas situações, de inimizade empenhada oriunda dos nossos naturais aliados, até pode validamente visualizar-se o dedo insidioso do outro lado da barricada. Veja-se a teia: de uma banda estávamos posicionados claramente junto dos nossos aliados naturais – éramos membros da NATO – e, certamente também em decorrência desse posicionamento geoestratégico, prosseguimos nos nossos Territórios do Ultramar a efectiva defesa, em sentido profundo, dos princípios aglutinadores do círculo continente desses mesmos nossos aliados. Porém, nessa mesma interioridade de um tal círculo relacional, com maior ou menor premência, fomos vítimas de forças intrínsecas, completamente adversas aos seus próprios interesses e, naturalmente, aos nossos interesses. É o caso, modelar, de Angola, quando, nos primórdios da década de sessenta, aquele território vê desencadearem-se sobre si os genocídios da UPA, depois FNLA. Quem impulsionou esta organização terrorista – e aqui nos encontramos a lançar mão de um dos conceitos enunciados pelo Tenente-Coronel Brandão Ferreira –, sabemo-lo em termos de História cientificizada, porque documentada, foram aliados nossos! Tudo em decorrência da segunda premissa integrante da mencionada dicotomia de perspectivas, segunda premissa que foi a mencionada vivência descolonizadora. Toda esta teia de prementes contradições esteve presente, às vezes irrompendo com uma força tremenda e avassaladora, no nosso dia-a-dia daquele tempo, condicionando-o fortemente. Lembremos a propósito o que foi a actuação da ONU, ou, acaso se prefira, veiculada através desta organização supra nacional. O Tenente-Coronel Brandão Ferreira debruça-se de seguida sobre a situação interna portuguesa. Ora, é de salientar que os encontros/desencontros que acima se assinalaram e que entre si foram colidindo, às vezes violentamente, não deixaram também de fazer-se sentir em termos internos. A doutrina oficial foi sempre, então, a da prevalência da Nação, apresentando-se este conceito em obediência a dois parâmetros matriciais: o da unidade nacional, sendo esta unidade incindível, e o da soberania originária. De acordo com o primeiro parâmetro, foi definida doutrina muito clara no sentido de que o Todo Nacional não era negociável e tinha que ser defendido a todo o custo – com recurso até aos meios militares, se necessário fosse e tendo vindo a verificar-se ser necessário esse recurso. Quanto ao segundo parâmetro, o que contende com a soberania originária, foi desenvolvido o pensamento nuclear de que a soberania residia na própria Nação, sendo atributo desta. E, dada a essencialidade destes dois parâmetros, foram os mesmos erigidos em princípios de natureza e com dignidade constitucional. Esta posição de Portugalidade essencial, matricial à própria definição de estado – do Estado Português – teve uma aceitação generalizada no Todo Português. O que se refere, mas sem prejuízo de que não pode perder-se de vista que, apesar disso, as tensões do cenário internacional referido não deixaram de afectar-nos também em termos internos, sendo certo que, com o decurso do tempo, teve lugar uma agudização dessa mesma afectação. É que, com efeito, houve sempre quem, no plano interno, deduzisse empenhada oposição à implementação dos princípios matriciais referidos. Houve sempre quem pusesse em causa, múltiplas vezes, empenhadamente, a própria sobrevivência da Nação Portuguesa. Nesta sua análise sobre a situação interna portuguesa, o autor não se exime de exercer pronúncia sobre o dinamismo da História neste período de tempo, no início do qual se verificou um empenhamento do poder político constituído no sentido da acalmação interna e com vista à criação de condições de estabilidade, sendo de salientar que foi a ocorrência objectiva de tais condições de estabilidade que permitiu que Portugal suportasse o embate que se fez sentir com toda a violência no início da década de sessenta. Sintomaticamente, o País aderiu por completo ao projecto defensional que então lhe foi proposto pelo poder político, o que permitiu que, em termos de absoluta normalidade, as Forças Armadas tenham podido responder ao que então lhes foi solicitado, denotando completa eficácia no combate aos desequilíbrios impostos do exterior, estes acontecidos em decorrência, por um lado, da mencionada Guerra Fria, por outro lado em decorrência também das próprias contradições do nosso lado da barricada, contradições estas, por outro lado ainda, impulsionadoras de algumas, então incipientes, depois mais e mais fortes, pressões internas. No início da década de sessenta começou então, efectivamente, um ataque concertado, em termos de efectiva actuação terrorista, ao Portugal Ultramarino. O Portugal Metropolitano reagiu: através do necessário enunciado, por reiteração, dos princípios políticos que vinham sendo definidos em termos de doutrina nacional – Portugal era um todo indivisível, detentor de soberania própria e originária e tinha o direito de preservar a sua Independência, direito este que era, não o esqueçamos, naturalmente potenciador do inerente dever de actuar em termos de defesa. E reagiu também através do então implementado esforço no terreno, com recurso à necessária firme actuação das Forças Armadas Portuguesas. Podendo dizer-se, a propósito desta actuação de reacção, que a mesma foi brilhante e efectivamente coroada de efectivos resultados positivos para a nossa posição. permanente de uma Portugalidade que teima, contra ventos e marés, em manter-se viva. E nessa medida, nessa exacta medida, todos nós lhe devemos mostrar a nossa gratidão. E esta é uma oportunidade que não quero, e sobretudo não devo, perder: exactamente a oportunidade que por ele me foi dada de, aqui, perante este conjunto de notáveis assistentes, lhe dar conta desse sentimento de profunda gratidão. O que todavia penso é que a missão que acedi levar a cabo, de apresentação do livro em apreço, da autoria deste nosso Camarada de Armas, não terá em mim o melhor executante. Porque outros, certamente muito e muito melhor preparados do que eu, a poderiam concretizar, a uma tal missão. Com a consciência plena desta minha limitação, vou todavia lançar-me na tarefa. Na certeza porém de que, reitero-o, isso é uma minha atitude de gratidão: para com o Tenente-Coronel Brandão Ferreira. Gratidão naturalmente enquanto Português; enquanto também Militar – que jamais deixei de ser: desde o momento em que enverguei a farda de Soldado de Portugal. Pois bem:

