Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

O DESFILE MILITAR E AS COMEMORAÇÔES DO DIA DA TOMADA DA "BASTILHA"...O RESPEITO PELOS SIMBOLOS DA REPÚBLICA...

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O 14 de Julho e os símbolos da República

 

 


o "14 de julho"

Essa data é histórica não só para a França. Ela é conhecida em todo o mundo e freqüentemente representa uma virada da história, a da passagem da monarquia absoluta para regimes republicanos.

 
Tomada da Bastilha © Photothèque des musées de la Ville de  Paris  - 61 ko
Tomada da Bastilha © Photothèque des musées de la Ville de Paris
A Bastilha, ao ser tomada, faz caírem com ela as monarquias absolutas, além de marcar de maneira simbólica o início de novas aspirações das quais a "declaração dos direitos do homem", de agosto de 1789, definirá os principais valores que ainda hoje são referência e inspiraram largamente a "Declaração Universal do Direitos do Homem" adotada em 1948 pela Assembléia Geral das Nações Unidas.


A Marselhesa

Originalmente canto de guerra revolucionário e hino à liberdade, a Marselhesa impôs-se progressivamente como hino nacional. Hoje ela acompanha a maior parte das manifestações oficiais.

-  história

Em 1792, após a declaração de guerra do Rei da Áustria, um oficial francês do destacamento de Estrasburgo, Rouget de Lisle, compõe, na noite de 25 para 26 de abril, com o prefeito da cidade, Dietrich, o "Canto de guerra para o exército do Reno".

Esse canto é repetido pelos federados de Marselha que participam da insurreição das Tulherias, em 10 de agosto de 1792. Seu sucesso é tão grande que ele é declarado canto nacional em 14 de julho de 1795.

Proibida durante o Império e a Restauração, a Marselhesa volta a ter prestígio na Revolução de 1830, e Berlioz elabora para ela uma orquestração que dedica a Rouget de Lisle.

A IIIª República (1879) transforma-a em hino nacional e, em 1887, uma "versão oficial" é adotada pelo ministério da guerra, depois de aprovada por uma comissão.

Foi também durante a IIIª República, em 14 de julho de 1915, que as cinzas de Rouget de Lisle foram transferidas para o Hôtel des Invalides.

Em setembro de 1944, uma circular do ministério da Educação Nacional determina o canto da Marselhesa nas escolas para "celebrar nossa libertação e nossos mártires".

O caráter de hino nacional é novamente confirmado nas constituições de 1946 e de 1958 (artigo 2).

-  O autor

Nascido em 1760 em Lons-le-Saunier, Claude-Joseph Rouget de Lisle era um bravo capitão, mas teve uma carreira militar bastante curta. Revolucionário moderado, ele foi salvo do "Terror" (perseguição contra os jacobinos, republicanos, religiosos, etc.) graças ao sucesso de seu canto. Autor de alguns romances e óperas, durante o Império e a Restauração ele vive à sombra até o seu falecimento em Choisy-le-Roi em 1836.

-  A partitura

Em poucas semanas, o "Hino dos Marselheses" espalha-se pela Alsácia, sob a forma de manuscrito ou impresso, e depois é reproduzido por inúmeros editores parisienses. O caráter anônimo das orimeiras edições fez com que se duvidasse que Rouget de Lisle, compositor aliás considerado medíocre, tivesse sido seu verdadeiro autor.

Não há apenas uma versão da Marselhesa que, desde o início, foi musicada sob diversas formas, com ou sem canto. Assim, em 1879, a Marselhesa é declarada hino oficial sem que seja determinada a versão, e uma grande desordem musical podia ocorrer no momento em que formações diferentes estivessem reunidas.

Assim, a comissão de 1887, composta de músicos profissionais, estabeleceu uma versão oficial, depois de remanejar o texto melódico e a harmonia.

O Presidente Valéry Giscard d’Estaing desejou que se voltasse a uma execução mais próxima da origem da obra e fez com que o ritmo voltasse a ser mais lento. Hoje, a versão executada nas cerimônias oficiais é uma adaptação da versão de 1887.

Paralelamente, a Marselhesa foi adaptada por intérpretes de gêneros atuais, inclusive de jazz.