A subversão fez-se sentir agudamente em Angola, na Guiné, em Moçambique. Impondo-se referir que o protagonismo dos grupos terroristas que então nos atacaram decorreu essencialmente de circunstâncias completamente exteriores, sendo certo que foram as populações, que pretensamente se pretendia libertar do chamado jugo opressor português, que foram as grandes sacrificadas: em emergência directa e imediata de tais pretensas acções de libertação! Importa ter em atenção também – e o Tenente-Coronel Brandão Ferreira não foge ao assunto – o que então se passou com a Índia Portuguesa. No domínio com efeito da tal acção concertada, em termos internacionais, contra a ideia de Portugal que então nos definia como País independente, começou a delinear-se a pretensão da União Indiana de ter para si os territórios que eram a Índia Portuguesa. E efectivamente acabou por ter lugar a invasão daqueles territórios, sendo certo que era de todo impossível fazer-se frente, com êxito, ao Exército da União Indiana. Não obstante – importa dizê-lo – houve quem ali se batesse notavelmente bem, afirmando, em condições terríveis, que a razão até estava do nosso lado. Houve heróis: na luta que então, apesar de tudo, ali se travou. Ainda a propósito destes acontecimentos, não deixa de aflorar-se o seguinte: nas explicações históricas para o que aconteceu ali não deixa de sublinhar-se sempre a completa ausência de meios militares que nos permitissem defender-nos eficazmente e bastas vezes atribui-se a esse circunstancialismo o que, em termos finalísticos, aconteceu. O argumento é impressivo. Mas não colhe: pela simples razão de que, por mais meios que para ali deslocássemos, sempre seria impossível sairmos vitoriosos de um tal ataque perpetrado e consumado pela União Indiana. Aliás, certamente até por ter a exacta noção disso, o ao tempo Secretário de Estado Costa Gomes, poucos meses antes da invasão, dali fez retirar material: que foi deslocado para Moçambique, onde, de resto, viria a revelar a sua imensa utilidade! Não sou eu que, aqui, ao avaliar esta opção deste responsável, o critico: o material e o equipamento em causa, se ficassem na então Índia Portuguesa, perder-se-ia irreversivelmente e nada de nada, através da sua permanência no território, era alterável! No domínio dos princípios, porém, estes foram então, e com pleno êxito, afirmados e reafirmados, quer no Território Metropolitano, quer nos Territórios do Ultramar, impondo-se assim constatar que a Nação, ela própria, em termos originários, assumiu a postura que se lhe impunha assumir, de preservação de inalienáveis princípios, estes localizados em plataforma de natureza constitucional e de entre os quais se impõe destacar o inegociável princípio dicotómico, qual seja da independência nacional/unidade nacional. Toda esta análise, com detalhe e rigor científico, é por completo escalpelizada na obra do Tenente-Coronel Brandão Ferreira, culminando ele, como assinalado no início desta minha intervenção, por fazer uma excursão completamente digna de registo a propósito da Justiça da Guerra e do Direito da Guerra. Se é certo que a ideia de paz é algo que deve presidir às opções das sociedades politicamente organizadas, que devem procurar dirimir os seus conflitos através sempre da mediação/negociação, certo é também que um tal conceito de paz não pode de todo confundir- se com o pacifismo. Porque este contém em si, por contraditório que isto pareça, o gérmen da violência. O que nos leva ao patamar subsequente, qual seja o da constatação de que há situações em que a guerra é justa. E por ser justa deve ser feita. Foi o que exactamente se passou no Todo Português: Portugal defendeu-se, o que era direito seu e que foi implementado em termos de cumprimento de um dever, qual fosse este o de procurar a todo o custo preservar as linhas mestras que presidiram ao longo de séculos à sua afirmação enquanto País. Foi isto, na verdade, que esteve em causa: quando pegámos em armas e tivemos a Nação em armas. Se aqui por conseguinte jogamos com os aludidos conceitos de guerra justa, como realidade que se subsume à dicotomia direito 'versus' dever, a verdade é que não deve esquecer-se a 