-  A letra

1- Avante, filhos da Pátria, O dia da Glória chegou. O estandarte ensangüentado da tirania Contra nós se levanta. Ouvís nos campos rugirem Esses ferozes soldados? Vêm eles até nós Degolar nossos filhos, nossas mulheres. Às armas cidadãos! Formai vossos batalhões! Marchemos, marchemos! Nossa terra do sangue impuro se saciará!

2- O que deseja essa horda de escravos de traidores, de reis conjurados? Para quem (são) esses ignóbeis entraves Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis) Franceses! Para vocês, ah! que ultraje! Que elans deve ele suscitar! Somos nós que se ousa criticar sobre voltar à antiga escravidão!

3- Que! essas multidões estrangeiras Fariam a lei em nossos lares! Que! as falanges mercenárias Arrasariam nossos fiéis guerreiros (bis) Grande Deus! por mãos acorrentadas Nossas frontes sob o jugo se curvariam E déspotas vís tornar-se-iam Mestres de nossos destinos!

4- Estremeçam, tiranos! e vocês pérfidos, Injúria de todos os partidos, Tremei! seus projetos parricidas Vão enfim receber seu preço! (bis) Somos todos soldados para combatê-los, Se nossos jovens heróis caem, A França outros produz Contra vocês, totalmente prontos para combatê-los!

5- Franceses, em guerreiros magnânimes, Levem/ carreguem ou suspendam seus tiros! Poupem essas tristes vítimas, que contra vocês se armam a contragosto. (bis) Mas esses déspotas sanguinários Mas esses cúmplices de Bouillé, Todos esses tigres que, sem piedade, Rasgam o seio de suas mães!...

6- Entraremos na batalha Quando nossos antecessores não mais lá estarão. Lá encontraremos suas marcas E o traço de suas virtudes. (bis) Bem menos ciumentos de suas sepulturas Teremos o sublime orgulho De vingá-los ou de seguí-los.

7- Amor Sagrado pela Pátria Conduza, sustente nossos braços vingativos. Liberdade, querida liberdade Combata com teus defensores! Sob nossas bandeiras, que a vitória Chegue logo às tuas vozes virís! Que teus inimigos agonizantes Vejam teu triunfo e nossa glória.


Liberdade, Igualdade, Fraternidade

Herança do século das Luzes, o lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" é invocado pela primeira vez durante a Revolução Francesa. Muitas vezes questionado, ele acaba se impondo na IIIª República. Ele está inscrito na constituição de 1958 e hoje faz parte de nosso patrimônio nacional.

Associadas por Fénelon ao final do século XVII, as noções de liberdade, igualdade e fraternidade são amplamente difundidas no século das Luzes.

Durante a Revolução Francesa, "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" faz parte dos inúmeros lemas invocados. No discurso sobre a organização das guardas nacionais, Robespierre preconiza, em dezembro de 1790, que as palavras "O Povo Francês" e "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" sejam inscritos nos uniformes e nas bandeiras, porém seu projeto não é adotado.

A partir de 1793, os parisienses, rapidamente imitados pelos habitantes das outras cidades, pintam nas fachadas de suas casas as seguinte palavras: "unidade, indivisibilidade da República; liberdade, igualdade ou a morte". Mas logo são convidados a apagar a última parte da fórmula, demasiadamente associada ao "Terror"...

Como muitos dos símbolos revolucionários, o lema cai em desuso durante o Império. Ele ressurge durante a Revolução de 1848, marcado por uma dimensão religiosa, quando os padres celebram o Cristo-Fraternidade e abençoam as árvores da liberdade que são plantadas nessa ocasião. Quando é redigida a constituição de 1848, o lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", é definido como um "princípio" da República.

Desprezado pelo Segundo Império, ele acaba se impondo na IIIª República. Ainda são observadas, no entanto, algumas resistências, inclusive entre os partidários da República: algumas vezes dá-se preferência à solidariedade ao invés da igualdade, que pressupõe um nivelamento social, e a conotação cristã de fraternidade não é aceita por unanimidade.

O lema volta a ser inscrito no alto das fachadas dos edifícios públicos durante a celebração do 14 de julho de 1880. Ele consta das constituições de 1946 e de 1958 e hoje é parte integrante de nosso patrimônio nacional. Ele é encontrado nos objetos de grande circulação como as moedas e os selos.


A bandeira francesa

Emblema nacional da Vª República, a bandeira tricolor nasceu da reunião, durante a Revolucão Francesa, das cores do rei (branco) e da cidade de Paris (azul e vermelho). Hoje, a bandeira tricolor tremula no alto de todos os edifícios públicos; na maior parte das cerimônias oficiais, civis ou militares, ela é desfraldada.

-  A história

Nos primeiros dias da Revolução Francesa, asrês cores são primeiramente reunidas sob a forma de um cocar. Em julho de 1789, pouco antes da tomada da Bastilha, uma grande agitação reina em Paris. É constituída uma milícia; ela traz como distintivo um cocar bicolor composto das antigas cores de Paris, o azul e o vermelho. Em 17 de julho, Luís XVI vai a Paris para fazer o reconhecimento da nova Guarda Nacional. Ele ostenta o cocar azul e vermelho ao qual Lafayette, comandante da Guarda teria, ao que parece, acrescentado o branco real.

A lei de 27 pluvioso do ano II (15 de fevereiro de 1794) faz da bandeira tricolor o pavilhão nacional, determinando, conforme as recomendações do pintor David, que o azul ficasse próximo à haste.

O século XIX conhece um enfrentamento entre o branco dos adeptos legítimos da realeza e as três cores herdadas da Revolução. A bandeira branca volta a ter todas as honras durante a Restauração, mas Luís-Philippe retoma a bandeira tricolor, acrescentando-lhe o galo gaulês.

Durante a revolução de 1848, embora a bandeira tricolor seja adotada pelo goverrno provisório, é a bandeira vermelha que o povo empunha nas barricadas, em sinal de revolta.

Na IIIª República, estabelece-se progressivamente um consenso em torno das três cores. A partir de 1880, a entrega das bandeiras às forças armadas durante a festa do 14 de julho é um momento de grande exaltação do sentimento patriótico.

Se o conde de Chambord, pretendente ao trono da França, jamais aceitou a bandeira tricolor, os adeptos da realeza no entanto acabaram aderindo a ela durante a Primeira Guerra Mundial.

-  A bandeira francesa hoje

As constituições de 1946 e de 1958 (artigo 2) fizeram da bandeira tricolor o emblema nacional da República.

Hoje, a bandeira francesa é vista em todos os edifícios públicos. Ela é desfraldada por ocasião das cerimônias nacionais e todas as honras lhe são prestadas de acordo com um cerimonial bastante preciso. Quando o Presidente da República fala em público, a bandeira francesa é sempre colocada atrás dele. Conforme as circunstâncias, encontra-se também a bandeira européia ou a bandeira de outro país.


A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

Inspirada na declaração da independência americana de 1776 e no espírito filosófico do século XVII, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 marca o fim do Antigo Regime e o início de uma nova era. Expressamente visada pela Constituição da Vª República, hoje ela faz parte de nossos textos de referência.

-  A história A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, juntamente com os decretos de 4 e 11 de agosto de 1789 sobre a supressão dos direitos feudais, é um dos textos fundamentais voltados pela Assembléia Nacional Constituinte, formada em decorrência da reunião dos Estados Gerais.

Adotada em seu princípio antes de 14 de julho de 1789, ela ocasiona a elaboração de inúmeros projetos. Após exaustivos debates, os deputados votam o texto final em 26 de agosto de 1789.

Ela é composta de um preâmbulo e 17 artigos referentes ao indivíduo e à Nação. Ela define direitos "naturais e imprescritíveis" como a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão. A Declaração reconhece também a igualdade, especialmente perante a lei e a justiça. Por fim, ela reforça o princípio da separação entre os poderes.

Ratificada apenas em 5 de outubro por Luís XVI por pressão da Assembléia e do povo que se dirigiu a Versalhes, ela serve de preâmbulo à primeira Constituição da Revolução Francesa, adotada em 1791. Embora a própria Revolução tenha, em seguida, renegado alguns de seus princípios e elaborado duas outras declarações dos direitos humanos em 1793 e 1795, foi o texto de 26 de agosto de 1789 que se tornou referência para as instituições francesas, principalmente as Constituições de 1852, 1946 e 1958.

No século XIX, a Declaração de 1789 inspira textos similares em numerosos países da Europa e da América Latina. A tradição revolucionária francesa também está presente na Convenção Européia dos Direitos do Homem, assinada em Roma em 4 de novembro de 1950.