 

obra notável; também porque o Tenente-Coronel Brandão Ferreira vem prestando serviços exemplares e inestimáveis a Portugal, pois de todo não se tem coibido de, com frontalidade total – à boa maneira de Oficial das Forças Armadas de Portugal –, enunciar a defesa existência de um Direito de Guerra , devendo este entender-se como o conjunto de princípios, adquiridos ao nível do próprio Direito Internacional Público, que devem presidir à forma como a guerra é efectivamente prosseguida. Ora, aqui constata-se que se na verdade a guerra que nos foi imposta e que contra nós foi protagonizada pelas organizações terroristas de todo não foi levada a cabo com cumprimento das regras – eu diria: civilizacionais –, regras que, exactamente por serem civilizacionais, devem presidir aos actos de guerra, verdade é também que a nossa actuação no terreno foi sempre pautada pelo integral respeito pelos direitos humanos fundamentais. Ou seja, se do lado dos contendores que se bateram contra nós andou sempre afastada qualquer noção ou princípio de Direito da Guerra, a verdade é que as acções que em todos os teatros de operações concretizámos assumiram sempre uma característica, em primeira linha eminentemente defensional, depois profundamente humana. Portugal bateu-se durante 14 anos no Ultramar, procurando preservar este a todo o custo, e fazendo-o através da efectiva integração das populações que nele havia, independentemente da raça. A ideia de uma cidadania portuguesa generalizada foi algo que sempre presidiu à nossa actuação. Mas não deixou de ser muitíssimo relevante, e com consequências desastrosas, a controvérsia política que se gerou à volta da Revisão Constitucional de 1970, através da qual se introduziram no articulado normativo em causa a ideia de Estado, aplicável, não a todos, mas aos principais Territórios do Ultramar: Angola e Moçambique. Esta controvérsia, acontecida na era de Marcelo Caetano, à revelia, convenhamos, do que tinham sido até então os princípios nos termos dos quais moldáramos a nossa actuação, teve fortíssimos opositores no plano doutrinário, de que naturalmente destaco Adriano Moreira e Fernando Pacheco de Amorim. O primeiro, porém, ao que julgo saber, não pôde dar publicidade ao seu pensamento no Portugal Metropolitano e teve de o dar à estampa em Angola. Quanto ao segundo e também ao que julgo saber, a circulação do seu pensamento vertido em livro foi o mais dificultada que é possível. Inegável contradição esta, a do Regime!
E, na exacta medida em que tristemente saiu vitoriosa a tese da autonomia ampla dos Territórios do Ultramar, isto no patamar especificamente político e não no domínio da mera descentralização administrativa, esta mesma tese esteve na base da postergação de uma política integracionista, o que havia de resultar na descolonização racista que haveria de acontecer poucos anos depois. Aí sim, Portugal perdeu a guerra que travara com inteira justiça, em termos exclusivamente defensionais e com vista à preservação dos nossos Valores Históricos, guerra que levou a cabo sempre com integral respeito dos mais elementares princípios de civilização. O Tenente-Coronel Brandão Ferreira elenca conclusões no seu livro. Conclusões que propõe em decorrência da sua análise profunda do tema que se propôs tratar. Mas, apesar de serem conclusões, a verdade é que as mesmas consubstanciam factos concretos, demonstrados, ou demonstráveis, em termos de historicidade acontecida e que, por isso mesmo, não podem de todo postergar-se. E assim é que temos de convir inexoravelmente que a guerra de baixa intensidade que travámos não era insustentável: sustentá-mo-la e não perdemos um palmo de território que fosse. E, por outro lado, ao nível das populações, tivemo-las completamente do nosso lado, de tal forma que podemos afirmar – porque é História – que as tivemos em armas ao nosso lado. Também a circunstância de a termos travado não obstou de todo ao desenvolvimento económico e social do País, considerado este no seu todo. Bem ao contrário, como é hoje realçado por inúmeros analistas dos números, em termos económicos o progresso foi uma constante: ao logo do tempo que durou a Guerra do Ultramar. E de longe esse progresso é muito maior do que aquilo que agora nos está a acontecer! Por outro lado, quanto ao ambiente internacional e às assinaladas tensões que nele se faziam sentir, a verdade é que era claro estar em curso de alteração, a nosso favor, esse mesmo