-  O texto

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos governos, resolveram expor, em uma declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que essa declaração, constantemente presente junto a todos os membros do corpo social, lembre-lhes permanentemente seus direitos e deveres; a fim de que os atos do poder legislativo e do poder executivo, podendo ser, a todo instante, comparados ao objetivo de qualquer instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reivindicações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, estejam sempre voltadas para a preservação da Constituição e para a felicidade geral.

Em razão disso, a Assembléia Nacional reconhece e declara, na presença e sob a égide do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Art.1.º - Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem ter como fundamento a utilidade comum.

Art. 2.º - A finalidade de toda associação política é a preservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3.º - O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4.º - A liberdade consiste em poder fazer tudo o que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites só podem ser determinados pela lei.

Art. 5.º - A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo o que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6.º - A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7.º - Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8.º - A lei só deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9.º - Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, caso seja considerado indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10.º - Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11.º - A livre comunicação das idéias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever,imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12.º - A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; essa força é portanto instituída para benefício de todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13.º - Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14.º - Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si mesmos ou pelos seus representantes, a necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a coleta, a cobrança e a duração.

Art. 15.º - A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º - A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º - Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização.


Marianne

Embora a Constituição de 1958 tenha privilegiado a bandeira tricolor como emblema nacional, a Marianne é a personificação da República Francesa.

As primeiras representações de uma mulher com o barrete [ou gorro] frígio, alegoria da Liberdade e da República, surgem durante a Revolução Francesa.

A origem do nome Marianne não é conhecida com exatidão. Nome muito difundido no século XVIII, Marie-Anne representava o povo. Mas os contra-revolucionários também chamavam assim, como forma de zombaria, a República.

Símbolo de liberdade, o barrete frígio era usado pelos escravos libertos na Grécia e em Roma. Um gorro desse tipo era utlizado também pelos marinheiros e condenados das galés do Mediterrâneo e teria sido copiado pelos revolucionários vindos do sul.

Durante a IIIª República, as estátuas e sobretudo os bustos da Marianne multiplicam-se, particularmente nas prefeituras. Surgem vários tipos de representações, conforme o caráter revolucionário ou "pacífico" da Marianne: o barreto frígio é por vezes considerado excessivamente rebelde, sendo substituído por um diadema ou uma coroa..

Atualmente, a Marianne pôde assumir o rosto de atrizes famosas. Ela também está representada em objetos de ampla circulação como as moedas e os selos postais.

 

publicado por blogdaportugalidade às 19:35
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

PANDEMIA DE LUXO

 

Nos tempos de hoje,quando se vê muito interesse em falar por tudo e por nada,ministros,poderosos

e emprêsas internacionais ,em especial ,as americanas,com grande propaganda e muito mêdo em que

a HUMANIDADE sôfra uma " PANDEMIA" é preciso perguntar como o investigador criminal,a QUEM É QUE

INTERESSA O CRIME..

 

Por este mail que me enviaram,façam as deduções que desejarem,mas julgo que muito pior do que

o virus H1N1...e nesses não estão interessados em investir ...Há alguma doença pior do que o SIDA???


PANDEMIA DE LUCRO
Que interesses económicos se movem por detrás da gripe porcina???
No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se
podia prevenir com um simples mosquiteiro.
Os noticiários, disto nada falam!
No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia
evitar com um simples soro que custa 25 centimos.
Os noticiários disto nada falam!
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a
morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.
Os noticiários disto nada falam!
Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves…
…os noticiários mundiais inundaram-se de noticias…
Uma epidemia, a mais perigosa de todas…Uma Pandemia!
Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10
anos…25 mortos por ano.
A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão
contra 25.
Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe
das aves?
Porque atrás desses frangos havia um “galo”, um galo de crista grande.
A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú  vendeu milhões
de doses aos países asiáticos.
Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou
14 milhões de doses para prevenir a sua população.
Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas
farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de
lucro.
-Antes com os frangos e agora com os porcos.
-Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do
mundo só falam disso…
-Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo…
-Só a gripe porcina, a gripe dos porcos…
-E  eu pergunto-me: se atrás dos frangos havia um “galo”… ¿ atrás dos
porcos… não haverá um “grande porco”?
A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O
principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro,
Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra
contra Iraque…
Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos,
estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso
Tamiflú.
A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da
saúde.
Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos
países.
Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios
de comunicação.
Se a  Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade,
porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o
fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos
genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria
a melhor solução.