ambiente. O que nos leva a termos de dar como inquestionavelmente demonstrado que não estávamos em contra ciclo com os chamados ventos da História. No que concerne ao tempo de duração da guerra, também o Tenente-Coronel Brandão Ferreira se pronuncia, afastando por completo a ideia de que esta, a ter continuado, teria durado muito tempo. A acrescer ao muito tempo que já então teria durado. O argumento da grande duração da guerra não colhe de todo: desde logo porque os Tempos da História têm uma forma própria de serem contados, não podendo perder-se de vista o que é que na verdade esteja em causa. Ora, na nossa óptica, ou seja, na óptica portuguesa, o que estava em causa era uma definição, com contornos históricos, da própria Nação Portuguesa e da sua específica identidade. Mas pode ir-se mais longe e ultrapassar mesmo a querela que anda à volta dos princípios. Na verdade, sem de todo fazer futurologia posicionado no passado, sempre se impõe ter em linha de conta a sustentabilidade da ideia de que o fim da guerra até estava muito mais próximo do que possa pensar-se. Sendo certo que essa proximidade até significaria que a teríamos ganho. E que esta ideia não é de todo descabida, tal resulta da circunstância, integrativa de facto histórico, de que a guerra que travámos em África perdemo-la em Lisboa e não de todo nas matas africanas por onde deambulámos com êxito no pleno controlo da situação operacional vivida naqueles territórios. Guerra defensional, por um lado, clara perspectiva de ganho seu, em termos militares, também políticos, por termos as populações do nosso lado, por outro lado, guerra também eminentemente justa, eis que temos os ingredientes necessários para podermos dar por assente a completa curialidade da tese vertida no livro notável do Tenente-Coronel Brandão Ferreira.

 

 Meu Tenente-Coronel : Meu Camarada de Armas : Meu Bom Amigo :

Disse no princípio desta minha intervenção que todos lhe devemos estar gratos. Reitero-o agora: com veemência. É necessário obviar a que a História se refaça em moldes de inverdade. Este seu trabalho contribui decisivamente para obviar a isso. E, nessa exacta medida, tem de dar-se por assente, por iniludívelmente assente, que o havê-lo dado à estampa representou mais um seu relevantíssimo contributo ao nosso Portugal de sempre.

                       Meu General :

Vou terminar esta minha intervenção. Mas não ficaria de bem com a minha consciência de Português – também especialmente de Militar Português, que jamais deixei de o ser – se me não dirigisse agora a V. Exa.: atenta a sua subida posição na escala hierárquica das nossas Forças Armadas. Faço-o, meu General, com o imenso respeito que tenho pela Hierarquia Militar – pela minha Hierarquia Militar. Mas faço-o ainda com a postura frontal que deve ser própria também de um Oficial de Cavalaria, apesar de eu ser um mais do que modesto Oficial de Cavalaria. Com essa atitude refiro-lhe o seguinte: Portugal está em risco, talvez agora como nunca esteve. Essencialmente porque está nas mãos de um poder político perfeitamente balcanizado, lugubremente balcanizado, mas, apesar de tudo, ou até talvez por isso, ligado a poderosos interesses profundamente anti portugueses. Esta é, meu General, uma realidade palpável. Ora, se é certo que as Forças Armadas num Estado de Direito – e uso esta expressão sem outra mais adjectivação por desnecessária, na medida em que um Estado ou é um Estado de Direito ou não é um Estado de Direito –, ora, dizia, se é certo que as Forças Armadas num Estado de Direito têm de subordinar-se ao Poder Político, certo é também que esse dever seu é apenas e tão só um mero dever funcional e não mais do que isso e tem de ceder, devendo ceder, quando esse mesmo Poder Político actue em colisão com os verdadeiros Interesses Nacionais, de entre os quais assume especial relevância a Independência Nacional. É indiscutível dever das Forças Armadas de Portugal o de dar todo o seu empenho à preservação desse estatuto, atacando o inimigo onde ele estiver, posicione-se este onde se posicionar, mesmo que a nível interno. E isto é assim, meu General, porque todos nós, os Camaradas que estão no activo, naturalmente também os que já não estão no activo, jurámos um dia assegurar através de tudo a defesa de Portugal. E se para a assegurar for necessário afrontar um poder político cada vez mais sem legitimidade alguma, pois afronte-se esse mesmo poder político. Acima dele está Portugal.

Miguel de Lucena e Leme Côrte-Real

Porto, 9 de Dezembro de 2009.

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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

A CORRIDA DE CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA...

São muitos os candidatos a concorrentes a Presidentes da República...Achava bem que todos os DESEMPREGADOS se candidatassem,é claro todos ,os maiores de 35 anos...(julgo que ainda é válida esta idade???)

Vendo o perfil de cada candidato e começando pela possibilidade de se tornar candidato o actual Presidente da República,julgo que este NÂO DEVIA CANDIDATAR-SE.

Não vou evitar de o criticar: Foi um MAU Primeiro MInistro e as razões estão na forma como foi aplicado o dinheiro para estruturar o país ,estruturas que não

coordenou e ainda se estão à espera de resultados dessas aplicações,tais como os dinheiros da UGT...