Por isso passem a mensagem,visto tratar-se de uma vacina  ...

 

Postado por Fonseca dos Santos em 14 de Julho de 2009


publicado por blogdaportugalidade às 23:43
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Domingo, 5 de Julho de 2009

O TGV,MESMO PARA DEPOIS DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS??????


TGV - reflexão

*Travar para pensar*
          Experimenta ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dás contigo num comboio que só se diferencia dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
          A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.


          Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza


          A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.


          O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.


          É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
          Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.


          Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).


          Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.




          CABE ao Governo REFLECTIR.


          CABE à Oposição CONTRAPOR.


          CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!


          CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR
          .
           

     


 
publicado por blogdaportugalidade às 18:48
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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Srá que o Sr Presidente da República não vê isto ????

Com permissão do autor ,publicito o texto que nos deixa  admirados (?)

 

É forte! 

 

1) Para quem não saiba quem é Alan Greenspan, fique a saber que é um senhor nascido em Nova Iorque, de origem judaica, que gostava de tocar saxofone na adolescência, que se doutorou com elevadíssimas médias em Economia e que foi nomeado pelo presidente Reagan, em Junho de 1987, "Chairman of the Board of Governors of the Federal Reserve" -- nomeação confirmada pelo Senado dois meses depois. 

  2) O "Federal Reserve" está para os americanos como o Banco de Portugal está para nós. E por que estou eu com toda esta conversa sobre o Sr. Greenspan? Porque quando ele deixou o lugar, em Janeiro de 2006, auferia anualmente, pelo desempenho daquele alto cargo, a módica quantia de 186.600 dólares norte-americanos por ano -- qualquer coisa como 155.000 euros. O valor dos honorários dos outros membros do Conselho de Administração ("Vice-Chairman" incluído) é de cerca de 150.000 euros. 

  3) Agora, sabem quanto pagamos ao Governador do Banco de Portugal, um senhor dotado de prodigioso crâneo, que dá pelo nome de Vítor Constâncio? Não sabem, pois não? Então pasmen: 280.000 euros, leram bem, DUZENTOS E OITENTA MIL EUROS!  É claro que uma grande potência como Portugal, que possui o dobro da influência, à escala planetária, dos insignificantes EUA, tinha de pagar muito bem ao patrão do seu Banco, além de todas as incontáveis mordomias que lhe dispensa, tal como aos seus pares daquela instituição pública. Também é claro que a verba do americano é fixada pelo CongResso e JAMAIS -- como diria o bronco do Lino -- pelo próprio, ao contrário do que se passa no país dos donos do mundo e dos maiores imbecis que habitam o planeta Terra.

José de Vasconcelos - Carnachide

 

  4) O que mais impressiona nestes números é que o homem que é escutado atentamente por todo o mundo financeiro, cuja decisão sobre as taxas de juro nos afecta a todos, ganha menos do que o seu equivalente num país pobre, pequeno, periférico, que apenas uma ínfima parcela desse território presta alguma atenção! Até a reforma do Mira Amaral é superior à do Greenspan! Talvez não fosse má ideia espreitarem o portal do Banco de Portugal e verem quem por lá passou como governador

 

 

http://www.bportugal.pt, cliquem em "história".José de Vasconcelos

 

  5) Por que razão esta escandalosa prática se mantém? Pela divisa do Conselho de Administração do Banco de Portugal que deve ser parecida com algo assim: " Trabalhe um dia, receba uma pensão de reforma vitalícia e dê a vez a outro."

  6) Os sucessivos governadores do Banco de Portugal têm muito em comum. Por exrmplo, sempre que aparecem em público de rompante é porque vem aí borrasca! -- "Os portugueses vivem acima das suas possibilidades. Há que cortar nos ordenados, há que restringir o crédito!" Proclamam-no sem que a voz lhes trema, mesmo quando se sabe que o actual governador aufere rendimentos que fariam inveja a Alan Greenspan. No fundo, o que eles nos querem dizer é, "Vocês vivem acima das vossas possibilidades, mas nós não!" Têm carradas de razão.

   7) As remunerações dos membros do conselho de administração do Banco de Portugal são fixadas, de acordo com a alínea a) do art. 40.º da Lei Orgânica, por uma comissão de vencimentos. E quem foi que Luís Campos e Cunha, o então ministro das Finanças e ex-vice-governador do Banco de Portugal, nomeou para o representar e presidir a essa comissão? O ex-governador Miguel Beleza, o qual, como adiante se verá, e caso o regime da aposentação dos membros do conselho de administração também lhe seja aplicável como ex-governador do Banco, poderá beneficiar dos aumentos aprovados para os membros do conselho de administração no activo. Uma seita a que o comum dos portugueses não tem acesso e sobre a qual lhe está vedada toda e qualquer informação, filtradas que são todas as que não interesa divulgar pelos meios da subserviente comunicação social que temos.

  8) Mas tão relevantes como os rendimentos que auferem, são as condições proporcionadas pelo Banco de Portugal no que respeita à aposentação e protecção social dos membros do conselho de administração. 

  9) O regime de reforma dos administradores do Banco de Portugal foi alterado em 1997, para "acabar com algumas regalias excessivas actualmente existentes." Ainda assim, não se pode dizer que os membros do conselho de administração tenham razões de queixa. Com efeito, logo no n.º 1 do ponto 3.º (com a epígrafe "Tempo a contar") das Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal se estabelece que, "O tempo mínimo a fundear pelo Banco de Portugal junto do respectivo Fundo de Pensões, será o correspondente ao mandato (cinco anos), independentemente da cessação de funções ." 

  10) Que significa isto? Um membro do conselho de administração toma posse num belo dia e, se nessa tarde lhe apetecer rescindir o contrato, tem a garantia de uma pensão de reforma vitalícia, porque o Banco se compromete a "fundear" o Fundo de Pensões pelo "tempo mínimo (?) correspondente ao mandato (cinco anos)". (Ver "divisa" no parágrafo 5).

  11) Acresce que houve o cuidado de não permitir interpretações dúbias que pudessem vir a prejudicar um qualquer membro do conselho de administração que, "a qualquer título", possa cessar funções. O n.º 1 do ponto 4.º das Normas sobre Pensões de Reforma dissipa quaisquer dúvidas: "O Banco de Portugal, através do seu Fundo de Pensões, garantirá uma pensão de reforma correspondente ao período mínimo de cinco anos, ainda que o M.C.A. [membro do conselho de administração] cesse funções, a qualquer título ."

 

  12) Quem arquitectou as Normas sobre Pensões de Reforma pensou em tudo? Pensou, até na degradação do valor das pensões. É assim que o n.º 1 do ponto 6.º estabelece poe sua vez: "As pensões de reforma serão actualizadas, a cem por cento, na base da evolução das retribuições dos futuros conselhos de administração, sem prejuízo dos direitos adquiridos ." 

  13) E o esquema foi tão bem montado que as Normas sobre Pensões de Reforma não deixam de prever a possibilidade de o membro do conselho de administração se considerar ainda válido para agarrar uma outra qualquer oportunidade de trabalho que se lhe depare. Para tanto, temos o ponto 7.º, com a epígrafe "Cumulação de pensões", que prevê: "Obtida uma pensão de reforma do banco de Portugal, o M.C.A. [membro do conselho de administração] poderá obter nova pensão da C.G.A. ou de outro qualquer regime, cumulável com a primeira (!)." 