Foi MAU Presidente da República.Não quis morrer com o pecado de DEMITIR O SÓCRATES...Não é DEMITIR POR DEMITIR ou acusá~lo disto ou daquilo.

Mas por que foi um Homem que CAUSOU a descrebilidade do país perante o MUNDO.

Se não repare-se em quantas enqrencas o homem se vê metido ??? E a forma como arranjou os lobies a apoiá-lo???Estão lá nos lugares chaves da Administração pública todos os amigos do Sócrates e amigos dos amigos...

Quanto ao Sr Dr Defensor MOURA,sabe ,isto de ser politico não traz responsabilidade nenhuma,e se a hover paga-se logo como uma solução politica...Ao

passo que Sr DR ,se chegasse a Administrador do Hospital de Viana do Castelo era muito ,muito mesmo mais dificil e não sei se lá chegaria...

 

Quanto aos outros é para aquecer e ver "telenovelas" na TVs e nos " garrafais" dos jornais.Nem vale a pena falar deles.

 

De qualquer forma ,elege-se um PRESIDENTE...Para quê?? depois diz-nos que não tem poderes,etc ,etc Vai dando uns recados,uns discursos à maneira,

fazendo PRESIDÊNCIAS ABERTAS,aparecendo aqui e ali ,e mais não diz...e assim se passam 4(ou ) 5 anos ou até 7 anos...sem que se faça qualquer coisa

de objectivo NACIONAL...

É frustrante ser assim um homem que lhe dizem que tem pode que é CHEFE SUPREMO DAS FÔRÇAS ARMADAS,mas no entanto não lhe dizem sequer que

o material foi comprado com mais valias ,que se passou qualquer coisa por baixo da mêsa ,etc etc...

Quem viu e ouviu o programa da TVI 24 ficou a saber a CORRUPÇÃO QUE VAI PELO MUNDO FORA...

 

Vamos deixar passar o tempo,isto já não se resolve na nossa vida nem na dos nossos netos e NÃO SEI QUAL SERÁ O FUTURO DE PORTUGAL EUROPEU...

 

 

Lisboa,24 de Agôsto de 2010

 

Fonseca dos Santos

publicado por blogdaportugalidade às 20:08
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O ACIDENTE NA AUTO ESTRADA 25

É lamentável este acidente que poderia ser evitado ,se fôssem conjugadas 3 operações:

 A PRIMEIRA se o local fôsse devidamente sinalizado com iluminação apropriada ,serviço que competiria a entidade tutelar da via.

A SEGUNDA ,pelos vistos ,falta de elementos da GNR ,devido à extinção da BRIGADA DE TRÂNSITO..

A TERCEIRA é a fiscalização que compete ao GOVÊRNO-Ministério dos Transportes que deverá zelar pelos interesses dos cidadãos.

 

Mas ,até me admiro,as obras que ocorrem na A8 ,mal sinalizadas,mal iluminadas ,sem reflectores,etc,etc ainda não ter ocorrido um

acidente de MORTES...Passo por lá todos os fins de semana ,como a BRISA pode verificar...,mas o excesso de velocidade,a má sinalização

no chão,cheio de amarelos que por vezes até se confundem qual o itinerário que devemos seguir ...No fim de contas NINGUÉM DIZ NADA...

SÓ SE DIRÁ quando houver um grande acidente...

E ainda a propósito destas obras : EXISTE UM PRAZO PARA AS EXECUTAR que não vai ser cumprido:EXISTE uma extensão que varia sempre

para mais do que aquela estipulada.e sobretudo a MÁ SINALIZAÇÃO NOCTURNA...Os refelectores não refeletem NADA,tudo uma aldrabice e

as obras públicas deixam passar...até QUANDO???

 

Lisboa 24 de Agôsto de 2010

 

Fonseca dos Santos

publicado por blogdaportugalidade às 19:40
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HÁ CADA UM...

                          

                                                                         

 

 

 

 Há anos um destes ministros que se dizem da DEFESA veio para a ASSEMBLEIA da REPÚBLICA dizer os nomes de quem trabalhava no Serviço

de Informações...Deu no que deu e o Ministro foi " dar uma curva "

 

Há dias ,este fulano concidadão que por sinal aparece na fotografia   falou  dos "ESPIÕES" que" temos ?" no AFGANISTÃO...

Senhor MInistro,sabe que também fiz parte da DINFO e NUNCA nos passou pela cabeça que poderiamos ter um buffo como denunciante

da nossa actividade...

Assim ,por questões de SEGURANÇA e ainda pelo respeito que lhes podem merecer quem trabalha nesse tipo de acções a primeira coisa

que devia fazer ERA DEMITIR-SE...

Se eu fôsse afgão, a primeira coisa que faria era abatê-lo...Não tinha dúvidas...Foi uma "gaff" ...do "caraças" à moda do NORTE...Também sou

nortenho e de Viana do Castelo...Esta "gaff" é pior do que "criar" um Hospital num papel e pô-lo a funcionar...

 

Já agora que estamos nesta conversa ,lá de fora cá dentro...Então quando é que tenho CONSULTA DE CARDIOLOGIA para este ano???

 

                  

Este foi um problema ,já resolvido ,mas a consulta de cardio não sei se se resolverá...

 

RESOLVA OS PROBLEMAS CÁ DENTRO E QUE PORTUGAL SE DEIXE DE INTROMETER ONDE NÃO É CHAMADO!!!!

 

Lisboa,24 de Agôsto de 2010

 

Fonseca dos Santos

publicado por blogdaportugalidade às 19:10
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O caso do ex-alferes miliciano que virou escritor ...de ficção

Não tenho dúvidas que este caso daria muito pano para mangas se fôsse no tempo das outras Fôrças Armadas,em que havia chefes apenas escolhidos por militares e que tivessem mérito...

Recordo-me que um militar da marinha ,muito acima da média do nivel médio intelectual do conjunto militar,um dia teve uma frase infeliz,numa reunião de comandos e administração da provincia de Angola,em que disse que alguns militares " pareciam " soldadinhos de chumbo...

Ele explicou-se e sabemos também que a acção de alguns militares era meramente manter vigilante a respectiva quadricula ,mas também não tinham muitos meios disponiveis e apenas os teriam quando fôsse julgado oportuno.

Mas só pela frase dos  " dos soldadinhos de chumbo", teve um processo disciplinar  levantado pelo Sr General CARRASCO ,dando motivo a que lhe fôssem dadas 48 horas para abandonar a Angola.

Estes factos , e ainda por se tratar de um oficial de marinha exemplar e querido no meio do ambiente marinheiro e tendo sido também dos melhores governadores de districto,comparado com as babuseira ,embora digam de ficção ,faz-me compreender que vivi uma época diferente: Uma ditada pelas virtudes e pela honra e outra pela corrupção e tráfego de influências...

São motivos que deixam tristes os militares,que entregaram o PODER de mão beijada a uns energumenos que não sabiam e não souberam dar continuidade a

uma Nação livre e respeitada ,deixando num estado depauperante os elemento não só ex-combatentes ,reformados e no activo.

 

Ainda estou à espera de uma vaga  PARA este ANO,para uma consulta de cardiologia no Hospital Militar..

Os militares ficaram de rastos...

Vamos fazer mais alguma coisa por esta cambada politica???

Deixaram-nos sem carta de condução militar,tivemos que a trocar pela civil..Deixamos de poder usar,pelo menos é o que querem,usar o Bilhete de Identidade Militar,Deixaram-nos de poder usar o cartão de deficiente das Fôrças Armadas...

Vemos inqualificadas situações embaraçosas para militares ,provocadas por civis "armados" em Ministros de DEfesa" e outros,como no caso dos submarinos,

no casos dos " PANDUR",no caso das OGFE,etc

É triste dar a VIDA pela PÁTRIA sem que esta a mereça...como é triste ver os mortos ex combatentes sem que a NAÇÃO os comtemple..

 

Ainda há dias ,li que um oficial piloto do QP,meu camarada na Academia Militar ,morto em combate, na guiné,regressou a PORTUGAL 26 anos DEPOIS.. TRISTE PAÍS e TRISTE NAÇÃO...

 

 

 

Lisboa 24 de AGôsto de 2010

Fonseca dos Santos

publicado por blogdaportugalidade às 17:28
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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

VALE A PENA OUVIR:::

 

Vamos descontrair destes dias um pouco atribulados com fogos,cheias ,vitimas de desastres naturais que estão sendo cada vez mais e diferentes na gravidade...

 

Com um abraço do Fonseca dos Santos

 

Lisboa 18 de Agôsto de 2010

publicado por blogdaportugalidade às 17:38
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VOLTANDO A OUVIR:::Não se esqueçam que o brasileiro tem genes portuguêses

 
SINTO VERGONHA DE MIM
REPETIDO:::PROPOSITADAMENTE
É este o mau estar de uma maioria dos portugueses que contavam que o 25 A fôsse a maravilha das maravilhas esperadas e ainda
por cima entregue o poder a uma camada de oportunistas que julgavam que vinham tornar PORTUGAL MAIS LIVRE como aquela gaivota
que voava,voava...
Ouçam com atenção e por que este hino se dedica aos brasileiros,fiquemos um pouco do tempo no lugar deles ao ouvir este homem cansado da
vida e do seu ego.
Lisboa 18 de Agôsto de 2010
Fonseca dos Santos
publicado por blogdaportugalidade às 16:59
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O que é que querem os politicos fazer dos MILITARES???


Joinville

 

Antes de transcrever este mail,desejava informar que o orçamento da Manutenção Militar era metade ,em tempos idos,do OGE,para sustentar as FAs no ULTRAMAR...ERA UM MUNDO...