  14) Mas há mais. O ponto 8.º dispõe que o "M.C.A. [membro do conselho de administração] em situação de reforma gozará de todas as regalias sociais concedidas aos M.C.A. e aos empregados do Banco, devendo a sua pensão de reforma vir a beneficiar de todas as vantagens que àqueles venham a ser atribuídas ." 5) Não restam dúvidas de que fez um excelente trabalho quem elaborou as Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal. Pena é que não tenha igualmente colaborado na elaboração do Código do IRS, de modo a compatibilizar ambos os instrumentos legais. Não tendo acontecido assim, há aquela maçada de as contribuições do Banco de Portugal para o Fundo de Pensões poderem ser consideradas, "direitos adquiridos e individualizados dos respectivos beneficiários" e, neste caso, sujeitas a IRS, nos termos do art. 2.º, n.º 3, alínea b), n.º 3, do referido código. No melhor pano cai a nódoa.  Minhas amigas e meus amigos: depois de tudo quanto os mais velhos já assistiram nos últimos 33 anos, e de tudo quanto temos vindo a assistir desde 2005, do candidato a Belém que Sócrates escolheu, do aborto, da OTA, do TGV, das reformas de miséria, da "hotelização" do litoral alentejano, das mentirolas e falsificações de documentos do primeiro-ministro, da saída do ministro mais influente do governo para "namorar" dois anos de presidência da CML, das gafes inqualificáveis do Lino e do Pinho, estamos à espera do que mais para passar à acção? À armas, é o que é, e contra os ladrões, marchar, marchar!  Ah, e por favor não reencaminhem isto para o Greenspan --ainda dá uma dor fininha ao pobre coitado...  Lembrar o passado não é envelhecer, é viver com todas as forças o nosso próprio destino.

publicado por blogdaportugalidade às 22:58
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Portugal,afinal reduz-se a um "CAMPO PEQUENO"

 

Depois do 25 de Abril 74,passando por vários govêrnos,e,por que não só este é que conta,

temos verificado a série de " garraiadas" que se tem manifestado na politica portuguesa...

Não valerá a pena estar aqui a desfiar as " desgraças" e falcatruas que tem acontecido aos portugueses.

 

No fim de contas,resume-se o seguinte:

DEZ milhões de portugueses estão a ser espoliados por um sistema politico que se diz

" DEMOCRATA" e constituido por cerca de 15 % desses  milhões...

Além disso ,como dizem os jornalistas,é mais fácil ter sido jornalista no tempo do Salazar do que hoje,. ACREDITO QUE SEJA ASSIM,como dizem.

Mas julgo que os eleitores tem ,como se costuma dizer a faca e o queijo na mão: O VOTO

 

Há muita gente que diz e pensa que o VOTO em BRANCO,se todos votassemos nesse

sentido,não faz virar a politica...

Sou dessa opinião: VOTAR BRANCO,isto obrigará os politicos a pensar noutra direcção...

Só que hoje o MÊDO de ficar desempregado,o MÊDO de tudo e de todos,como se fôssemos policias uns dos outros leva-nos a VOTAR no CHEFE ...e eles querendo SABEM...

O sistema está assim DEFINIDO,mas até quando ???

Estamos a ser escravos de um sistema politico inoperante,os "partidos" lutam pelo poder

e pelas regalias e privilégios...Não há objectivos NACIONAIS :É o do CHEFE...

O Presidente da República reclama que o govêrno não lhe entrega documentos das Obras

Públicas...,Não tem poderes e os que tem...os politiqueiros ainda lhos querem tirar...

É uma figura simbòlica de uma pseudo Unidade Nacional que NÃO EXISTE....

Os portugueses tem que comunicar e OUVIR o que se torna necessário para INVERTER

o RUMO deste PORTUGAL,no fim de contas,agora AMORDAÇADO pela "DEMOCRACIA" de

um conjunto de individuos que " FAZEM" a sua poltica...

 

A Atitude do ex Ministro LINO não parece ser aceitável para pedir a demissão de governante

só pelo gesto que fez na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA,que já lhe chamavam a sala  das

BARRIGAS...Barriga de risos,barriga ...barrigabarriga de insultos de e para deputados,parecendo mais uma peixaria num mercado municipal ou até numa lota...

Só que os partidos com assento na Assembleia da República já desempenharam funções de govêrno  ??? Quem ??? E como as desempenharam??? E aqueles que nem sequer sabem o que é um govêrno??

No fim de 35 anos de " TOURADAS POLITICAS" seria BOM REPENSAR na DEMOCRACIA

de PORTUGAL,mas de um PORTUGAL DE 10 MILHÕES de habitante e não de 1,5 milhões.

 

BATO SEMPRENA MESMA TECLA : COPIEM DA UNIÃO EUROPEIA um tipo de DEMOCRACIA

que poderá ser ,como exemplo ,a da FRANÇA e não como a desta VERGONHOSA DEMOCRACIA...

Manuel Pinho demite-se

 

     

 

                                 COMO È QUE PASSOU NA CENSURA ????

 

 

 

publicado por blogdaportugalidade às 20:27
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