TRISTES FAs e TRISTES MILITARES  que tem a dirigi-las...

"

Fora com esta gente!

Custa a acreditar...     afinal Spain não "compra" só futebolistas !!!!!

Realmente,esta é de bradar aos céus. Pois, a Man. Militar até é para extinguir,não é?

Ajuda das Forças Armadas Portuguesas à economia Espanhola

ração de combate das Forças Armadas Portuguesas, é fornecida por uma empresa espanhola. E é de uma pobreza franciscana. Sem qualidade. Um roubo e uma afronta aos militares portugueses. O Governo Português deixa na mão de uma empresa espanhola até a "ração de combate indivual do militar português".  Quem serviu as Forças Armadas sabe que na semana de campo todos os militares comem a "ração de combate". O que é a ração de combate? A ração de combate é uma embalagem na qual estão contidos os alimentos para um dia de cada soldado. O pequeno almoço, o almoço, o jantar. A ração de combate  agora, "NATO APROVED",  é composta por leite em pó, sardinhas em  conserva, chocolate, gomas para o stress, café em comprimidos ou em pó, fósforos, doces, marmelada, uma lata de carne - por exemplo jardineira - uma lata de feijoada, açucar, pastilhas para purificar água,  lenços de papel,dispositivo para aquecer os alimentos,  saco de plástico para juntar os residuos, sumo de laranja, sumo de ananás, bolachas sem sal, sal. Na guerra do Ultramar cada militar tinha uma ração de combate por dia . Hoje os soldados portugueses no Afeganistão, na Bósnia, e noutros teatros de operações militares, têm uma ração de combate por dia.

Pois bem, as rações de combate dos militares portugueses são fornecidas pela empresa espanhola JOMIPSA-Partida del Salt S/N- San Juan de Alicante - 03550 Alicante - Espanha!!!!!!!  Na ração de combate temos os seguintes alimentos:

1 - Jardineira de vaca .-  das Conservas Huertas S C/Cervantes Malagan (C.Real) España - que nem carne tem, mas antes ervilhas feijão verde ou harricot, bocadinhos de cenoura e dois , no máximo, bocados de carne:
 2 - Leite "demi-écrémé" para dissolução instantânea com 15 gr de PL,  fabricado em França;

3 - Dois  pacotes de açucar da Mama Inés; um pacote de sumo de ananás da Mama Inés; um pacote de sumo de laranja da Mamá Inés,  tudo farbricado pela JOMIPSAA (Espanha);

4 - Uma lata de sardinhas em conserva produzida pela JOMIPSA;

5 - Um conjunto de pastilhas para fazer fogo,  fabricado  pela Minigrip  que parece ser francesa;

6 - Um pacote de doce de morango fabricado pela empresa Memarillo  el Quijote ,SA (Espanha);

7 - Três pacotes de bolachas sem sal,   Sweet Biscuit, fabricado pela empresa José Miguel Ponteveda SA (JOMIPSA) (Espanha);

8- Guardanapos de papel fabricados por B-60837192 Campello (Alicante - Espanha);

9 - Dois pacotes de café instantâneo fabricados pela Mama Inés (JOMIPSA - Espanha);

10 - Dois pacotes de sal fabricados pela JOMIPSA - Espanha;

11 - Uma lata de  paté de figado fabricado pela empresa Alimentos Preparados Naturales, SA, de Los Yebenes - Toledo - Espanha;

12 - Uma lata de "Rancho Viseu" fabricado pela empresa  Conservas Huertas SA, C/Cervantes (C. Real) Espanha.

A ração de combate é miserável em termos de conteúdo e qualidade.

Não há um único alimento português! Mas mais miserável é as forças armadas portuguesas estarem nas mãos de Espanha, até na questão das rações de combate.      Isto é um nojo!

Em, primeiro lugar se houver guerra ela será com Espanha, como sempre foi. Franco tinha estudos para a invasão de Portugal;

Depois do 25 de Abril Espanha propôs aos EUA invadir Portugal; O nosso inimigo potencial é sempre Espanha.

Menos para Sócrates que não deve saber História ou então está a fazer o frete à Maçonaria Internacional que quer anexar Portugal à Espanha. Esta questão das rações de combate prova bem a porcaria onde os portugueses estão metidos. Cavaco Silva sabe isto?

Então as Forças Armadas Portuguesas dependem  de Espanha nas rações de combate? A Manutenção Militar já não é capaz de produzir rações de combate com comida portuguesa, saborosa? Vamos imaginar que amanhã Espanha voltava a invadir Portugal. Os soldados portugueses dependiam de Espanha para comer! Isto é um nojo! Não me venham com contratos internacionais e liberdade de contratação na União Europeia. Há matérias em que não pode haver liberdade de negociação, antes reservas estratégicas de soberania, que os tratados da União Europeia permitem. Porque Portugal nestas questões estratégicas, de defesa nacional, de dignidade nacional, nunca pode ficar na mão de Espanha, nem de ninguém. Uma vergonha!!!

Até as Forças Amadas Portuguesas estão na mãos de Espanha para efeitos de Intendência!?

Que porcaria de políticos temos? E qual  o controle que faz Cavaco Silva? O que faz José Sócrates? Nunca devemos dizer: Espanha/Espanha/Espanha!

D. Afonso Henriques; Nuno Álvares Pereira, D. João I; D. João II, D. João IV, roem as unhas nos túmulos ao ver tanta trampa que cresce em Portugal! Fora com esta gente! Quem foram os responsáveis militares que aceitaram isto? Quem foram os políticos que permitiram este avilte? Algum general viu o contéudo da jardineira de vaca da ração de combate, ou fui eu que tive azar e me calhou -  pedi uma ração de combate para analisar -  só ervilhas? Abram os olhos! Senhor Presidente da República mande investigar isto, que o senhor é o Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.

Isto é um nojo!   ( Victor Elias )

 

 

DEIXE-ME ACRESCENTAR: O PÔVO PORTUGUÊS E OS POLITICOS NÃO TEM VERGONHA

DE TER ASSIM UMAS FAs,mais parecidas agora com  MERCENÁRIOS...

Um pôvo a ter problemas cá dentro do país e a mandar tropas para países onde outros

invadiram ,mataram populações,desfizeram a sua cultura,corromperam os tesouros das

civilizações da idade pré histórica,saqueando etc ,,,e ,,,agora vamos lá para apagar o fôgo..

Quantos milhões de pessoas .não mataram já os americanos ???

Enfim ,por outro lado será bom que um dias ao regressarem essas tropas portuguesas

reparem que foram enganados e possam mudar o sistema politico em PORTUGAL...

Em RESUMO : FAZER UM 25 de ABRIL RENOVADO E EXPURGADO...

publicado por blogdaportugalidade às 10:41
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Sábado, 14 de Agosto de 2010

Os incêndios em Portugal...A negligência ,falta de prevenção,de educação... e no fundo a falta de dinheiro do ESTADO

Nesta fotografia repare-se na lixeira que desce da mata e chega a tapar a linha branca divisória do pavimento...Basta uma ´faúlha  ...Fôgo do lado da fronteira  portuguesa.

 

Há anos estive para engrenar numa equipa contra os fogos chefiada pelo Sr Eng MAIA E COSTA,pessoa que sempre considerei...

.Essa equipa era o CNAFF...do MAI.

Por razões burocráticas,optei por não executar o que me pediram e assim,limito-me a ver esta calamidade...

As fotografias que anexo ao blog,são as que tirei em 24 de Abril de 2009,quando fui passar uns dias ao Gerez...

Assim tive a oportunidade de visitar uma grande parte da beleza da SERRA DO GEREZ e num dia deparei com fogos : Um grande no lado português e outro tabém grande no lado espanhol.

No lado espanhol estava a ser combatido o incêndio com helis ,mas no lado português fui à Comissão de TURISMO e aí disseram-me que os helis não tinham condições  para actuar no local...Nem com Helis ,nem com ninguém...

Acabei por fazer uma reclamação na Comissão de TURISMO e até á data~NÃO TIVE QUALQUER RESPOSTA::

 

De não ter resposta não me ADMIRO,já me admiro é que NADA se tem feito para contrariar esta "época" de fogos ,responsabilizando " como fogos postos " ,tempo excessivamente quente,mas como podem ver a própria estrada do gerez até tem folhas sêcas no meio da estrada...

Bons tempos ,eram em que haviam " cantoneiros"ou guardas florestais...Agora até estão à venda as casas dos cantoneiros ...

Por que é que andamos sempre a esconder a verdade aos portugueses??

Primeiro o próprio ESTADO não colabora ,nem deixa colaborar,na prevenção contra os fogos,depois ,e no fim de contas,NÃO PROMOVE uma reciclagem ,inovação e adaptado às nossas condições de território pequeno,junto dos BOMBEIROS- ou das autarquias (  ???  )-para a aquisição de material adequado.Utilize-se o servoço público da Televisão ,para durante uns meses pôr a falar quem entende de fogos ,bem como as populações onde

tenham maior risco ...

 

Em vez de dar tantas telenovelas e noticias sem valôr algum para a população em geral,façam serviço civico ensinando a prever e diligenciar contra os fogos ,não só florestais ,como pequenos focos ....

 

No fim de contas ,com a evolução dos fogos,anualmente,julgo que se vai gastando mais dinheiro do que aquele que se julga poupar.não gastando para a prevenção...

Mas ...é assim ,...até os fogos vêm contribuir para a desgraça NACIONAL.

 

Eira da Pedra , 14 de Agôsto de 2010,por Fonseca dos Santos

publicado por blogdaportugalidade às 20:07
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